No cais do porto um corpo, um morto...
E a testemunha: um céu aberto.
Ninguém por perto?!
Ninguém quis nem olhar!
A lua clara travou a fala.
O descompasso ditou o passo...
A cotovia calou o dia,
E a mariposa manchou a flor.
A roda viva quedou ferida,
E mesmo nada o voo do condor...
A bailarina bailou menina
Foi messalina, foi meretriz.
Porque não quis fez palco
O mal, o mar...
Brilhou o dia e a cotovia
Não cantaria pra se alegrar...
A bailarina tão, tão menina!
No cais do porto um corpo, um morto.
Nada de choro. E num só coro
Ninguém quis mais cantar.
sentido.....poetico ao extremo.
adorei.
bjsssss;
pois é...
nada mais triste que a morte de um sonho
bjs
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