Ao acordar me observo vivo.
Buzinas, desespero, gritos.
Minha alma interrompe o sono manso.
Espreguiço os meus pés.
Passo a vista no relógio
E me levanto.
Assusto-me com o esse tal silêncio.
Esse sujeito não tem nenhum encanto.
Dizem que usa capuz e cospe no chão.
Sujeito desumano que não tem descanso.
Beijo delicado a me acordar.
Amante ardente assombrando a solidão.
Passarinhos em delírios a cantar.
E uma aurora eterna a adoçando a minha visão.
Ruído das águas do açude.
Vento suave a golpear.
E Maria formosa em amplitude
Não se cansa de me esperar.
Mas a verdade é outra
E a calma harmoniosa não traz sorte.
Para quem mora na favela.
O silêncio é despertar da morte.
Auch! Muito, muito, muito bom!!!
Mais nada a dizer...
Abraços!
legal, poeta osvaldo. maravilha!!
abs.
Amigo Osvaldo,
Poeta das lentes e das letras. Este teu poema é 10, com mais 10 pela criatividade da imágem, são 20. Que bom que eu vim te ver. Adorei,meus sinceros aplausos.
Carlos Magno.
Para comentar é preciso estar logado no site. Faça primeiro seu login ou registre-se no Overmundo, e adicione seus comentários em seguida.
A Revista Overmundo está chegando ao fim de sua primeira temporada e você não pode perder a oportunidade de colaborar! A edição nº 6 da revista,... +leia
Você conhece a Revista Overmundo? Baixe já no seu iPad ou em formato PDF -- é grátis!
+conheça agora
No Overmixter você encontra samples, vocais e remixes em licenças livres. Confira os mais votados, ou envie seu próprio remix!