A PELE DO POEMA
(poesia de Luciane Lopes, musicada por Cardo Peixoto)
...E parece que me guia,
e até parece que tem
pele este poema
Chegando assim na madrugada.
E até o vento que parece
ser tão forte em ventania,
Planta em miúdos sons,
que é tão doce essa agonia.
Até padece uma lua,
tão despida, enclausurada...
Assume ser só tua,
se despedindo na chegada.
E até parece que faz falta
ser a dona do teu corpo,
ser o galho que se enverga,
ser tua boca em verso louco.
E até parece que o abuso
da palavra que eu uso,
pinta meus dedos frágeis:
te arranhando em tatuagens...
Canção linda e inspirada. Parabéns!
Beijo.
Muito belo. Ótima voz.
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Muito boa sua canção, estão bons letra e aranjo está fazendo um bom trabalho. Votado
Robson Coelho · Trindade, PE 6/2/2009 18:24
Que coisa mais linda de viver!!!!
chorei. Luciane Lopes, eu já li casualmente 3 poemas seus seguidos...é uma simpatia total. Parabéns louca.Rs.
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