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A SAGA DE VALDERÊZ E SUAS QUATRO IRMÃS II - Chegada ao Colégio Interno

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Mirtes Carvalho · Rio de Janeiro, RJ
28/4/2009 · 27 · 45
 

Espanto!
Era um prédio grande, imponente, para aquelas cabecinhas que sempre viveram numa casa com seus pais.
Uma freira toda sorridente abraça e beija a todas. “Inha”, a menor, vai no colo da freira que depois soubemos ser Madre Elvira, chefe do Internato. Valderez vai segurando nas mãos de suas duas irmãs “Lourinha” e “Bibi”. Segura com força pois era a única segurança que ela podia dar. A partir daí a representante da família era ela e teria que proteger aquelas as quais tinha tanto amor. Com 10 anos pela primeira vez, afastadas de quem as protegia , passa a ter a responsabilidade de proteger aquelas irmãs tão indefesas. Inha chorava com seus grandes alhos azuis, copiosamente, no colo da Madre Elvira. Lourinha nervosa, fazia ânsia de vômitos sem parar segurado forte na mão de Valderez . Na outra mão estava Bibi que de tanto medo o xixi escorria pelas perninhas...
Para elas era tudo muito grande, dava medo... o que iria acontecer ? Ali, longe de qualquer parente, a mãe sequer tinha o direito de interferir neste processo de arrancar dela suas crias... É para o bem delas, dizia o Pai.
No lado direito daquele átrio, era o internato. Na parte de baixo, o refeitório enorme com umas 20 mesas para 12 pessoas cada uma. A seguir os chuveiros, os sanitários e a escada larga para subir ao dormitório. O dormitório imenso, onde ficavam as meninas maiores e um menor no final, perto da clausura da Madre Elvira, chefe do internato. Neste menor estavam as camas destinadas a nós – às menores do colégio. Toda turma ficou lá.
Do outro lado do átrio, estava a capela e as salas de aulas. Existia um declive no terreno e aproveitaram para fazer em baixo um salão de estudos para as internas e para a biblioteca.
Os alunos chegavam para as aulas em Março, mas o pai nos mandou as crianças em meados de Janeiro que era para aprender mais (?). De certa forma foi bom para terem mais atenção das freiras e se adaptarem ao colégio e as normas (a disciplina).
Os problemas começaram no dormitório. Inha com 6 aninhos chorava sem parar, Madre Elvira teve que levá-la para a clausura, mesmo porque ninguém conseguia dormir com ela chorando.
Valderez não podia levantar para ver. Era proibido. Cada um só saia da cama para ir ao banheiro. Era longe. As crianças tinham medo. Tudo escuro. Só uma lamparina o santinho.
Quando uma irmã queria ir ao banheiro acordava Valderez para ir com elas. Acontece que nem sempre dava tempo. Bibi dia sim dia não acordava quando já havia feito na cama.
Vergonha. Madre Elvira dava a maior bronca na frente de todo mundo. Pegava o colchão botava na janela para secar e a criança ficava sem a sobremesa no almoço. Bibi chorava e chorava. Valderez resolveu tentar solucionar o problema para evitar que a irmã passasse mais uma vergonha diante das colegas.
Cada cama tinha um criado mudo ao lado com a bacia e a jarra, onde ao acordar, lavavam o rosto e escovavam os dentes. Depois cada uma levava a bacia até os sanitários que ficava perto da escada e da rouparia.
Valderez, no meio da noite quando todos dormiam, pegava a bacia que estava no criado mudo botava no chão e fazia Bibi fazer xixi ali. Não dava para levar e despejar no banheiro porque, se Madre Elvira acordasse ela iria sofrer muito com os castigos. A solução era botar na mesinha a jarra dentro e esperar o amanhecer.
Todos acordavam com um sininho tocando pela freira em todo dormitório. Quem não acordava recebia o som do sino bem pertinho da orelha.
Madre Elvira ficava olhando para saber se todas lavavam o rosto direito e escovava os dentes.
Valderez, naquele dia, encheu a caneca até encima, pôs um pouco de água na bacia. Fingiu que lavava o rosto. Escovou os dentes e respirou fundo. Tudo deu certo. A irmã estava livre da vergonha e não iria perder a sobremesa que ela adorava.
Assim o tempo ia passando até que um dia a Madre Elvira falou: Valderez você não está lavando o rosto direito. Ensaboe as mãos e passe no rosto. A Freira chegou perto para ver e percebeu que a água estava amarela.
Obrigou Valderez lavar o rosto no xixi para aprender a obedecer.
Foi mais um plano por água a baixo. Como salvar minha irmã da vergonha?

Sobre a obra

Parte II
A história de quatro crianças do interior de Pernambuco
Seus dramas, seus elos, uma irmandade natural. O único objetivo era unir para se protegerem exercitando o amor entre elas.

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informações

Autoria
Mirtes Maria Souza de Carvalho
Ficha técnica
Conto elaborado através de relato de uma história verídica.
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nina poeta
 

Nossa, Mirtes que riqueza ainda vamos ver por aqui com essas reminiscências,eu confesso que não estou gostando desse pai , e ainda mais vendo o sofrimento de Bibi,e Valderêz, tão pequena e já tão responsável, e como será que elas se adpatarão? será que terão dias de folga em que possam voltar? mil perguntas, rs...Estou adorando...conta mais!Bjs.

nina poeta · Rio de Janeiro, RJ 26/4/2009 21:27
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graça grauna
 

Menina, que situação vexatoria. Que sofrimento, meu Deus. Acompanhando as aventuras da sua narrativa, deixo meu abraço na´paz de Ñanderu. Bjos. Grauninha

graça grauna · Recife, PE 26/4/2009 22:49
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Mirtes Carvalho
 

Nina, nuito bom recebê-la de volta à nossa irmandade aqui no Over.
Sabendo de seus dotes de poeta, me deixa feliz o fato de ter gostado da história. Tem muita coisa para ser dita. Aguarde!
Obrigada, Bjs Mirtes Carvalho


GRAÇA querida, muito boa sua visita e seus comentários. Realmente é uma história que a cada momento vai surpreender o leitor. Mas o que me estimula a contar, são as palavras dos amigos. Com a Paz de Ñanderu desejada por voce, a inspiração irá fluir muito bem.
Obrigada e Bjs Mirtes Carvalho

Mirtes Carvalho · Rio de Janeiro, RJ 27/4/2009 12:35
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Dayvson Fabiano
 

Amiga, Valderez é uma irmã e tanto. Que situação,mas estou gostando. Conte-me mais!

Dayvson Fabiano "Imorrível" · Recife, PE 27/4/2009 13:59
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Mirtes Carvalho
 

Amigo Dayvson obrigada pela presença e comentário. Amanhã sairá a 3ª parte para edição. É um relato de época e de sentimentos naquele contexto mas o amor é universal e cabe em qualquer tempo. Obrigada Bjs, Mirtes Carvalho.

Mirtes Carvalho · Rio de Janeiro, RJ 27/4/2009 14:37
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poesiabrindada
 

Estou acompanhando com muito interesse essa "aventura" das meninas, aqui neste deu dó...Parabéns! Bjs.

poesiabrindada · Rio de Janeiro, RJ 27/4/2009 15:13
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Mirtes Carvalho
 

Obrigada amiga "Poesiabrindada". Elas passam por situações difíceis. Acredito que não por maldade mas pela inocência e tendo que se safar longe dos pais a quem tanto amavam. Mas vou contando que é uma história de época. Acredito não mais se repetiria nos dias de hoje. É até para se conhecer um pouco deste rincão de pessoas duras. Que até amam mas não se curvam para dar um beijo. Obrigada minha amiga espero contar sempre com você.
Mirtes Carvalho

Mirtes Carvalho · Rio de Janeiro, RJ 27/4/2009 15:42
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Doroni Hilgenberg
 

Mirtes,
pobres crianças, tão cedo afastada da mãe e do convivio familiar.
Todo o pai quer o melhor para os filhos mas nem sempre acerta, e naquele tempo a eduação era por demais tradicional e as regras muito rigidas o que devia trazer muito sofrimento para as crianças.
Mas o que ajuda é q

Doroni Hilgenberg · Manaus, AM 27/4/2009 19:36
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Doroni Hilgenberg
 

Escapou o texto e voou sozinho...

Mas o que ajuda é que essas crianças tem a sorte de serem unidas e uma fazer companhia a outra. E Valderez é consciente de suas obrigações de irmã mais velha, ainda bem!

bjs

Doroni Hilgenberg · Manaus, AM 27/4/2009 19:39
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azuirfilho
 

Mirtes Carvalho · Rio de Janeiro (RJ)
A SAGA DE VALDERÊZ E SUAS QUATRO IRMÃS II - Chegada ao Colégio Interno
Seu texto esta divino de impressionar sa gente.
Valderez é Maravilhosa, verdadeira Joana Dárc.
Maior maldade que estão fazendio com as crianças.
Internar era igual a morte e dvia de matar todos os sonhos e pessoa se sentir morta viva.
Desumano e revolta o coração.
Parabéns.
Abração Amigo

azuirfilho · Campinas, SP 27/4/2009 20:35
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Mirtes Carvalho
 

Doroni querida amiga, tem muita verdade por trás dos panos que cobriam certas atitudes da época. Muita água vau rolar mas não sei se vão querer continuar lendo a história. Muito bonita exatamente pela união. Pelo amor; mesmo longe dos pais a elo famíliar continuava.
Fico feliz com a participação de voces. Bjs e obrigada, Mirtes Carvalho

Mirtes Carvalho · Rio de Janeiro, RJ 27/4/2009 21:50
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Mirtes Carvalho
 

Azuir amigo querido e professor. Agradeço sua participação e sua opinião para mim é valiosíssima. Como é a primeira vez que escrevo uma história de época, parte presenciada de perto, a sua opinião é um parâmetro inigualável. O trabalho de juntar pedaços e recompor a história de uma época, com feitos e preconceitos inerentes a cultura local, é inusitado para mim. Mas com o apoio de voces vou indo até onde der. Obrigada pelas palavras, pelo incentivo e pelo carinho. Bjs, Mirtes Carvalho

Mirtes Carvalho · Rio de Janeiro, RJ 27/4/2009 21:58
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nina poeta
 

Votadíssimo! bjs.

nina poeta · Rio de Janeiro, RJ 28/4/2009 14:38
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graça grauna
 

Bjos e votos

graça grauna · Recife, PE 28/4/2009 17:33
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Bruno Resende Ramos
 

Uma hostória tocante que os remete aos tempos dourados. Valoroso, poético e dramático.
Parabéns!

Bruno Resende Ramos · Viçosa, MG 28/4/2009 17:41
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Raiblue
 

Beijos,minha linda Mirtes!!!!

Bluezinha

Raiblue · Salvador, BA 28/4/2009 17:56
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Doroni Hilgenberg
 

voltando
bjs

Doroni Hilgenberg · Manaus, AM 28/4/2009 17:59
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Roberto Costa Carvalho
 

Internato de colégio... Sei o que foi isso, convivi com muitos e, como externo, não raro fui colaborador e cúmplice deles. Com meninos ou com meninas, os rigores eram os piores possíveis.
Texto muito bom, muito bem escrito. Fico aguardando sua continuidade.
Parabéns por seu trabalho, Mirtes!

Roberto Costa Carvalho · Aracaju, SE 28/4/2009 18:17
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raphaelreys
 

E a saga continua. Isso vai dar em um romance minha cara overmina! Parabéns!

raphaelreys · Montes Claros, MG 28/4/2009 19:06
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azuirfilho
 

Mirtes Carvalho · Rio de Janeiro (RJ)
SAGA DE VALDERÊZ E SUAS QUATRO IRMÃS II - Chegada ao Colégio Interno
Com carinho lendo mais uma vez e elogiando o Trabalho e esta mestra na Arte de escrever e emocionar a gente.
Patabéns.
Abração Amigo

azuirfilho · Campinas, SP 28/4/2009 19:37
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Mirtes Carvalho
 

Nina amiga obrigada pela presença e voto.Bjs Mirtes Carvalho


Graça Grauninha obrigada pelo carinho e voto. Bjs, Mirtes Carvalho


Bruno amigo sempre apoiando,obrigada! É exatamente este tempo. O inusitado é que este enfoque não é muito comum neste tipo de região e sociedade. A maioria pensa que só existia Lampião e Cangaço. De repente descobrimos outras coisas. Obrigada pela presença e pelo voto. Bjs, Mirtes Carvalho


Queridinha Raiblue, adorei sua presença, bjs Mirtes Carvalho


Caríssima Doroni,obrigada pelo apoio e voto. Bjs Mirtes Carvalho


Meu amigo Roberto, voce conviveu ou soube de casos parecidos. Aqui nas cidades mais desenvolvias, só se colocava no internato crianças insubordinadas que não queriam estudar. Antes ficavam ameaçando se não estudar vai para ominternato... etc De qualquer forma era muito cruel. As idades no caso eram: 10 /8/7/6 anos muito pequenas. Mas... vamos ver o desenvolver da história o que irá acontecer. Você pode acompanhar?
Obrigada e bjs, Mirtes Carvalho


Querido Rapharlreys, obrigada pela presença e sua opinião é muito importante. Voce como um escritor e poeta maravilhoso, só em ler já é importante para mim. Obrigada amigo Bjs, Mirtes Carvalho

Mirtes Carvalho · Rio de Janeiro, RJ 28/4/2009 20:16
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O NOVO POETA.(W.Marques).
 

bom de ler, sua escrita me faz bem.votado.

O NOVO POETA.(W.Marques). · Franca, SP 28/4/2009 21:05
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menina_flor
 

Olá Mirtes,
Cheguei! Estou gostando muito. Minha avó era a caçula de 6 irmãos. E quando fez 6 anos foi para um internato de freiras também. [a mãe dela faleceu muito cedo qdo ela tinha 1 ano] E bem assim mesmo. Só que ela foi sem os irmãos.
Já a Walderez promete.
Muito bom!
Votado.
A caminho do terceiro...
Beijos
Patty

menina_flor · Rio de Janeiro, RJ 28/4/2009 22:55
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poesiabrindada
 

Parabéns! Bjs.

poesiabrindada · Rio de Janeiro, RJ 28/4/2009 22:56
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gamito
 

Ola Mirtes
Estou acompanhando a saga dessas meninas, de tal forma, que viajei no tempo passado, e estou sendo um expectador de tudo o que se passa com elas...
As vezes não sei se choro, ou se saio de minha maquina do tempo, para dar as mãos para essas crianças...

Aguardo ansioso a continuação!
abração
GaMitto

gamito · Brasília, DF 28/4/2009 23:35
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Falcão S.R
 

Mirtes,

Estou horrorizado com tanta maldade, ainda mais vindo de quem se diz noiva de Jesus.

Bjs

Falcão S.R · Rio de Janeiro, RJ 29/4/2009 06:51
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Mirtes Carvalho
 

Querido W. Marques, como fico contente tendo você aqui lendo e avaliando meu trabalho. Só a presença de poetas competentes como
você me estimula a continuar a escrever.
OBRIGADA amigo. Bja, Mirtes Carvalho

Mirtes Carvalho · Rio de Janeiro, RJ 29/4/2009 08:08
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Mirtes Carvalho
 

Presada Pat, que lindo ter uma lembrança gostosa de seus ancestrais, é a sua raiz, é sua carga genética, é a fonte de você.
Obrigada Pat. Beijinhos


Amiga Poesiabrindada Obrigada pela sua visita e o carinho do voto.
Bjs, Mirtes Carvalho


Presado Gamito, fiquei emocionada e feliz. Sua avaliação, trás intensa emoção. Escrevo relatando períodos da vida destas crianças. Onde a nosso ver deveriam viver no aconchego do lar e amor dos pais, eram exiladas, por os pais acharem ser melhor para elas. Obrigada por acompanhar a história. Não é um sofrimento por falta de dinheiro, mas de amor familiar. ( Ainda vem chumbo grosso por aí ) Bjs, Mirtes


Querido Falcão, Obrigada pela presença. Meu amigo, você vê que até hoje as pessoas confundem AUTORIDADE com AUTORITARISMO.
As Freiras na sua maioria eram carinhosas mas na ânsia de manter a autoridade, abusavam. As freiras alemãs eram mesmo mais enérgicas e os pais adoravam pois eles não precisavam se desgastar... Obrigada amigo, "ainda tem muito pano pra manga..." Bjs, Mirtes Carvalho


AZUIR, Querido amigo e professor, Obrigada pelo carinho da volta e do voto. Bjs da fã, Mirtes Carvalho


Mirtes Carvalho · Rio de Janeiro, RJ 29/4/2009 08:54
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wancisco franco
 

Sua narrativa está muito bem construída, Mirtes.
Envolve, emociona e desperta grande interesse do leitor.
a dúbia acepção da frase "um plano por água abaixo", no final, ficou perfeita. Dá aquele gostinho de ápice, próprio das boas narrativas em folhetim.
Concorde que quanto mais a gente narra, mais aprende com tal arte. E seu estilo a encaminha pra grandes progressos como narradora literária - meus parabéns!

wancisco franco · São Paulo, SP 29/4/2009 10:32
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Nuwanda
 

oun que encanto!!!!

Nuwanda · Recife, PE 29/4/2009 11:31
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Naggai Monteiro
 

Uma maravilha de encanto. Excelente.
Tens meu voto!!
Beijos!

Naggai Monteiro · Salvador, BA 29/4/2009 15:17
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Mirtes Carvalho
 

Amigo Wancisco. o aprender diário com vocês é divino.
Sempre falo que Deus me ama muito. A cada dia, reconheço em vocês, mensageiros do amor dele por mim.
Você sempre estimulando e dando dicas.
Quem nunca tentou fazer algo que exigisse tanta dedicação, e qualidades, só buscando em vocês a energia de uma continuidade com valor.
Obrigada. Bjs, Mirtrs Carvalho

Mirtes Carvalho · Rio de Janeiro, RJ 29/4/2009 15:52
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Mirtes Carvalho
 

Presada Nuwanda, adorei você ter atendido ao convite e vindo dar uma força com sua opinião para o meu trabalho. Mais que ninguém sei da importância de uma palavra, uma opinião. Por isso digo a você: Obrigada, valeu amiga. Bjs Mirtes Carvalho

Mirtes Carvalho · Rio de Janeiro, RJ 29/4/2009 16:00
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Mirtes Carvalho
 

Naggal querida, Obrigada pela presença e elogio. As idéias fervilham na imaginação mas é preciso muita calma para oferecer coisas do "quilate" de vocês
Obrigada pelo carinho da presença.
Bjs no seu coração, Mirtes Carvalho

Mirtes Carvalho · Rio de Janeiro, RJ 29/4/2009 16:06
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Cláudia Campello
 

Mirtes, escreves bem......mas a prefiro poitisa.
quando um novo poema?

bjss;)

Cláudia Campello · Várzea Grande, MT 29/4/2009 18:23
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Cláudia Campello
 

*poetisa.

aproveito o seu espaço pra dizer aos overmanos
que a menina aqui ta dengosa...de dengue mesmo, rs

dai minha ausencia.......e saLdades.

bjs;)

Cláudia Campello · Várzea Grande, MT 29/4/2009 18:25
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Mirtes Carvalho
 

Claudinha querida que peninha! Veja se fica boa logo! Disseram que mosquito da dengue não picava poeta mas estou vendo que é mentira. Fazia poesia só para enganar estes mosquitos safados... Agora tenho que tomar outras providências.
Brincadeiras de lado... Sábado vou pedir para meu namorado repetir as coisas que ele fala e... faz de carinho e amor para mim. Assim inspirada vou fazer uma poesia. Darei um tempinho no conto para não cansar a galera! Mesmo porque, o trabalho e o tempo de dedicação é muito, e vai ficando difícil a cada dia.
Só uma vez ou outra vou colocar a continuação. Melhoras gatinha, além de dengosa, manhosa também. Bjs amigo e saudoso. Mirtes

Mirtes Carvalho · Rio de Janeiro, RJ 29/4/2009 19:13
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Carlos Venttura
 

Parabéns!

Carlos Venttura · Suíça , WW 29/4/2009 21:15
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Marcelo ShytaraLira
 

É, e depois dizem que freiras são santas...(quaiquiaquiaquiaquia)
bjs

Marcelo ShytaraLira · São Paulo, SP 29/4/2009 21:31
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Mirtes Carvalho
 

Caro amigo Carlos, Obrigada pela presença e voto.
Bjs, Mirtes

Mirtes Carvalho · Rio de Janeiro, RJ 29/4/2009 21:34
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patriciaborato
 

Mirtes, estou gostando muito dessa aventura real, comecei com o bonde andando, mas já achei o bote, voce é danada! Bjs.

patriciaborato · Rio de Janeiro, RJ 2/5/2009 00:17
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Mirtes Carvalho
 

Marcelo, obrigada pela presença. Mas não vamos julgar pessoas por classe. Tem pessoas de todos os tipos em todas as classes. Como tem pessoas falsas, covardes, e de caráter duvidoso. etc. Bem, elas na época, não eram consideras como não santas e sim disciplinadoras, pelos nossos pais. Para as crianças daquela época, os castigos físicos doiam menos que a ausência dos pais.
Obrigada. Mirtes Carvalho

Mirtes Carvalho · Rio de Janeiro, RJ 4/5/2009 07:22
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Mirtes Carvalho
 

Patricia, obrigada pela presença e fico feliz por ter gostado da história.
Acho que tenho que melhorar mais. Vou por os textos mais vagarosamente. Assim posso ler mais vezes. Quando é uma só pessoa lendo e escrevendo, a emoção supera a ortografia e sai alguns erros. Vou repensar nos próximos. Bjs, Mirtes Carvalho

Mirtes Carvalho · Rio de Janeiro, RJ 4/5/2009 07:30
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Patricia Rocha
 

Nunca entendi o "fundamento" de se "deportar" filhos pequenos para colégios internos... Sempre que leio histórias assim, fico torcendo para que as freiras sejam castigadas no final....
Lindo texto, minha amiga querida!!!
beijo
Pat

Patricia Rocha · Rio de Janeiro, RJ 14/5/2009 19:39
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Mirtes Carvalho
 

Querida Pat Bom vê-la novamente em nosso meio e com certeza com aqueles contos ótimos. Obrigada pela presença e eu também torço para elas terem algum troco. Valderez vai começar a aprontar você vai ver. Beijos gata querida. Mirtes Carvalho

Mirtes Carvalho · Rio de Janeiro, RJ 14/5/2009 20:44
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