A SAUDADE
A saudade chega abruptamente, preguiçosa
E se reparte em dias
Pelos ponteiros do sol e da lua
E se observa em nossos lados de ferimentos
Também por onde a água nasce
E se entretém com o andamento dos rios
E se finca-se afluente.
A saudade é uma pertencente
Do veio de dentro
Da terra profunda e do coração.
A saudade não é traiçoeira
E nós podemos acompanhá-la
Do seu prenuncio de fazer-se
Até não contermos mais lugares cavos
Onde se ponha um castigo.
Somos só a superfície riscada
E nem retos somos, remotos
Gritos de despedidas
Em cada ponto que passe
A saudade sólida,
A saudade líquida.
A SAUDADE QUE A TODOS IRROMPE COM SUAS BATIDAS SILENCIOSAS MAS PROFUNDAS.
minhas poesias colocadas sob os olhares de vocês. é uma honra, fazer parte do OVERMUNDO.
Naeno · Teresina, PI 15/12/2011 13:04
bom encontrar poetas novos e novos poetas por aqui.
sempre q posso retorno... bom te ler, viu?
bjssssssss
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