saudade é dor doída
é estrada sem ter fim
saudade é mar aberto
navego dentro de mim
saudade é pranto
é céu negro sem brilho
saudade é choro farto
é dor de parto sem filho
a saudade é matadeira
é janela que nunca fecha
saudade é dor no peito
a saudade é espera
a saudade é viola sentida
parece que entende
repete na nota sofrida
a dor que a gente sente
Será que há velório na morte da saudade? Grato, José
José · Criciúma, SC 29/11/2006 11:18
Se for prá matar a saudade, vale tudo!!!
Até um velório - sem carpideiras!!
Ahahaha!!!!
Legal. Um "belo" velório, sem carpideiras. rsrs
Agradecido, José
muito bonito, parabéns, rangel!
abs.
Magua doida, doída/ a tristeza que se leva na ida
Só com a volta cicatriza.
Verdade verdadeira, Sebastião!
E de cicatrizes se faz a vida.
Onde recostar a cabeça?
Na saudade de quem se ama....
Bela página poética Rangel , eu adorei este trabalho, parabéns.
Carlos Magno.
Poeta Pantaneiro, com sabor de terra, de raiz...
Saudade é doída mesmo. Gostoso é quando matamos...
Parabéns Poeta, com "P" maiúsculo!!!
Abraços!
Salve, Para_raros!
Obrigado por palavras tão bonitas.
Continue aí, mexendo em meus guardados...
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