Carnaval. Batalha naval. Festa carnal.
Carnaval. Nesse mar só navegam loucos.
Na nave da carne a mãe é a arte, ainda que pouca.
É uma guerra. É todos com todos e ninguém contra nada.
Nestes dias de festa se funda a seita-tudo.
Se aceita tudo.
Até acabar na quarta-feira.
Aí volta a igreja, e cada um vai se confessar e curar a ressaca moral, sob as cinzas do fogo consumido.
fiquei fããããããããããã do trocadilho
parabéns!
Nenhum direito reservado. Pode usar como e quando quiser.
De qualquer maneira, obrigado pelo elogio.
Abraço.
bacana, mas sem a empatia da mão na cabeça ou a contundência do dedo no ânus. :)
é, mesmo assim, sem condescendência, um poema bacana.
abraços do verde.
Tá bom. Morna recepção, mas me contento.
Abraço.
Quem não entender o comentário do Daniel sobre cabeçânus, clique aqui
Felipe Obrer · Florianópolis, SC 19/2/2007 16:13
estava sendo honesto, pelo respeito que tenho por você, meu amigo. :)
abraços do verde.
Ok. Pode continuar sendo honesto. E limpinho, de preferência... haha
Abraço.
Colaborações melhores virão.
Poema lúcido.
Zéduardo Calegari Paulino · Campo Grande, MS 19/2/2007 16:24
E, pensando bem, achei boa esta também. Acabei de reler e não me envergonho.
Obrigado, Zéduardo.
O próximo é o 8 infinito.
Felipe Obrer · Florianópolis, SC 19/2/2007 16:27
não há do que se envergonhar.
há de se ter orgulho da prática, sempre salutar
de nunca tentar a todos agradar... :D
abraços apertados e limpinhos do verde
faltou, claro, uma vírgula depois de "salutar" :D
(estes erros que cometo por convicção ou distração...)
Tá legal, saudável e saltitante duende, pró-ativo overmundano.
Abraço.
assim você me lisongeia um bocado, meu amigo. :D
abraços do verde.
Que bom... Só como contraste: lisonjear é com "jota", e as conjugações também... haha... abração, cara... valeu pelos papos...
Até.
haahhahahha...
obrigado. :D
abraços do verde,
e até... :)
Não querendo concordar com o Duende (se bem que a gente quase sempre concorda em quase tudo, né, Verdão), mas, Felipe, esse trocadilho é véio, rapá. Lá no Rio eu tinha um grupo de mesa de bar que se auto-intitulava A-Seita, e isso em 1998/99. ;-)
Mas, sem querer sacanear, o texto é bom. Gostei (particularmente do lance "batalha naval/festa carnal").
Aquele abraço carnavalesco!!
Fábio, tudo bem... mas eu publiquei já sabendo que "a seita-tudo" é domínio público. E viva o Creative Commons... Mesmo assim, deve haver quem não tenha ouvido...
Que bom que gostou pelo menos do trecho "batalha naval/festa carnal").
Abraço e até já.
não conhecia a seita-tudo, parabéns, Felipe!!
legal, o texto. gostei bastante.
abraço,
Felipe, andamos juntos na primeira página. Percebestes?
Zéduardo Calegari Paulino · Campo Grande, MS 20/2/2007 18:26
A seita-tudo. Brilhante! Parabéns, Felipe.
Jotaoliveiraa · Brasília, DF 20/2/2007 19:24
Zorra, Felipão! Muito bom, esse poema!
Destaco o verso "Na nave da carne a mãe é a arte, ainda que pouca."
Muito bom, meu caro!
Bom... muitos obrigados... A dose de serotonina do fim de noite veio agora...
Abraços fraternos a todos (Marcos, Zéduardo, Jota, Carlos). Valeu!
felipe! adorei o texto. também gostei do trocadilho a seita-tudo. pouco importa que vc não seja o inventor dele. o uso que vc fez dele é pessoal e intransferível. é assim com toda poesia. se não fosse, que graça teria uma pedra no caminho? bjo
milu leite · Florianópolis, SC 19/2/2010 11:08Para comentar é preciso estar logado no site. Faça primeiro seu login ou registre-se no Overmundo, e adicione seus comentários em seguida.
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