A Taça
O amor é uma taça infinita e escarlate
De rubi, pedra e um fogo eterno
Onde emoções todas e em cada parte
Queimam, desafiado o frio do inverno
Embebedam-se os homens em seus favores
Seus suspiros e goles insaciáveis
Por este cálice, ganham asas, feito aves
Descobrem de belas bocas, os sabores
Esta bebida, este copo celestial
É o sangue da vida, é o sentido natural
Nele eu navego, me encharco e me afogo
Nele me desfaço, e alcanço o que rogo
No reflexo deste líquido metálico eu vejo
A bela face de menina que desejo.
Muito bom este poema amigo poeta Lauro. Meus sinceros aplausos.
Carlos Magno.
Só uma observação: a foto que vc usou é da net. Isso pode ocasionar problemas de direitos autorais para você e para o site. Como o objetivo do banco de cultura do overmundo é cada qual mostrar a sua própria produção, não é necessário que vc ilustre o poema, a não ser que seja com um material seu ou autorizado pelo autor. Não leve a mal o toque, mas é bom ficar atendo a isso para não ter problemas depois.
Ilhandarilha · Vitória, ES 19/6/2007 19:58
Obrigado grande Agenor. Obrigado Fê. Sou grato pelo comentário.
Lauro Gueluta · Natal, RN 20/6/2007 21:16
obrigado Francianne! :D
Lauro Gueluta · Natal, RN 21/6/2007 18:51
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