O gosto de hortelã que tem você
Vem da horta onde brota nosso amor
Vem da terra onde goteja o suor
Do claro das manhãs que vem nascer
O toque de teu corpo doce flauta
Vem da valsa que embalamos nosso amor
Vem do sopro vem do ar que já me falta
De onde bebo o suco de teu pudor
O sal de onde a carne tua exala
Escreve em mim atalhos ao paraíso
De resto igual ao sussurro de tua fala
Meu ser dilui ao céu sem ter juízo
(De ti há de ser todo amor
Que faço vida ao acordar...)
Um poema lirica_mente belo.
adorei.
bjsssss;
Salve, Cláudia!
Agradeço emocionado sua presença
que sempre me apoia e fortalece.
Abraço Pantaneiro.
O toque de teu corpo doce flauta
Vem da valsa que embalamos nosso amor
Vem do sopro vem do ar que já me falta
De onde bebo o suco de teu pudor
...versos encantadores e que eu gostaria de ter escrito. Bjos
Salve, Graça!
Por que não?
Esses versos são pela graça da mulher e
quem provoca o pertencimento dono é!
São teus esses simples versos...
Abraço Pantaneiro.
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