Perdi-me nos caminhos
Que a ti me levariam
E ao perder-me a mim mesmo,
Embora a ti nunca tivesse,
Às vezes se me parece
Que a ti também perdi!
Tu vieste antes de mim
Trazendo meus dias nas mãos.
Minhas pegadas estavam
Desenhadas nos teus passos
E então com leves traços
Escreveste meu destino...
Já não sei se o que me dói
É a tua ausência ou a saudade
De mim mesmo que me fere
Os brios duma alma
Que prefere (insana) à calma
O tormento da tua falta.
Entretanto no silêncio
Que me envolve o pesadelo,
No momento de uma prece
Que elevo, aflito, a Deus,
Sinto em mim que os olhos teus
À distância me protegem...
Poeta.
A dor de uma ausência que nos fere a alma com seus dardos incessantes é um mais graves feridas que que se agarram nas paredes do nosso coração. Mesmo assim, sigamos nosso destinos.
Parabéns
Noélio Mello
Realmente, Noélio, só sabe quem amou.
Seja bem-vindo.
Um abraço.
Puxa vida poeta, que beleza de poema! depois dessa eu duvido que você não encontre o seu tão ansiado objetivo. Abraços e meus sinceros aplausos, grahde Poeta Jorge.
Carlos Magno.
Obrigado, Grande Carlos, pelo carinho e entusiasmo de seu comentário. Você é um grande incentivador.
Um grande abraço.
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