ABSINTO IV
Fazia malas
cheia de sonhos
E eu, leve
De vida
Faço malas
Cada vez menores
Leves, vazias
E eu, cheia
Da vida
Cíntia Thomé
...
Transformou sonhos em vida
Compulsão Diária · São Paulo, SP 18/7/2008 23:10
Deixando todo peso, completando os espaços com a vida!
beijos
Cintia, este IV está o mais charmoso e introspectivo deles,
Muito profundo, demosntras a riqueza que tens aí dentro, repleta de vida.
Meus parabéns e um beijo
Puxa, enquanto esvazia as malas da vida, se enche delas...
Muito reflexivo.
beijão
Lindo e reflexivo teu poema.
Um abraço. Parabéns.
Walnizia
linhas leves e sutis e lindo.parabéns.
O NOVO POETA.(W.Marques). · Franca, SP 20/7/2008 17:00
Cintia Thome · São Paulo (SP)
ABSINTO IV
Malas Cheias e vazias.
Um Mundo bem claro de filosofia de vida.
Muito bacana.
Parabéns
Mérito e Abracáo Amigo.
Os sonhos nos dão razão para viver. Quando perdemos os sonhos ficamos cheios da vida.
Beijos.
Hoje tb faço as malas minha amiga,sem sonhos apenas a esperança.Um enorme beijo em seu coração
clara arruda · Rio de Janeiro, RJ 21/7/2008 07:55
Gostei!
Aproveito e convido para ler o meu poema
http://www.overmundo.com.br/banco/gente-sente-se-men-te
vazio/cheio
leve/pesado
Quanto pesa a vida?
Belo poema
Um abraço
Salve, Cintia!
Às vezes estar de saco cheio,
cheio da vida, seja então o pontapé
e antes a emoção de um nove recheio:
vida com sabor de algo novo...
Abraço Pantaneiro.
Olá Cintia!
Ah! Os sonhos ... Eles chegarão com a brisa anunciando que virão para encher a mala de novas perspectivas de dias leves e bem amadurecidos das experiências inefáveis.
Triste ... Real ... Belíssimo!!!
Beijos_Meus*
*
VO(L)TADO!!!
Cintia.
Lindo. amiga. carregar apenas o essencial: o amor.
Beijos
Noélio
Estou gostando dos seus absintos. Pouco a pouco, um porre! Lembrei-me de Manuel Bandeira - não sei por quê, naquela Canção do Vento e da Minha Vida. É preciso dizer? Isso é um elogio.
Beijos.
Encerrado mesmo...vamos dizer que estou rindo...rs...
Cintia Thome · São Paulo, SP 22/7/2008 07:42
A vida em uma mala vazia não te cabe. Um poema doce Cintia. Gostei de seu poema.
Abraço
Nesse quarto, absinto parece uma salsa, de leve que é.
Adroaldo Bauer · Porto Alegre, RS 22/7/2008 11:03
Cintia querida, tomei agora, de uma vez só, os quatro cálices de absinto que vc serviu por aqui. Me embriaguei, mas não cheguei a ver tulipas nas pernas como Oscar Wilde. Mas fiquei na dúvida sobre o final desse IV. Se ele coroa os que o antecederam, eu estaria errada por não interpretar o "cheia da vida" como "cheia de vida"?
Lindos e tocantes os quatro.Como tudo o que vc escreve calam fundo aqui dentro. O III então.
Beijos da Ize
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