No mudar do segundo,
no mudar da idéia
e todo o sentido;
retiro-me cético.
aproveito a fração
do pedaço que comestes
neste me esparramo
e aproveito meu estímulo,
tiro um tempo para os meus dias frágeis
de outono...
e cai a folha
em disparate
contra os dizeres
amenos da noite,
como as plegárias que
as crianças
tecem
imaginárias
em suas fantasias...
me complico
não pelas palavras,
mas
por a este segundo
pertencer sempre.
Muito interessante construção. Ritmo, riqurza de vocabulário e de imagens. Coisa boa e moderna de se ler.
Marcos Pontes · Eunápolis, BA 28/11/2008 15:14
O segundo é eterno. Assim como seus versos! Abraços!
Paulo Esdras · Brumado, BA 1/12/2008 17:44
De segundo em segundo...a vida es_correndo...
Delicado poema,Jorge! Adoro essa temática do tempo!
Bluebeijos
Blue
Solovera,
Muito bom seu poema.
Beijos e votos,
Regina
SOLOVERA,
Que belo poema!
TIRO UM TEMPO,
PARA OS MEUS DIAS
FRÁGEIS DE OUTONO...
Parece que a alegria já se foi...
E a tristeza nem chegou ainda!
Parabéns,
Abraços,
BOM FINAL DE SEMANA!
Com o sol a te iluminar.
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