Afasta-te nefasta desafeta!

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Juliaura · Porto Alegre, RS
11/7/2007 · 164 · 25
 

Afasta-te nefasta desafeta!

Há ainda aqui alguém que não me preza
Eu, ser desprezível pra ti
em algum lugar desse planeta,
Há pelo menos um, que ainda não diz quem seja
E, por desprezível que sou
não deva saber de ti
Incomoda, sim a flecha que me atiras
Sem dizer porque, a outrem ou a mim

faço queixa,
rasgo a blusa,
deixo de lado a chupeta
O anonimato incomoda
sou presa sem cão
fico ainda mais puta
me arrebento,
dou tapa na própria cara
e penso e digo a mim mesma:
- nada mais faço!
volto-me a quem pariu quem me pariu
pergunto, converso, ouço conselhos
e lembro que a santa da minha mãe
nunca saberá porque se compraz a mísera alma
calada silente, solerte
da indecente achincalhada
Dissesse o que está a pensar
sem vergonha de ficar trás do altar
como quem deu ao padre antes de casar
confessionário recôndito
da incapacidade inútil
enervante energúmeno
acende a flama da raiva
e escrevo, penso de bem e falo
tenho engulhos, vomito
tenho fome, aflita
tenho frio sem aconchego
mas grito e porque tenho vida, grito
e vou-me dando inteira às anônimas bordoadas
de rendas bordadas, quiçá de meias encarnadas
menos mal que também me dizem bem do que falo
e assinam o que sentem
que discordam,
que concordam
algumas até riem de mim bem alto
outras até riem comigo altas horas ou das baixarias que cometemos
loucas,
poucas, bem que se diga,
que não estamos pra sacanagem de raparigas.

...

Vez em quando tenho arrepios
me fazem os pelos erguer do artelho ao coco
(não confundir com o que sai do oco, desde a tripa fôrra)
e mais: ser como animais em cio, mansos ou bravios
a vida empurrando o remanso de um cais sujo,
sim
mas onde nascem todas as histórias hoje urbanas.
minha ou de minha irmã castelhana
ela destemida já fala alto do próprio berço
da estiva e do puteiro
eu ainda não posso criar um termo
novo, velho, ermo
às escondidas, no breu das tocas, como os que
preferem casais católicos rezando em contrição
de um pecado que não há, pra dizerem-se de belo berço
porque todo porto é lugar,

...
passo todos os meus dias a esperar
por elas, viciei em flecha rubra, desalmada
o peito um alvo ao tiro
como deve ser a tiriça
à espera da tararaca,
a seca da pura,
o angustiante aguardar da próxima
que não ficou de vir
nem de ser trazida
nem sequer letal
já banal feito aguardente
Minha cachaça de nenhuma vitamina
de gente que me abomina
ou só me sacaneia como torturador
que goza ao arrancar-me à unha
e sem as unhas rosas
as pontas dos dedos roxas
eu, trouxa, espero por elas,
à espreita incerta da gota chinesa que pinga
intermitente e descompassada
como choque na vulva ou nos testículos,
da maricota danmitriônica do abutre do norte
inda bem que morto o desumano
inda que em hora tardia,
restastes assecla rapineira
tenho penas bestas de quem vive nessa,
sendo infanta ainda sã,
apenas louca da cabeça,
de cara, puro ar puro, puro ar
e não é glória, confesso
é só independência
bairros belos da vila em que moro
Dizia que aguardo a flecha sorrateira
rasteira, porque tortura impune
ainda mexe com a minha psiquê
Nem se riam moçoilos nem raparigas
que sei, pelo que leio,
estando silentes mostram no entanto
escancarados os mesmos sintomas,
umas sem,
outras, como eu, já com hematomas
é o que chamam os doutos e técnicos da seara
pura, absoluta, síndrome de abstinência.
antes de matar-me, alimenta-me a gana
que se explodam os abutres!
Eu sou do Congo,
e, quem sabe, talvez, porventura...
Ainda curumim, com alguma ternura
te beije sem jamais saber
de púrpura carmesim
quando a vida me leva eu fico tão só e exata
até um tanto chata
por ti, dolorosa pessoa minha admiradora,
porque, de fato, ao me perseguir, me segues

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informações

Autoria
deu mesma e minha fúria
Ficha técnica
para a desafeta pessoa que me flecha ordinariamente

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Juliaura
 

Posto aqui o fim pela razão justa da quimera

Onde eu vá, no que faça, leia ou escreva
E, de tanto caminhar à minha sombra
se não me canso,
Apertarás teu insólito passo de ganso
Vigia dos meus costumes,
as vezes bons, às vezes maus, mas meus.
Que dizer dos teus pudores,
se estás soterrada, putrefata, anônima,
indignada, quem sabe, mas secreta e cretina?
aqui ergo meu escudo
e já não estou mais lá onde pensas me atirar

Juliaura · Porto Alegre, RS 8/7/2007 22:56
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Benny Franklin
 

JU, texto riquísimo. Dá inveja ler. Volto para comentar melhor. Bjs.

Benny Franklin · Belém, PA 9/7/2007 16:13
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Renato Torres
 

minha amiga juliaura,

sim, já chamo-te amiga, porque lembro dos eflúvios de maresia que causaram em mim teus primeiros movimentos na palavra, a comentar-me. parecem rostos outros cheios de uma verdade anônima - essa coisa tão rara e tão bissexta na internet. lembra-me de quando me disseram pela primeira vez usa aqui um nome falso e eu pensei: por que eu faria isso? tenho sempre essa impressão inequívoca de que te derramas em verdade aqui. e como isso é perigoso, não?

sim, perigoso, porque no mundo há muitas armadilhas, como já disse o gullar, e é preciso estar atento e forte. por uns instantes pensei eu estares a perder compostura ao ver que realmente mexeu contigo esse imbroglio... mas cá, nesta leitura fascinante, reitero a certeza de estar a dialogar com uma mulher de verdade (perceba bem a riqueza semântica destes termos).

sim, aqui estás em bravura e fúria míticas, com o machado do apocalipse a decepar cabeças ocas sem comiseração, na justeza rude dos velhos testamentos. abres ecos em gil (basta ver-te em teu mundo interno pra sacar teu inferno, teu inferno é aqui, pessoa nefasta), em augusto dos anjos (os tolos em geral são tidos como sábios, que sabem calar, se reprimir se sabem), e em tantos que encontraram na raiva e no ódio (meu ódio é o melhor de mim / com ele me salvo, disse drummond) sua arma metafísica para dirimir contorções intestinais, e enfermidades de espírito.

sim, este é o melhor texto que já li de ti, e não só merece o não-tempo de estar à vista de todos, como merece comentários para além do gostei - ou dos incômodos silêncios dos que opinam inutilidades. não, não tens que querer ser igual a ninguém, sabes a chave...

e presta muita atenção no que o benny disse aqui em cima: tenho uma impressão nítida de que ele não está a brincar ao dizer da inveja de ler.

te aplaudindo, e com um beijo,

r

Renato Torres · Belém, PA 9/7/2007 22:20
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Juliaura
 

Eu
desmaiei.
m finei.
michei
desemputeci
me possui
gozei
em vê-los assim, aqui
beijin, curumin.
beijin, pequin

Juliaura · Porto Alegre, RS 9/7/2007 23:01
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Sérgio Franck
 

Oi, Juliana. Que texto bacana. Longo e agradável de se ler e reler, como se o mesmo fosse outro.

Abraço.

Sérgio Franck · Belo Horizonte, MG 10/7/2007 13:56
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Lioviola
 

MARAVILHA JULI,

BEIJOS, TÁ VOTADO!!!

Lioviola · Carnaíba, PE 11/7/2007 06:44
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Andre Pessego
 

Eu passei aqui pra lhe dizer - nao preciso mais entrar no Overmundo e ficar querendo lhe ver. Agora faço isto com a capa da novela do Adro; reler o poema, votar, me afastar e ir trabalhar.

Andre Pessego · São Paulo, SP 11/7/2007 07:18
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Juliaura
 

Franck, Lioviola, André,
Não vivo disso,
mas por isso vivo,
quanta meiguice...

amos vocês todas, pessoas de almas generosas e lindas.

Agradecida,
beijin, carmesim

Juliaura · Porto Alegre, RS 11/7/2007 11:27
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FILIPE MAMEDE
 

Só o título já bastava querida Juli... de uma sonoridade... Seria bacana se fosse possível poder ouvir uma declamação bem inflamada das coisas que você escreve...

Um abraço.

FILIPE MAMEDE · Natal, RN 11/7/2007 12:52
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crispinga
 

Querida Juli,
Que venham a saraivada de flechas vermelhas, dos covardes que não mostram a cara, mais fácil apertar a bendita seta, uma covardia na certa!
Comigo também é assim...Faço inimigos só por discordar deles.
Alguém já me chamou atenção para os "delírios persecutórios". Já julguei mal certas pessoas porque achei que era comigo, puro delírio...
Já me desculpei com quem merece respeito e julguei mal...Têm outras que não vale à pena. É malhar em ferro frio...Gastamos nosso tempo e saliva e a pessoa é irredutível!
Também me incomodam as flechas rubras. Acho que vou sugerir que acabem com elas...Servem para que? Para acirrar o debate?
Mas os poetas tem esse poder, descarregam em forma de verso a ira que sentem. Ou, como dizia Fernando Pessoa:
"O poeta é um fingidor
Finge tão completamente
Que chega a fingir que é dor
A dor que deveras sente"

Querida, que venham flechas em saraivadas...Ninguém segura seu talento com as palavras!O Adroaldo vive me alertando...Cuidado com o que dizes...Mas isso requer uma inteligência emocional que ainda não tenho!

Agora , só para atiçar-lhe, dá uma olhadinha no post que está em votação no Overlog...Acho que ganhei mais um desafeto...Fazer o que? Calar-me diante de tamanho absurdo?Chama-se " a mulher,o futebol e a bola"
Beijos,
Cris

crispinga · Nova Friburgo, RJ 11/7/2007 16:42
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Luiz Antonio Cavalheiro
 

Ei JULIAURA! Vc e o Benny matam o cara a paulada!
Isso não se faz não, menina. Avisa antes que vou ter um deslumbramento na minha alma. Sem aviso, posso morrer de gozo literário. Serei o primeiro? Dessa morte é que vem a vida. Nova. Breve. Intensa. Avisa, menina. Me mata assim não de sopetão e solavancos.
Parabéns. To calmo. Fiquei calmo. Parabéns.

Luiz Antonio Cavalheiro · Cordeiro, RJ 11/7/2007 19:05
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Felipe Obrer
 

Juliaura... também fico intrigado e fulo ao mesmo tempo quando vejo a bendita vermelha flecha apertada por alguém anônimo. Acho que é diversão de ocasião e fácil. Deixa estar. O melhor jeito é ignorar, passar reto, ao largo, abrir um buraco no teto, fazer dele clarabóia poética.

Abraço e desencana, mana...
Felipe

Felipe Obrer · Florianópolis, SC 11/7/2007 19:39
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Juliaura
 

Ai Filipe,
Desencanei já, quando postei esses versinhos,
clarabóia poética é supimpa, riu minha avó aqui ao lado deu.

Cavalheiro é um gentilhomem, diz-me a seguir dona Marinalva, metida ela que só.
Enxerga mais quase nada, pra te ver assim sorrisos, mas escuta tudo
(porque eu leio em voz alta pra mim, porque gosto do soar das ditas cujas e fica ela me soprando respostas; tem umas cabeludinhas que eu tô guardando prum futuro poema dela, ela nem sabe, não riam aí muito alto)

Cris, Cris, Cris
Não tem receita,
é cada uma com seu cada qual
às vezes bem,
muitas vezes mais,
mal, mal, mal
bem, bem é que se quer, meu bem.

Deixa a bola picando as pessoas chutam,
Vai no Terra ver a sacangem que fizeram com a Ana Paula:
Posar nua tem lá suas difculdades,
agora, fotógrafo deitar a máquina no chão pra flagrar calcinha de mulher vestida é coisa de cabeça de osso pra sopa.

Eu me escabelo
mas não me pelo
pelo sim, não apelo
uma toalha à mão
nua em pelo não
(ainda)
- e por milhão?
- dólares?
- héin?
- ien!
- eu, sem roupa?
-euro, pá!

Vâmo deixá disso gente, me empolguei nas bestagens porque não levei flecha até agora
- Te abaixa aí, Gerônimo, vai tirar uma de herói do sertão?

Filipe, não te esqueci, e agradeço a gentileza da presença ilustre. É que quase não te reconheci.
Estás levando Cascudo?
Não ponho me voz na rede nem que tussa a vaca.
É de taboca rachada, como sempre ouvi vovó dizer.
loco, tchê!

Juliaura · Porto Alegre, RS 11/7/2007 20:13
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Francinne Amarante
 

Juli, menina...
'emputecida' , hein?
calma aí.. tenho que ler mais um pouco..
volto logo! beijinho pra vc

Francinne Amarante · Brasília, DF 11/7/2007 20:13
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Francinne Amarante
 

a foto tá linda!

Francinne Amarante · Brasília, DF 11/7/2007 20:14
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Francinne Amarante
 

agora:

"Não ponho me voz na rede nem que tussa a vaca.
É de taboca rachada, como sempre ouvi vovó dizer.
Tá loco, tchê!"
[essa mulher é maluca mesmo! adoro isso!]

"Afasta-te nefasta desafeta!"
............
"Não vivo disso,
mas por isso vivo"
..

[minha poeta, das preferidas, SÓ ISSO LHE BASTA!]


beijos sinceros,
Fran

..e que seta porra nenhuma..nem fuzil te derruba, meu bem!

pra vc aqui, putz..melhor passar na edição.. nem sei usar essas coisas 'modernosas'..

Francinne Amarante · Brasília, DF 11/7/2007 21:11
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Francinne Amarante
 

opa!!!...

explico:
SÓ ISSO BASTA! ...o
"Não vivo disso,
mas por isso vivo" .. ok?

abraços à todos
Francinne

Francinne Amarante · Brasília, DF 11/7/2007 21:14
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Senhorita Miller
 

sem palavras
estão todas aí

Senhorita Miller · São Paulo, SP 11/7/2007 21:31
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carol de trancinhas
 

Votei e aplaudi .Lindo, riquíssimo!

carol de trancinhas · Brasília, DF 12/7/2007 01:55
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Juliaura
 

Carol de
Lindo é teu sorriso de Trancinhas.
Grata.

Senhora Senhorita,
muitoooooooo prazer em revê-la.

Fran 1, 2, 3 e 4
Uma tua presença basta
Quatro, encordoadas ainda,
e assim, tão, tao, tão
éd muito, muito bãoé, no entanto,

muito, muitíssimo bom tê-las todas aqui
e poder dizer-lhes, generosas almas,
Agradecida.
Beijin, pequin

Juliaura · Porto Alegre, RS 12/7/2007 09:35
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Spírito Santo
 

Juli,

Cheguei, li um pouco, parei e voltei para pegar o capacete e a joelheira. Pra proteger o peito, peguei minha armadura de quixote suburbano também)
Detesto flechas sorrateiras, ocultas, se é que nos entendemos. São piores do que balas perdidas. Malditas
A única coisa boa que me ocorre é lembrei agorinha um Samba que eu adoro que, lá pras tantas diz:
'...flechas sorrateiras
cheias de veneno
querem atingir o meu coração
mas o meu amor
sempre tão sereno
serve de escudo
pra qualquer ingratidão.
galo cantou..'
Vou prum debate agora.

Ciao. te cuida bambina.

Spírito Santo · Rio de Janeiro, RJ 12/7/2007 20:14
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Juliaura
 

Adorável poema de samba letrado.
Soubesse eu dele antes
nem meu escrito tinha postado
Alguém que deveria eu saber quem
Já dissera de uma feita, e vale
Tudo já foi escrito, tudo está contado.

Beijin, Spirito, era isso só que deveria ter dito.

Juliaura · Porto Alegre, RS 13/7/2007 10:30
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Elida Kronig
 

Nossa, Juli! Parece que a poesia em você derrama fácil e, muito bem derramada.
Sou calourinha ainda no Overmundo mas, pelo que entendi, parece que alguém anda se especializando em distribuir "setas vermelhas" naqueles que, por bons motivos, causam realce. Meu anjo, "espírito de porco" existe em todo lugar, não há como nos livrarmos deles definitivamente. Mas não se incomode com isso, mude o ponto de referência: Se alguém anda se dando ao trabalho de tentar apagar você é porque essa pessoa vê em você, qualidades que jamais vai alcançar. Você deve ser uma pessoa rara e bastante incomum. Por isso, mesmo sem conhecê-la ainda, gostaria de lhe dar meus parabéns por você ser você.
No meu profile do orkut, postei uma mensagem que encontrei na Internet como sendo de Voltaire:
"É triste não ter amigos?
Ainda mais triste é não ter inimigos!
Porque, quem não tem inimigos, é sinal de que não tem:
Nem talento que faça sombra,
Nem caráter que impressione,
Nem coragem para que o temam,
Nem honra contra a qual murmurem,
Nem bens que lhe cobicem,
Nem coisa alguma que lhe invejem...
"

Continue sendo você. Não olha pro chão, não... Só tem gente que não tem nada a nos oferecer e acrescentar. Olhe para os lados, onde você encontrará pessoas dispostas a dar e receber, são essas que nos fazem crescer.

Beijinhos carinhosos.

Beijinhos carinhosos.

Elida Kronig · Rio de Janeiro, RJ 14/7/2007 19:24
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Juliaura
 

Elida,
Que lindo! Amo Voltaire.
Cândido não se rendeu aquele granputa conformista do Pangloss.
(tudo que nos acontece é o melhor que poderiq nos acontecer e demos graças a deus, dizia o desinfeliz a Cândido, mesmo depois que Cunegundes, a bela, fora estuprada por 12 mouros)
Que linda és tu,
com certeza já te amo também, porque gosto de amar as pessoas do bem.
Sê benvinda.
Visite meu perfil e me avise quando postares algo teu.
Vou lá te visitar daqui a pouco.

Beijin, pequin

Juliaura · Porto Alegre, RS 15/7/2007 00:05
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Juliaura
 

Queridas pessoas todas,
retorno aqui para a absoluta necessidade de conferir aos fatos aqui comentados, do conteúdo em si do postado, um tom de concretude como dizem os sociólogos de hoje:
falei de setas rubras porque um dia elas existiram em Overmundo, sim, com absoluta certeza.
Nenhuma dúvida reste de que não eram sonhos meus em pesadelos vãos em desvãos quaisquer.
A prova deveria estar aqui, porque flechas vermelhas para anônimos já não há.

Juliaura · Porto Alegre, RS 7/8/2007 09:20
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