Essa agonia das palavras
a me perseguir constante
como castigo na ponta do lápis.
E a página branca que me atrai
irremediavelmente.
Minha incapacidade,
seu escárnio.
Saramar
esse poema, de tentação, interação sôfrega lápis, papel e voce, a poeta...Lindo.
É mesmo assim a agonia das palvras querendo sair.
Ainda bem que sempre encontram seios tão maternos e acolhedores como vc!
Lindo versos.
bjs
loucura do poeta
o borrão
eterno companheiro
nem sempre
cheio...
Quem nunca passou por isso,
nas suas pelejas por poetar...?
Abraço!
http://interludios.blogspot.com
Gostei, Saramar! Poema breve mas que consegue transmitir muito bem a agonia do escritor diante da folha em branco (a qual parece divertir-se com a nossa sofrida busca pelas palavras certas...).
Um beijo,
Saramar,
a folha em branco diante de nós e a antiga urgência que nos move... É mesmo uma agonia.
Lindo.
bjs.
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