Águas de agosto
A brisa,
O frio cáustico desossando a bruma
Os pés são descalços
Pisa com a planta dos pés a superfície úmida
Desnudam-se os céus à chuva miúda
E como uma adaga,
Escala os centímetros a garoa manhosa...
Sob o guarda-chuva, o cinza fecunda a
Impaciência....
E uma ausência, marca o invisível
O véu sem sentido das águas de agosto...
"garoa manhosa"...é maravilhoso!
Parabéns,Marcos André!
Abraços.
Profundo, marcos
- uma ausência mar o invisível.
..........................
um abraço andre
muito obrigado, andre.
abração,
Uma garoa e os pés no chão de terra. Muito bom Marcos.
Higor Assis · São Paulo, SP 20/8/2007 09:32
Lindo! Um poema que envolve os sentidos!
Flores pra você @>--
obrigado, Higor.
(grato mesmo!!)
muito obrigado, Adriana!!
abração a ambos,
garoa manhosa...adorei nos teus versos no mes de agosto que tanto amo, dos ipês amarelos...
abçs...
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