Energias cósmicas que me atravessam
A sintonizar-me com emanações infinitas
Que se propagam interna e externamente
Em um fluxo contínuo de sensações
Que de tão solenes parecem divinas
Indiferente feito um deus
Sinto-me, a perecer fisicamente
Com o escoar das horas
Na transformação inevitável...
Não posso ser destruído
Até no nada existo
Estou cheio de vazio
Comporto o tudo e a inocência
Mas também sou pura maldade inoperante
Embora escolha manifestar minha fraqueza
Em forma de bondade
Mesmo confuso, não ouso prejudicar
Já que amo tanto a mim mesmo
Que todos se me aparecem
Como espelhos a refletirem
Minhas inúmeras facetas
Perdidas na batalha de tentarem
Impor-se à realidade...
Puro fruto do não ter o que fazer...
é, meu caro poeta,
temos que aprender a nos equilibrar na corda bamba da vida.
somos o que somos e o mto do que nos ensinaram a ser!
concavo e convexo........anjos e demonios.
bjs♥;;
seu trabalho é muito lindo amigo.votado com gosto.
O NOVO POETA.(W.Marques). · Franca, SP 13/7/2009 17:46
Saudações Dom Eduardo de Ogun de Estrelas Cantantes, o ato de impor-se a realidade torna-se Fractal-mente absurdo quando no ato de simplismente pensar a respeito todos nos as vezes ou sempre nos tornamos indiferentes aos estimulos energeticos alheios que falam sobre nos..
Abraços Fraternos.
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