O album guarda vestigios
de anos e lembranças
onde a mudez dos olhos
agua a lavoura de silencios
das fotografias.
Sombras dos antepassados
coalhadas no visgo do tempo
restos virtuais de vidas
aprisionadas entre o acido
e o papel.
O sal da memória
desbota o verniz
das palavras
e permancemos calados,
mudos. Enquanto
Os mortos nos olham
e acenam com seus
chapeus de nevoa.
muito bom, Julio.
(inclusive a dedicatória, mais que merecida)
abração,
Julio
Saramar merece este poema tão belo...
Abraços
Parabéns Júlio!
Lindos versos e lindo poema.
A Sramar deve ter adorado!
abração
Coalhadas no visgo do tempo, restos virtuais de vida! Que beleza de foto e com as bordas picotadas à antiga como nos anos 50. Votei e um abraço!
raphaelreys · Montes Claros, MG 28/1/2008 15:36
Lindos versos..lembranças das fotografias em sépia
Belo.Belo.
abçs
Julio, só agora vi o poema maravilhoso, que imediatamente me lembrou Bandeira.
Feliz e lisonjeada, agradeço-lhe este presente tão belo e tocante.
Muito obrigada.
beijos
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