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Amanhecendo aqui em casa

Marco Bastos
1
Marco Bastos · Salvador, BA
9/8/2008 · 158 · 32
 

Amanhecendo aqui em casa

O Sol veio
apagando a noite
estrela
por
estrela.

Na sala,
exatas linhas.
O Sol deitado
pouco acima
da linha
do horizonte.
Na parede
a sombra
dança
e balança
a rede
na varanda.

Um
relógio,
antigo indiferente,
badala agora
doze vezes ...
seis horas,
- exatamente.

Farfalham
as folhas
da amoreira
ao verde sol.
O senhor dos ventos
tilinta
e as petúnias
assustam as cores
na janela.

No cavalete
a tela
que se pinta.
Ao ver-te,
cores que te quero.

O canário
sincero
canta
e reclama
com a coitada
da gaiola,
que pipila.

A cafeteira
escurece
mais um dia.
Perfuma-se
e borbulha
a casa
que amanhece.

O Dengoso,
gato arisco,
cochila.
De dia sonha
com mais orgia,
e outra noite
para ele
principia.

O dia tenso
amanheceu
e o Sol agora
é denso.

Tudo da noite
já se cumpriu,
e assim se deu.

Imperfeito aqui,
só mesmo eu...
- que penso.

Sobre a obra

Acho as primeiras horas da manhã deliciosas. O homem ainda dorme e o mundo faz a festa. O Sol sobe pela aresta do oceano, o vento sussurra a brisa benfazeja. As árvores verdejantes agradecem o doce beijo do zéfiro que ameniza a temperatura e passa... porque o vento que move as horas sempre passa. Em cada ninho, em cada nicho, há horas, esferas, há flores, esperas, caprichos e carrapichos.

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informações

Autoria
Poesia - Amanhecendo aqui em casa - Marco Bastos.
Pintura - Banda no Beco - Marco Bastos
Ficha técnica
Poesia - versos livres. Poema publicado no Recanto das Letras. Arquivo do Word.
Pintura - Banda no Beco - óleo s/tela - 60x70, Marco Bastos, 2004, (detalhe). Arquivo JPEG
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EdimoGinot
 

Marco

Um belo balanço. Da vida e do que te cerca.
Às vezes acho que é assim mesmo. Nos sentimos deslocados. Até de nós mesmos.
parabéns

EdimoGinot · Curitiba, PR 7/8/2008 08:52
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Gustavo Adonias
 

Olá, meu pai

Belíssimo poema sobre a chegada de um novo dia. O jogo de luz, sombras e cores mais uma vez se repete, e nunca é igual. A natureza acorda em beleza, frescor e renovação. Lentamente, o cotidiano vai sendo retomado, embalado pelas horas que nunca param. E nós na imperfeição de pensar, raciocinando tudo isso...

Parabéns !

Abração, do filho

Gustavo Adonias · Salvador, BA 7/8/2008 09:23
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Compulsão Diária
 

Marco, a belza que vc é está à volta também! Que sorte. E delícia de poema! Imperfeito só eu que penso. Ok! ainda bem.

Compulsão Diária · São Paulo, SP 7/8/2008 10:20
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Marcos Pontes
 

Também acho as primeiras horas da manhã deliciosas. É o horário em que gostaria de morar na roça e acordar com o cheirinho bom de café que parece se espalhar com mais vigor no meio do verde e nada. Poema gostoso de manhã de bolo de fubá.

Marcos Pontes · Eunápolis, BA 7/8/2008 21:04
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Marco Bastos
 

E assim é, Edimo, vamos aderindo à modernidade da vida e quando percebemos já se foram muitas das coisas simples e boas que a vida nos oferece e não precisamos de muita coisa para termos uma vida de boa qualidade.
Obrigado pelo comentário que também aborda um outro aspecto, o do distanciamento que temos de nós mesmos, por estarmos sempre correndo atrás das novidades e de soluções mais sofisticadas. Trabalhamos muito para tê-las e quando as alcançamos muitas vezes já não temos tempo para utilizá-las.
um abraço.
Marco.

Marco Bastos · Salvador, BA 8/8/2008 00:29
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Marco Bastos
 

Pois é Gustavo. Essas coisas que descrevi você as conhece bem. E elas estão todas aí ao seu lado porque afinal somos vizinhos. rs. A natureza que nos cerca é exuberante e há muita vida em nossos ambientes. A luminosidade de nossas manhãs e as cores que temos são fantásticas. É só questão de prestar atenção e olhar querendo ver. Fiquei feliz por ter gostado da poesia. Obrigado.
abração do pai.

Marco Bastos · Salvador, BA 8/8/2008 00:36
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Marco Bastos
 

Olá, Compulsão. Certamente você sabe da imperfeição a que me refiro. Há muita harmonia e beleza em grande parte das coisas com as quais temos contato. E não é nem preciso buscá-la em obras de arte construidas para serem artísticas. Lembro-me que quando ainda estudava na faculdade, um dia na casa do meu pai me deparei analisando uma colher de sopa por ter naquele momento percebido o quanto ela era bonita. E era somente uma boa colher, nada em ouro ou prata, talvez cromada , a superfície espelhada e um projeto limpo de enfeites. A sua própria forma é que era bonita, e os reflexos no côncavo e no convexo a faziam mais bonita ainda. E eu já havia utilizado aqueles talheres muitas e muitas vezes sem nunca parar para vê-los de fato. E essa deve ter sido a diferença. Lembrei-me agora do Edward Hopper que colou na sua última postagem. Aquele estilo realista e clean é de uma força enorme. Sem conhecer os estilos mais profundamente eu afirmaria que aquela pintura é minimalista. Essa minha poesia é descritiva mas há nela algumas projeções de mim e imperfeito só mesmo eu que penso.
beijos.

Marco Bastos · Salvador, BA 8/8/2008 02:49
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Marco Bastos
 

Marcos Pontes - são esses cheiros aí que ficam impregnados na alma. Cheiro de café torrando no torrador de bola em fogão à lenha, de cera no assoalho, de bolo de fubá-de-milho pilado em pilão de madeira, de travesseiro de marcela, de roupa quarando no varal, cheiro de mato, terra e chuva, cheiro de trem-de-ferro, e se já falamos no trem-de-ferro, tem também do perfume cabochard. (E se alguém perguntar pelo cheiro de naftalina eu brigo. risos).
abraço.

Marco Bastos · Salvador, BA 8/8/2008 04:23
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Rose Rocha
 

Um amanhecer deliciososo... Que bom ter olhos prá se abrir..
E saber contemplar o dia que dorme e o que nasce, em cores de variados tons, ouvindo os sons da vida que tráz e se faz em cada canto e também no canto do olhar... E que todos os sentidos sintam a maravilha da vida que lhe sorri. Abraço, Poeta. Rose.

Rose Rocha · Jundiaí, SP 8/8/2008 13:52
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Marco Bastos
 

Olá, Rose. Boa tarde. Gostei disso: sons da vida que tráz e se faz em cada canto e também no canto do olhar.... Há tantos e tantas e quantos e quantas. O canto do olhar no canto já conta das contas que viu. O conto do olhar já canta no canto que há desencanto e que foi tanto pranto que hoje sorriu.

C
O
N
T
A
S os primeiros segundos // terçam // - torcem como terço...

Marco Bastos

Obrigado, Rose.
bjs.

Marco Bastos · Salvador, BA 8/8/2008 15:19
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celina vasques
 

Lindo! Lindo!

meus votos e meu carinho!

celina vasques · Manaus, AM 9/8/2008 08:32
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Marco Bastos
 

Obrigado, Celina. As primeiras horas da manhã são de muita harmonia. São bem-vindos os votos e o seu carinho.
Hoje em clima de Olimpíadas.
beijing.
rs.

Marco Bastos · Salvador, BA 9/8/2008 11:16
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Compulsão Diária
 

Eu ador esta casa e nem tina visto os bichanos. tenho dois lindos. Agora não saio daqui rsrs::)))
Querido obrigada por este poema lindo e por tudo mais.
mille baci

Compulsão Diária · São Paulo, SP 9/8/2008 13:16
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O NOVO POETA.(W.Marques).
 

belas imagens, gostoso de seu poema.votado.

O NOVO POETA.(W.Marques). · Franca, SP 9/8/2008 13:27
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EdimoGinot
 

EdimoGinot · Curitiba, PR 9/8/2008 15:20
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Marco Bastos
 

Olá, Compulsão. Obrigado pela presença e fico feliz por ter gostado da "casa". Os gatos são mesmo animais ótimos de se criar. Ao longo da vida sempre criei algum animalzinho. Dálmata criei um, fox-paulistinha foram vários. Hoje é um salsichinha todo preto, e se chama Pingo - ganhei dos meus filhos no Natal passado e agora está com 9 meses. É muito companheiro, alegre e brincalhão apesar de ser de escorpião. rs. A brincadeira preferida é roer pernas de mesas e de cadeiras, mas não gosta de pimenta. rs. Os gatos sempre criei livres porque são muito independentes e auto-suficientes. São boêmios e gostam da liberdade; às vezes somem, às vezes voltam. O Dengoso de madrugada subia por esse muro, vinha pela varanda e entrava pela janela. O canário de que falo na poesia nasceu e viveu sempre em gaiola. Depois que morreu nunca mais criei animal preso. Um dia me apareceu um papagaio no gramado. Estava machucado e passei a chamá-lo de Aparecido. rs. O criei solto por vários meses até o dia que o Desaparecido saiu voando e sumiu. Hoje eu alimento a passarada livre por aqui. Tem a água onde tomam banho. Tem a água com néctar ou açucar para beberem. Sempre compro o painço ou alpiste e alimento os meus "fregueses". rs. Rolinhas são 18 que passam aqui diariamente, de manhã, na hora do almoço, e de tardinha. Na hora certa, ficam em um arbusto e sobre o telhado da varanda. Depois que se alimentam desaparecem. Mas há os sabiás, os beija-flores, os coleirinhas, os bem-te-vis, as fogo-pagô, e um bando de maritacas que mora no Parque da Cidade, uma reserva de mata Atlântica aqui perto. É impressionante a regularidade nos horários que saem de manhã, em bando de umas 50, e retornam no final da tarde. Só param aqui quando no arbusto tem sementes. Os demais, durante o dia todo estão por aqui, se revezando cada um com seu jeito de viver. Alimentam-se, tomam seus banhos em uma tigela de barro, e se você parar para ouvir é canto de passarinho o tempo todo. Agora mesmo canta nos fios da rede elétrica uma fogo-pagô, tem o canto do tisiu e tem o sabiá-laranjeira. São animais bem adaptados ao seu habitat e entre todos não há nenhum que peça esmolas. Durante 4 dias do mês não os alimento para que não fiquem dependentes de mim e terminem se esquecendo de onde mais conseguir sua comida.
Ainda me falta ler as cartilhas ecológicas do governo para ver se eu aprendo a sair voando. rsrs.
bejus.
inté.

Marco Bastos · Salvador, BA 9/8/2008 16:49
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Marco Bastos
 

W. Marques. - Muito obrigado, poeta. Fico feliz por ter gostado.
um abraço e bom domingo.
Marco.

Marco Bastos · Salvador, BA 9/8/2008 16:58
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Marco Bastos
 

Edimo Ginot.
Obrigado pelos votos.
Desejo-lhe um domingo de sol em Curitiba.
abrçs.

Marco Bastos · Salvador, BA 9/8/2008 17:00
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Gustavo Adonias
 

Olá, meu pai

Cá estou eu novamente, relendo o seu belo poema e deixando o meu voto, mais que merecido ! Parabéns !

Abração

Gustavo Adonias · Salvador, BA 9/8/2008 19:02
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Ecila Yleus
 

Amigo depois que conheci o Overmundo tenho tido prazeres constantemente.É um porazer muito grande conhecer o seu trabalho.Esse por exemplo é lindo demais.Quando você busca explicitar seu trabalho você faz poesia de novo.E poesia simples e grandiosa , coisas comuns ao nosso dia.Parabéns amigo.

Ecila Yleus · Recife, PE 9/8/2008 20:06
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zilka jacques
 

Este poema que descreve teu amanhecer me fez entrar no cenário de tua casa. Parabéns! Muito bom te ler .
Abraço

zilka jacques · Porto Alegre, RS 11/8/2008 01:18
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Marco Bastos
 

Olá. Suely. Palavras gostosas de ler, essas suas. Obrigado.

TEIMOSIA

poesia é sempre teimosa
o poema sai pela goela
penso que sou todo prosa
ela diz: - não se rebela!
mas se ela vem e não deixo
no silêncio do meu queixo
estala um beijo que sela.

rs.
abraços.
Marco.

´

Marco Bastos · Salvador, BA 11/8/2008 15:05
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Marco Bastos
 

Obrigado, Zilka. Bonito nome.
Também estive lendo seus poemas e gostei. Deixei lá umas palavrinhas.
bjs.
Marco.

Marco Bastos · Salvador, BA 11/8/2008 15:11
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Sônia Brandão
 

Marco, uma manhã tão deliciosa como o seu poema. A beleza vive na simplicidade do nosso cotidiano.
bjs

Sônia Brandão · Bauru, SP 11/8/2008 15:49
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José Carlos Brandão
 

Poema gostoso de ler, é bom imaginar as cores, sons, cheiros do dia. Amanhece na página branca. As palavras amanhecem o dia.
Abraços.

José Carlos Brandão · Bauru, SP 11/8/2008 17:30
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Marco Bastos
 

Obrigado, Sônia. Também partilho dessa sua opinião. A beleza vive da simplicidade e até arrisco a dizer que também a alegria. Cada dia sinto mais intensamente que é preciso simplificar e ir na direção de tudo que sejam valores fundamentais da vida. Gostei muito daquela flor do cerrado. Aqui na Chapada Diamantina nós temos campos belíssimos de sempre-vivas. Espécies bem menores que aquela mas em tudo parecidas. Abraços.

Marco Bastos · Salvador, BA 12/8/2008 01:25
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Marco Bastos
 

José Carlos Brandão
Essa nossa Flor do Lácio são figuras preciosas - campos florem metalepses, petúnias metonímias - quando a poema escreve o poeta. rs.
Muito obrigado pelo inspirado e culto comentário.
abraços.
Marco.

Marco Bastos · Salvador, BA 12/8/2008 02:19
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Regina Lyra
 

Marco
Escrevo este poetrix para não perder o costume.
Posso perder o avião. rs...
Beijos e votos,
Regina

TUDO - Regina Lyra

A noite já se cumpriu.
Agora amarro o dia,
para continuar a magia.

Regina Lyra · João Pessoa, PB 12/8/2008 18:45
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Denise A Souza
 

Sou apaixonada pelo Amanhecer! Que linda poesia e belíssimo quadro, quanta Harmonia! Continuo sua fã desde o Ecos da Poesia. Bjs. Dê

Denise A Souza · Guaratinguetá, SP 15/8/2008 12:54
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azuirfilho
 

Marco Bastos · Salvador (BA)
Amanhecendo aqui em casa

Uma expressáo de beleza sem igual.
Um Trabalho igual um Mosaico onde tudo se ajusta para o bem geral.

...O Sol veio
apagando a noite
estrela
por
estrela...

Muito feliz na inspiracáo.
Parabéns.
Abracáo Amigo
Com todo carinho e humildade votando no mérito e na Maestria.

azuirfilho · Campinas, SP 16/8/2008 22:33
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Claudia Almeida
 

Marco,
Voltando a ler suas telas, minha filha quer os tres gatos kkkkkk
beijinhos
claudia almeida

Claudia Almeida · Niterói, RJ 17/8/2008 17:47
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Branca Pires
 

Ai que amnhecer mais lindo e perfumado, com aroma de café.
Quase pude sentir daqui.
Depois, esses bichanos que são tudo de bom, deu o ar de um lindo e gostoso dia para fazer muitas coisas ou simplesmente descansar.
E é claro que as tuas telas, complementam tudo, dão o tom e acor do dia!
beijão

Branca Pires · Aracaju, SE 7/9/2008 02:03
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