Olhos que eram ternos,
destilam veneno.
Bocas que eram doces,
destilam fel.
O anel que tu me deste
era vidro e se quebrou.
O amor era pouco,
Se acabou...
Sem beijos, sem abraços,
sem apertos de mão.
Uni. Duni. Tê!
E pensar que o escolhido foi você...
Grande escolha, certamente. Mas como tudo que é bom dura pouco, esse encanto em mel também passou. Mas fica em nós o gosto de todo esse 'favo'
Linda imagem, doce, pura e e ncantadora!
Grande abraço!
Que lindo e ternura pura pura...doce.
votei e um beijo
Voltei para votar e para reler mais uma vez e me deliciar com essa linda imagem de mais puro amor!!!!!!!!!
Beijos!
Lindo! Parabéns.
Votado com muito gosto. Bjus
Nydia.
Sempre a ternura em cada verso.
beijos
Noélio
Lindo, sem palvras...o amor sempre vem primeiro. A imagem completa tudo.
Amiga, demaissssssssssss!
Elizete
Adorei Nydia. A pureza do amor ficou bem explícito no poema. Concordo com "tudo que é bom acaba..." infelizmente, e às vezes deixa um pouco de "fel". Perfeito com essa imagem. Parabéns!!! Votado!!!
Um beijo
Se vocês soubessem como fiquei insegura em publicar este poema... Que bom que gostaram! Obrigada! Uma semana ilumindada a todos! Abraços!
Nydia Bonetti · Campinas, SP 7/10/2007 13:21
Nydia, também fiquei insegura em publicar "TE AMO" e "A PRIMEIRA VEZ", são muito íntimos mas, penso que o POETA e a POETIZA, não devem ter vergonha da sua obra pois, cada poema vem da essência. O MUNDO precisa saber das ANGÚSTIAS, DO AMOR, DA TRISTEZA etc., ou seja, da nossa sensibilidade. Acredito que ao colocarmos tantos sentimentos no papel estamos ajudando a outros de alguma forma. Somos privilegiados, portanto, devemos explicitar tudo que sentimos de "bom e de "ruim". O engraçado é que tudo se torna lindo ao ser colocado no papel, não é verdade?!!
Parabéns mais uma vez.
Um beijo
Corrigindo erro de digitação: onde se lê: POETIZA, leia-se POETISA.
Grata,
Beijo
Ainda bem que foi o primeiro...Depois você vai ficando mais e mais seletiva....
BJS
CRIS
Quem imaginaria, não é mesmo?
Que o olhar encantado era vesgo...
Que era lixa o veludo-pêssego...
Que era veneno o remédio tão doce...
Antes não fosse, mas fostes...
E agora José, que a água do poço secou?
Fica fria Maria, que a chuva reverbera o amor...
Une, dune, tê!
Salamê minguê!
O sorvete colorido pode derreter...
Mas sempre tem um picolé por aí!!! rsrsrsrs
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