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AMORES URBANOS (NO CAOS COTIDIANO...)

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1
Gustavo Adonias · Salvador, BA
18/5/2008 · 153 · 45
 


Grandes cidades
Amores urbanos
No caos cotidiano
O concreto fere
E forja as relações
Companheiros de individualismo
Vizinhos de solidão
Estamos perdidos
Sonhando com alguém
No meio da multidão
Que complete
Nossos divididos corações
Estilhaços de sonhos
Olhares sem tempo
Tudo é muito rápido
Nesta lenta agonia
Já não olhamos para o lado
Já não damos mais bom dia
Vivemos da aritmética fria
De multiplicar e não dividir
Não damos chance
Para que os outros alcancem
Nossas mentes e corações
No peito vazio
Sentimos frio
Nos aquecemos com ilusões
Cotidianamente...

(Gustavo Adonias)

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Autoria
Gustavo Adonias
Ficha técnica
Poesia "Amores Urbanos (no caos cotidiano...)"
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Raiblue
 


Querido Gusta,meu lindo....

Pois é, é a pós-modernidade , meu querido...

"Vivemos da aritmética fria
De multiplicar e não dividir"

É ....esse individualismo e materialismo exacerbados nos roubando a afetividade ...a solidariedade...os valores que, de fato ,nos tornam dignos de sermos chamados de humanos....E o que resta?
Máquinas e máscaras...num palco de ilusões...e a vida dramatizada cotidianamente na solidão de pedra...das cidades....

Belíssimo poema,meu querido...vc é um poeta incrível!
Parabéns...super...super!!

mil beijinhos azuisinfinitos...
Rai..blue

Raiblue · Salvador, BA 16/5/2008 21:07
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Gustavo Adonias
 

Olá, babyblue

Que bom te ver por aqui de novo, abrindo os comentários com chave de ouro! Sua presença é sempre especial.... Obrigado.

Pois é, as grandes metrópoles tão ricas e tão pobres.... Carência de amor, de afetividade, em vez da solidariedade, a solidão concreta, da selva de pedra cinzenta.... O homem cada vez mais sozinho, cercado pelas multidões vazias.... Amor nos tempos de caos, pós-moderno cenário....

Gostei quando você diz: "Máquinas e máscaras...num palco de ilusões...e a vida dramatizada cotidianamente na solidão de pedra...das cidades...."

Que as máscaras caiam, e as máquinas parem, para ver a poesia passar.... Um dia, quem sabe, isso não será mais utopia.... Quem sabe, um dia....

Grande beijo poético n´alma

Gustavo Adonias · Salvador, BA 17/5/2008 00:35
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Raiblue
 

Abrindo a votação...huhu...consegui....hehe...boa sorte,Gusta!!
Está muito linda sua poesia!!

Que o cenário mude e que a seda do amor possa ser a cortina que se abrirá para outras cenas ...mais humanas e felizes ...nesse palco sombrio da vida moderna....

Mais uma vez ,parabéns,meu querido!!

beijinhos bluezenblues...
Rai...blue

Raiblue · Salvador, BA 17/5/2008 20:38
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Cristiano Melo
 

Amargo, real, cru e muito bem escrito...Parabéns, votadíssimo.

Cristiano Melo · Brasília, DF 17/5/2008 21:07
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Alice Poltronieri
 

Oi Gustavo...!
Poesia repleta de sensibilidade deixando um grito que ecoa pedindo que nós nos encontremos e nos irmanemos.
Realmente, não conhecemos mais nem os vizinhos da esquerda e da direita de nossa casa.
Meu amigo, aceite meu abraço e minha admiração pelo grande e belo poeta que vc é.
Bjos
Votos.

Alice Poltronieri · Porto Velho, RO 17/5/2008 21:09
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Dorita
 

NESTA NOITE DE SÁBADO, CAI COMO UMA LUVA
AMEI POETA
BJS

Dorita · São Paulo, SP 17/5/2008 21:11
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Gustavo Adonias
 

Olá, baby

Ter você abrindo a votação é um sinal de boa sorte, com certeza! Obrigado mais uma vez e sempre.

Que novos tempos descortinem-se, mais humanos e solidários. E que o drama humano, possa ter também, cenas de amor e esperança, e seja encenado por todos nós, sem qualquer distinção.

Grande beijo poético n´alma

Gustavo Adonias · Salvador, BA 17/5/2008 22:05
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Gustavo Adonias
 

Olá, Cristiano

Obrigado pela sua presença! Que bom que tenha gostado.

Abraços poéticos

Gustavo Adonias · Salvador, BA 17/5/2008 22:07
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Gustavo Adonias
 

Olá, Alice

Obrigado também pela sua presença especial, mais uma vez!

Que o grito poético que lancei em meu poema, possa ser ouvido nos quatro cantos, e convoque os seres humanos para buscarem-se como irmãos, solidários e amáveis uns com os outros. Só assim, retomaremos a humanidade que vem perdendo-se.

Bjs poéticos

Gustavo Adonias · Salvador, BA 17/5/2008 22:12
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Gustavo Adonias
 

Olá, Dorita

Muito boa a sua presença, mais uma vez! Obrigado. Que bom que gostou.

Que as luzes do amor e solidariedade venham iluminar todas as noites.

Bjs poéticos

Gustavo Adonias · Salvador, BA 17/5/2008 22:15
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Samuel Luciano Assunção
 

belo trabalho gustavo....
votado.

samuel.

Samuel Luciano Assunção · Angra dos Reis, RJ 17/5/2008 23:33
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Pedro Monteiro
 

Pois é, meu caro Gustavo.

"O vida na cidade grande,
o medo que é grande também,
corrida do cheque coberto,
dinheiro não teve e não tem...
... a força falsa de cartão de crédito,
ao invés de fio de bigode.... "
Zé Geraldo

Pedro Monteiro · São Paulo, SP 18/5/2008 00:17
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Regina Lyra
 

Oi Gustavo,
Deixo beijos e votos.
Gostei muito do poema.
Bom domingo!
Regina

Regina Lyra · João Pessoa, PB 18/5/2008 01:02
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Marco Bastos
 

Uma coisa é fraternidade, outra é amor, e uma outra é amar o amor. Amor não se submete a nenhuma regra ou condição. Também não é passível de generalização. E la nave va...
Quem ama está sempre certo, quem ama o amor está sempre achando que ninguém ama como devia. As cidades podem ou não ser fraternas, acolhedoras e educadas; amoráveis nunca, porque amar é próprio das pessoas e não das cidades.
abração.

Marco Bastos · Salvador, BA 18/5/2008 01:30
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raphaelreys
 

É a síndrome da solidão do concreto armado. Como bem relata Raiblue, as metrópoles são palcos de grandes ilusões. Tudo tende a ser muito rápido!

raphaelreys · Montes Claros, MG 18/5/2008 05:32
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MAXXIMA
 

A cidade fere, mata...mas no meio do concreto achamos muitas vezes o verde que nos faz criar esperanças e amores, esquecer mesmo que por pouco tempo a solidão, o cinza. Mesmo no meio do concreto encontramos pessoas amigas e almas que nos aconlham...
Adorei teu texto...
Beijosssss
Votado

MAXXIMA · São Paulo, SP 18/5/2008 06:28
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ayruman
 

Somos ensinados a temer, ocultar, ou evitar os ERROS. Mas os erros têm um valor inestimável. Antes de tudo, um valor como matéria prima do aprendizado. Se não erramos, provavelmente não chegaremos a fazer nada. * Sthephen Nachmanovitch.
******
Quando tiver um tempinho dê uma olhada.É só clicar:

1 - http://www.overmundo.com.br/banco/nao-existe-arte-so-na-cabeca-1

2 -http://www.overmundo.com.br/banco/vovo-viu-a-criacao-do-universo

se gostar deixe seu comentário e voto. Sou grato. JBConrado

ayruman · Cuiabá, MT 18/5/2008 10:16
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Gustavo Adonias
 

Olá, Samuel

Obrigado mais uma vez pela sua presença! Que bom que tenha gostado.

Abraços poéticos

Gustavo Adonias · Salvador, BA 18/5/2008 12:53
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Gustavo Adonias
 

Olá, Pedro

Obrigado também pela sua presença!

Muito pertinente o trecho de Zé Geraldo. As grandes cidades e "...a força falsa de cartão de crédito".

Abraços poéticos

Gustavo Adonias · Salvador, BA 18/5/2008 12:58
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Gustavo Adonias
 

Olá, Regina

Obrigado mais uma vez, também! Que bom que gostou do poema.

Bjs poéticos e um belo domingo

Gustavo Adonias · Salvador, BA 18/5/2008 12:59
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Gustavo Adonias
 

Olá, meu pai

Obrigado também, pela sua presença constante!

As cidades também são as pessoas que vivem nelas. Não são as cidades que não são amáveis, mas os indivíduos que vivem nelas. As cidades modernas acabam por impor um ritmo tão alucinante às pessoas, que mal há tempo para as amizades e amores.

Abraços poéticos

Gustavo Adonias · Salvador, BA 18/5/2008 13:04
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Gustavo Adonias
 

Olá, Raphel

Obrigado pela sua presença, mais uma vez!

Pois é, nas grandes cidades e na vida moderna, tudo tem a velocidade de um trem bala, arrastando tudo que há pela frente. Quase não há tempo para as amizades e amores. As relações tornam-se meio que descartáveis.

Abraços poéticos

Gustavo Adonias · Salvador, BA 18/5/2008 13:07
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Gustavo Adonias
 

Olá, Maxxima

Obrigado também pela sua presença!

Sim, a cidade de concreto, às vezes, pode nos surpreender, com um verde ou uma flor em meio ao caos cinza. Almas especiais vez ou outra podem aparecer. Mas, na maior parte, as pessoas são como autômatos, seguindo rapidamente rumo a não se sabe onde, para realizar atividades vazias. Mas, a esperança, sempre tende a estar presente, e quem sabe dando forças para mudar a ordem das coisas.

Bjs poéticos

Gustavo Adonias · Salvador, BA 18/5/2008 13:13
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victorvapf
 

Gustavo, o aquecimento global não derrete o gelo que instalou nos corações...

victorvapf · Belo Horizonte, MG 18/5/2008 13:13
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Gustavo Adonias
 

Olá, Ayruman

Obrigado pela sua presença e pela citação!

Sim, depois irei dar uma olhada em seus escritos.

Abraços poéticos

Gustavo Adonias · Salvador, BA 18/5/2008 13:15
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Gustavo Adonias
 

Olá, Victor

Mais uma vez, obrigado pela presença!

Pois é, não há calor que consiga degelar o ser humano...

Abraços poéticos

Gustavo Adonias · Salvador, BA 18/5/2008 13:17
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Thiers
 

Estou aqui, defendendo a causa da poesia, perplexa palavra inconveniente
votado, quatro pontos loucos no prazer da noite par tida.
Ei, colé seu orkut cara?

Thiers · Rio de Janeiro, RJ 18/5/2008 15:58
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Gustavo Adonias
 

Olá, Thiers

Obrigado também pela sua presença, mais uma vez!

Você me encontrará no orkut de Rai.

Abraços poéticos

Gustavo Adonias · Salvador, BA 18/5/2008 17:11
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Marco Bastos
 

Mas...filho dá um trabalho!...rsrs.

http://www.youtube.com/watch?v=7-TvgR8Q0bY
http://www.youtube.com/watch?v=0zukplkZmsA

Oh! Gustavo, amor não espera tempo bom...
abraço.
do pai.

Marco Bastos · Salvador, BA 18/5/2008 18:26
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Lili_Beth*
 

Querido Gustavo:

Tempos modernos!

Beijos_Meus*
*

VO(L)TADO!!!

Lili_Beth* · Rio de Janeiro, RJ 18/5/2008 18:33
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Patipetista
 

E fazer o que ?
Além de me deliciar com poesia como a sua e sonhar isso alivia a angústia de não ter tudo que se quer...

Patipetista · Santo André, SP 18/5/2008 20:02
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danlima
 

gustavo, cheguei atrasado, mas ainda assim deixo-lhe minha visita e mieus comentários: o amor é importante,m sempre, buscá-lo tem que ser nossa meta, mesmo em meio ao caos brilha uma estrela, mesmo em meio ao lodo nasce um lírio, uma flor de lótus sempre estará a florecer nas madrugadas... o mundo moeerno está estraçalhando as relações humanas, o amor acaba sendo uma coisa minúscula, escondida lá no fundso dos corações, pois ficou antigo falar dele... é paia, como diz de hoje. Mas n o fundo, penso que o amor, até no seu sentido mais amplo ( conhece as palavras do apóstolo Paulo sobre o amor, em suas cartas aos corintios?) acabará triunfando. Parabéns, amigo!

danlima · Brasília, DF 18/5/2008 20:57
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danlima
 

corrigindo, como se diz hoje

danlima · Brasília, DF 18/5/2008 20:57
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alcanu
 

Amor & caos, esses dois vivem se entrelaçando !
Alcanu

alcanu · São Paulo, SP 18/5/2008 23:25
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Gustavo Adonias
 

Olá, meu pai

Obrigado pelo contraponto e pelos vídeos....

Abração

Gustavo Adonias · Salvador, BA 19/5/2008 14:49
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Gustavo Adonias
 

Olá, Lili

Obrigado mais uma vez, pela sua presença!

São os tempos modernos e suas incertezas....

Bjs poéticos

Gustavo Adonias · Salvador, BA 19/5/2008 14:50
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Gustavo Adonias
 

Olá, Pati

Bom ver-lhe por aqui, sempre! Obrigado.

Bjs poéticos

Gustavo Adonias · Salvador, BA 19/5/2008 14:52
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Gustavo Adonias
 

Olá, Dan

Obrigado também, pela sua constante presença!

Sim, as estrelas e lírios sempre florescerão, ainda que digam que não, ainda que cobertos pela poluição, o amor (em todas as suas conotações) há sempre que brilhar, além do caos do concreto....

Abraços poéticos

Gustavo Adonias · Salvador, BA 19/5/2008 14:56
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Gustavo Adonias
 

Olá, Alcanu

Obrigado pela sua presença, mais uma vez!

Amor e caos, elementos que se opõem e se complementam.

Abraços poéticos

Gustavo Adonias · Salvador, BA 19/5/2008 14:58
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W@nder
 

Gustavo.
Se não podemos mais colocar ordem no caos cotidiano é hora de tornarmos mais pessoais as relações cada vez mais impessoais.
Contundente a sua poesia.
Grande abraço.

W@nder · Rio de Janeiro, RJ 19/5/2008 16:40
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Saramar
 

"Nos aquecemos com ilusões..."

Ceio que nunca li algo tão certeiro, ainda mais, dentro de um poema que escancara nossas solidões concretas, de concretas paredes que criamos em torno de nós.

E ainda nos julgamos modernos!

Gostei muito.

beijos

Saramar · Goiânia, GO 19/5/2008 23:53
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Celia Abila
 

Olá Gustavo, poesia que retrata bem o "caos" nos relacionamentos urbanos....

Mas o coração sempre dá um jeitinho prá ultrapassar os congestionamentos

Linda poesia...beijos

Celia Abila · São Paulo, SP 20/5/2008 12:29
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Gustavo Adonias
 

Olá, Wander

Obrigado pela sua presença, mais uma vez !

Sim, do jeito que a coisa vai, ordenar não se mostra mais possível, mas transformar a qualidade das relações humanas é um dos caminhos para se combater o vazio cotidiano nas cidades modernas.

Abraços poéticos.

Gustavo Adonias · Salvador, BA 21/5/2008 17:04
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Gustavo Adonias
 

Olá, Saramar

Bom ver-lhe por aqui, mais uma vez! Obrigado, e que bom que tenha gostado.

Pois é, vivemos em um mundo cada vez mais cercado de muros, que nós mesmos erguemos para nos proteger da vida lá fora. Somos prisioneiros de nós mesmos, do nosso individualismo. Nossa sociedade soma todos os pequenos individualismos, gerando uma enorme solidão, no concreto das cidades.

Bjs poéticos.

Gustavo Adonias · Salvador, BA 21/5/2008 17:09
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Gustavo Adonias
 

Olá, Célia

Obrigado pela constante presença ! E que bom que tenha gostado.

Sim, o caos de concreto do cotidiano invade os relacionamentos, mas a alma e o coração sabem bem que armas usar para vencê-lo: o amor, a amizade, a solidariedade...

Bjs poéticos

Gustavo Adonias · Salvador, BA 21/5/2008 17:15
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