Tanta gente, tanto mar, na Terra,
Nos céus, em desencanto o universo
Alcançado das entranhas pelo pranto
Versos velozes luzem à volta do Sol
À sombra de Sírius, Pólux, Arcturus.
À imensidão de Rigel, insondável Aldebaran,
A inimaginável Betelgeuse,
A vastidão infindável de Antares
- Sabes, mesmo por que e com quem falas?
Minha elevada estatura, meu alto coturno
Meu posto acima do teu, meu altíssimo eu
- Ah! Tenha dó, fugaz bolita de barro, quase pó
Tanto por ir além de além da ultravida
Muito por navegar e mais ainda em vão
Que não sei onde vai parar no palheiro
O desdém pela agulha de minha amada avó,
Qualquié, qual é o pó, se enxerga não?
Somos nada? Tudo ou alguma coisa somos?
O que será?
Nada, nada.
beijos
Ainda que assim seja,
Saramar,
sempre importa amar.
É uma força imensurável
talvez da mesma dimensão
que a tamanha imensidão.
Beijin,
Tem razão, poeta (se algum poeta usa esse instrumento, o que não creio, graças a Deus).
O amor nos resgata do pó.
beijos
A razão é tão próxima da poesia,
como Antares de alguma alma
aqui ensimesmada de si cheia
do que não há que é mais além do verbo amar
e talvez antípoda, se com ele,
o verbo, não antagonizar,
penso eu, ainda que exite,
Juli e Saramar.
Sobre o tamanho e a relação
de tamanho entre coisas,
bem nos mostram as dimensões
das figuras que tomaste para exemplo, Juli.
Agora, sobre tamanho das razões humanas...
haja fita métrica,
menina elétrica.
Eu me acho, mas não me encontro
Ah! Os humanos seres... tanto mar, tanta terra, tanta gente e ainda se "acham".
Somos pó, mas somos eternos... Dificil... ser humano.
beijos
Julinha,
Sou agúia no paiol
A orbitá esse poema
Como um tucano ao sol.
Frazão,
és águia de aqui, eu tua Iá, Iá de Holanda, tá?
E, no entanto, se mexe, não é mesmo Nydia?
Adro, querido meu amado, tens razão, será necessário contratar um caminhão.
Aliás, Saramar, as razões são tuas e tantas, que as desconhecemos algumas e esquecemos das outras porque, já nos disseram que viver não é preciso, como navegar o é.
Uai, ué!
Salve Juliaura!
Antares coração da escorpião - assim dizem os humanos. Tudo não passa de uma grande ilusão humana... Fico triste por isso. Digo ilusão, porque o que parece não é.
Uma estrela comum - até comum como o Sol - cuja distância medida em ano luz é um absurdo.
Ha, só pra lembrar, a luz viaja a quase 300 m il Km/segs.
Então?
saudações pantaneiras
Arlindo,
(lindo, lindo, lindo)
Se o que vemos no firmamento é momento passado
(eco do que já exisitiu há muito no tempo)
Eu aqui, agora, bem depois de tu, tirando o atraso
(só posso me redimir dizendo: agradecida, guri).
saudações pampeanas e tiquititas, pero...
Beijin, de olho numa vaga para Pequim.
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