Sem crenças mais
dalgum dia saber amar
ressuscito fortalezas
em cada onda do mar
vaga esperança ao vento
assim a sonhar vivo a esmo
vagando mesmo ao relento
Tristeza
Sem mais pra quem sorrir
Vou-me tornando igual
a quem me quer mal
lágrimas ridículas como nunca
sem mais necessidade ou compaixão,
simpatia desapiedada
de imerecida remissão
...e tocastes em minhas feridas, poeta!!!
AO VENTO.....nossos ais! ...Tu o sabes!!!
adorei!
bjsssss;
espero ter sido ao toque, mais bálsamo que chicote.
Adroaldo Bauer · Porto Alegre, RS 29/11/2009 08:59
a cada dia não sorrio mais...
pois muita gente me fez mal...
e a boca fechada é a minha condenação...
lindo
Adroaldo, com tintas exatas conseguistes me passar todo o lirismo da dor do poeta, aliás; dor de poeta vira verso tão bonito, né não?
beijos poéticos,
Nina.
Ah, Nina! Ah, Cintia!
Quem dera o bonito fosse isso e disso eu pudesse dispor, ou calar-me desmanchasse
os feitiços de dores do amor, quem dera...
Lindo..lindo...
sem deixar a peteca cai...deixo aqui um sorriso meu a você
esperança.
Beijo
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