AOS AMANTES DA LITERATURA DE CORDEL // PELA INTERNET // EM FORMA DE AGRADECIMENTO // TEMA: HOJE ESTOU COLHENDO O FRUTO DE TUDO QUE EU PLANTEI.
Plantei rosas e bugarins
Camélias também plantei
Açucenas e jasmins
Tudo que imaginei
Eu sempre fui resoluto
Hoje estou colhendo o fruto
De tudo que eu plantei
Todos os trabalhos que fiz
Nem de todos eu gostei
Muitas prosas e versos
Foram muitas as que rasguei
Por elas não botei luto
Hoje estou colhendo o fruto
De tudo que eu plantei
O dinheiro que eu ganhava
Facilmente eu gastei
Comprei papel e escrevi
Numa gaveta tranquei
Pra fora eu botei tudo
Hoje estou colhendo o fruto
De tudo que eu plantei
Fiz versos e escrevi prosas
De besta, o nome ganhei.
Às vezes triste eu ficava
Outras vezes me zanguei
Lavei o sujo de tudo
Hoje estou colhendo o fruto
De tudo que eu plantei
Numa luta desenfreada
Eu muito me arrisquei
E nos abrolhos da vida
Lutei não desesperei
E me chamavam de bruto
Hoje estou colhendo o fruto
De tudo o que plantei
Tive um trabalho forçado
Mas nunca desanimei
Menti falando a verdade
Toda maldade enfrentei
Nunca fui absoluto
Hoje estou colhendo o fruto
De tudo o que plantei
No meio de todo absurdo
Muitas lágrimas derramei
Sorri, sofrendo e chorando
Sofrendo, sorri e chorei
Pobre caboclo e matuto
Hoje estou colhendo o fruto
De tudo o que plantei
06/06/2007
AOS AMANTES DA LITERATURA DE CORDEL // PELA INTERNET // EM FORMA DE AGRADECIMENTO // TEMA: HOJE ESTOU COLHENDO O FRUTO DE TUDO QUE EU PLANTEI.
Plantei rosas e bugarins
Camélias também plantei
Açucenas e jasmins
Tudo que imaginei
Eu sempre fui resoluto
Hoje estou colhendo o fruto
De tudo que eu plantei
Todos os trabalhos que fiz
Nem de todos eu gostei
Muitas prosas e versos
Foram muitas as que rasguei
Por elas não botei luto
Hoje estou colhendo o fruto
De tudo que eu plantei
O dinheiro que eu ganhava
Facilmente eu gastei
Comprei papel e escrevi
Numa gaveta tranquei
Pra fora eu botei tudo
Hoje estou colhendo o fruto
De tudo que eu plantei
Fiz versos e escrevi prosas
De besta, o nome ganhei.
Às vezes triste eu ficava
Outras vezes me zanguei
Lavei o sujo de tudo
Hoje estou colhendo o fruto
De tudo que eu plantei
Numa luta desenfreada
Eu muito me arrisquei
E nos abrolhos da vida
Lutei não desesperei
E me chamavam de bruto
Hoje estou colhen
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