Patrícia Moreira - trabalho contemporâneo - óleo sobre tela - Crítica ao mercantilismo humano nas propagandas de cerveja brasileira - Apropriação do corpo feminino com fins utilitários.
Duas vezes legal - o trabalho intrinseco, a pintura; e a abordagem,
- Para a maioria dos brasileiros, mesmo os letrados, até início da década de 1960, Jorge Amado era negro. Quase ninguém se quer desconfiava que não fosse. Mesmo tendo sido Dep. Comunista, as imagens eram em preto e branco e saiam borradas na imprensa de placas e logotipo.
Bem abordado o tema do uso do corpo feminino em propagandas,de forma a transformá-lo em objeto de
consumo.
Sempre talentosa,Patrícia.
Parabéns!
Muito sugestiva a sua tela.
Parabéns mesmo.
Abraços de Betha.
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