Adentrar a chamada Era da Informação, sem atentar para os novos caminhos desenhados pela Administração de Recursos Humanos das organizações que fazemos parte, ou, almejamos fazer, implica demasiada dificuldade de adaptação, choque de interesses e muito provavelmente frustração.
No momento que conecto o computador caseiro à rede mundial, passo a ter acesso ao universo globalizado, entro e saio de companhias nacionais e internacionais, verifico seu balanço social, suas conquistas mais recentes, seus objetivos futuro, conheço suas filiais espalhadas pelo mundo, e ainda tenho a oportunidade de avaliar sua missão, visão e valores.
Caso sinta-me atraído a comprometer-me com seus planos, clico com o mouse no botão trabalhe conosco e encaminho um curriculum, que será recebido, avaliado e com certeza pesquisado na rede, onde tentarão, caso o perfil inicial seja de interesse da organização, buscar o máximo de informações possíveis a meu respeito, afinal de contas, se a empresa expõe seus atributos para atrair o que de melhor o mercado oferece, o mínimo que podemos fazer é tornarmo-nos tão competitivos a ponto de chamar sua atenção.
Analisando este aspecto de facilidades e mecanismos tecnológicos, comecei a pensar no profissional da educação, imaginei por algum instante a possibilidade desta atividade tornar-se obsoleta, e para minha surpresa, a própria “Era da Informação” encarregou-se de me responder o quanto é importante o papel do mestre orientador, nas diversas etapas do desenvolvimento de talentos, seja quando a mente flutua rumo aos sonhos longiquos, ou ainda, quando os pés temem pisar firme o solo, demarcando um território.
Penso que ao mestre, ao guia, ao docente, cabe manter o rumo, abrir trilhas e clareiras, proporcionando uma sensação de liberdade, mesmo que vigiada, onde o aprendiz desenvolve suas próprias habilidades, encontra apoio necessário, esclarece duvidas e sente-se preparado para alçar vôos mais altos, rumo a seu próprio destino.
Cabe ao mestre, proporcionar o impulso para que sonhos se concretizem e idéias se fundamentem, assim, o caminho é traçado e passo a passo o aprendiz percebe o poder do conhecimento, sente-se mais seguro, capaz de iniciar sua própria caminhada, empreender seus próprios planos, agora regidos pelo poder do conhecimento adquirido e da responsabilidade assumida.
Realmente o mundo dá voltas, a tecnologia avança, o universo conspira e as pessoas evoluem, ao ponto de valorizar o profissional que norteia o processo, proporcionando que ao abrirmos a janela do mundo, arrisquemos sem temer dificuldades de adaptação, choque de interesses e muito menos frustrações, apenas por confiar nos ensinamentos do mestre.
Obrigada!!!!!
Quem somos, onde estamos e para onde vamos ????
Óh dúvida cruel, para onde foram as fronteiras do mundo ???
Alguém seja minha bússola, me oriente, me guie, seja meu Mestre....
E viva Pedro Demo, que ajuda a calar nossos anseios e acreditar que ainda somos essenciais.
Sidiney · São Francisco do Sul, SC 19/9/2008 13:44
Texto que nos leva a profunda reflexão, universo global que cada vez exige mais e oferece menos.
Bjs
Renata Rimet · Salvador (BA
Aprendizado contínuo, profissionais em ascensão...
Um Trabalho de Utilidade Pública.
Uma Orientacáo importantíssima.
Boa abertura de Horizontes.Uma.
Luz para as caminhadas nestes novos tempos.
Parabéns pelo Trabalho.
Ao Professor cabe essa felicidade de estar junto da Juventude no avanco para a realizacáo na vida.
Abracáo Amigo.
Sua reflexão ajuda o mundo a ser mais humano.
Boa!
É amiga no mundo da globalização falta ainda um pouco de informação. E com esse texto você nos ajudou mais uma vez a nos deixar atento esta questão.Muito bom. Bjs
MaluFreitas · Salvador, BA 21/9/2008 13:52Muito bem explicado o que temos dúvidas, ficamos sem coragem. Parabens.
Cintia Thome · São Paulo, SP 21/9/2008 17:26
Excelente texto querida
Reflexivo e muito oportuno nos dias de hoje
beijos
Um mundo tão cheio de informações ( algumas tão inúteis ), que é capaz de nos fazer perder o norte. Overdose de informação também mata.
bjs
Renata, execelente texto. acabei de conversar sobre isso com meu filho. ele dizia, ao telefone, sobre a democratização do saber via net..ok, mas por outro lado a banalização é norme. Tem muita informação leviana. enfim, cabe a nós o bom senso e a escolha de qual informação levar em conta. Valeu o convite. beijo
Compulsão Diária · São Paulo, SP 22/9/2008 01:45
Renata minha mnina,com grande orgulho leio e reflito.
Publicado.
Minhas crianças. Se vocês, aos 30 anos, estão assustadas, imaginem alguém que, aos 70, vê o mundo encolher dia a dia. Se minha experiência lhes serve para algo, digo-lhes que o conhecimento é algo inesgotável. Aprender é descobrirmos o quanto nos falta aprender.
Circus do Suannes · São Paulo, SP 22/9/2008 08:58
Faço minhas as palavras da CD !...é por ai...a "promiscuidade" seria inevitavel...na net, fica muito complicado separar-se "o joio do trigo"...
E tb, acho que, por mais romântico que possa soar-nos, jamais um mestre será substituido, por qq rede ou aglomerado de máquinas...
Existem conceitos e "energias" insubstituíveis no contato "mano a mano", entre o prendiz e seus mestres...
Esse lance de "Proteus", é insignificante e mera especulação...Pura ficção barata...
Vejo e enxergo, não por raciocinio palmar, isso tudo como mais uma ferramenta ( apenas) para o conhecimento...Poderosa sim, mas perigosa tb, por seu turno...Pois o que lhe falta (às maquinas e sua redes) é o discernimento !...E este, so advem com o conhecimento organizado que só os mestres podem alcançar e espargir...
Seu texto é excelente, polêmico e leva a reflexão "ad eternum"...
Parabens, professora !
bj
Joe
Belo texto, que nos faz refletir... parabens,
victorvapf · Belo Horizonte, MG 22/9/2008 12:00
A presença do ser humano, do Mestre será sempre insubstituível. A tecnologia jamais superará o Homem...
Saúde e Paz. Sempre.
O mestre é até aquele que nos liberta da caverna, da matrix... beijos
Diacui Pataxo · Ilhéus, BA 22/9/2008 17:03Ainda é muito novo tudo isso, portanto somos um tanto autodidatas nestas novas fronteiras. Gostei do que apresentou neste teu texto. A figura do mestre realmente é indispensável.
Pedro Rivero · Bélgica , WW 23/9/2008 07:16
O que espanta é a crueldade da velocidade....
A gente sempre perde a corrida....
Legal
Um abraço
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