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A(R)MANDO E AMÁLIA

1
Prof. Sebah · João Pessoa, PB
21/12/2008 · 93 · 9
 


Amélia amava Armando
Armando amava Amália
Armando astuto armava!

Amália altaneira/arguta/alta
angular/almíscar/alpendre/ambrósia
almeja Armando.

Amélia asfalto /artrite/atada
amorfa/azêda/abstêmica/árida
amarra Armando

Altiva absoluta,Amália apronta!
Alçada absoleta,Amélia afrouxa!

Armando amado avança
Amália acende alcova
amando, almoçam alturas...

Amélia afônica/atônita/agônica
amanhece amarga.

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PROF.SEBAH
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azuirfilho
 

Prof. Sebah · João Pessoa (PB
A(R)MANDO E AMÁLIA

Trabalho gracioso que nos leva a reflexáo.
Fala de coisas que tem a ver com coisas incriveis da vida.
Ficou muito bom.
Maior orgulho veir ver e poder lhe elogiar.
parab'éns Mestre.

Abracáo Amigo

azuirfilho · Campinas, SP 20/12/2008 18:58
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Isabel Furini
 

Um poema original. Votado.

Isabel Furini · Curitiba, PR 20/12/2008 20:45
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Ailuj
 

Muito legal sua sopa de palavras
Parabens professor
Beijos
FELIZ NATAL

Ailuj · Niterói, RJ 21/12/2008 00:24
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cibele salma
 

Amélia, esposa infeliz, dedicada mãe
Armando, marido cansado, dependente filho
Amália, amante, por hora feliz...
Armando,
jamais abandonará sua mãe.
Incrível professor!
Carinhoso abraço.

cibele salma · Brasília, DF 21/12/2008 02:20
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Jorge Daher
 

Muito criativo!
Votado!

Jorge Daher · Ribeirão Preto, SP 21/12/2008 03:53
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Juscelino Mendes
 

Belo jogo de palavras em veros versos compostos. Abraço.

Juscelino Mendes · Campinas, SP 23/12/2008 16:40
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Marcos Pontes
 

Muito bom! Além de jogar bem com as palavras, como frisou o Juscelino, contou uma história com começo, meio e fim sem gastar palavras e sem dar dicas.

Marcos Pontes · Eunápolis, BA 5/1/2009 21:49
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Prof. Sebah
 

A angústia ferra e faz minha ferida
farta sangrar entre o assoalho
da faca
a agustia acústica fatídica
rasga véos do medo.
estou ápatico e atávico pelos corredores
de mim mesmo
estou como medo
um medo flúido e furtivo
fértido e fervido
fático e falido
todos os muros ruiram
todos os gritos sumiram
todos os mitos rugiram
agora entre poesia nus e esqueléticas
assino meu óbito de esquecido.

Prof. Sebah · João Pessoa, PB 22/3/2010 13:36
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Prof. Sebah
 

Por que estou assim tão
aflito?
se ainda me arrisco
a doar meu grito.

porque estou assim tão dasabitado
e ainda arrisco abria r a porta
para o abrigo?
porque estou tão esturricado

se ainda posso chorar uns pingos
de ternura
e não morri de tédio!!

Prof. Sebah · João Pessoa, PB 22/3/2010 13:40
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