A árvore da praça
cravava seus dedos
no chão
como criança
que guarda
o outro seio da mãe.
Privaram-na
do colo.
Ergueram
fria estátua em seu lugar.
Essa uma triste realidade, o homem segue em frente destruindo a natureza e a fonte da vida. Abraços
Falcão S.R · Rio de Janeiro, RJ 27/4/2008 21:25
Não sei: Lindo, profundo, profético. Mas também real, pungente
Noutros tempos de protesto, com os chafurdos que fazem nos
logradouros públicos, e privados também]
Jorge, voce está demais
um abraço,
andre.
André Pessego disse tudo.
Um pequeno poema, retrato de todo dia, do que vivemos.
A imagem pungente dos dedos cravados no chão é bonita demais.
beijos
E as praças vãoperdendo a magia por falta dessas árvores.
PUBLICADO.
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