Alcançou a alameda, ainda amanhecendo, ar abafado, ácido, álcool às alturas. Alucinando, ainda aspirava alguma ânsia, algo atenuante, algum alívio aprisionado. Antes astuto, avassalador, agora avisava... Ante a amargura, a alma atingira a área assustadora, alcançara a aparência alquebrada, aniquilada... Apagou!
Anoitecera, acordou... assustado. Alcançou alívio abafado, alquebrou a alameda, antes atenuada, alinhada. Anestesiado, ansiou ácido, álcool, alturas, amantes, assuntos. Agora, até a alma avisava: “Acabou!”
Ainda assim, assistiu à aurora... Abafada, alquebrada, ácida, amargurada.
Arremessou-se à alameda, apagou a ânsia, aliviou a aparência. Avistou ao assalto, atingiu a alvorada... Assombrou! Alucinação aliviada, aceitou: assassino, aço, alma atravessada... Apagou!
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