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ASSIM O CAVALO NÃO “GUENTA”!

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wancisco franco · São Paulo, SP
1/3/2009 · 246 · 47
 

Versos descalços cavalgam-me o trote
Por sob a sela de cada soneto
Cada poema cansado do toque
De notas livres ou velhos livretos

Sílabas coxas conduzem-me os passos
Em meio a vagas de vaga poeira
Que me faz cego de rimas e traços
A vislumbrarem minha própria cegueira

E se inda assim ponho-me a galopar
Num pacadá-pacadá-pacadá
Eis que derrubo o fugaz cavaleiro

Que me impondo um chicote certeiro
Escorre sob o vapor de um chuveiro
A me afogar me afogar me afogar


Wancisco Franco

Sobre a obra

Em meu soneto "Tons Variados",
um comentário, criticando fortemente
uma possível disparidade no número
de sílabas poéticas, proferiu-me a
seguinte frase: Assim o cavalo não guenta!
A princípio procurei arrazoar; mas depois,
meio que concordando, cedi à "sensibilidade"
que fez nascer-me este texto

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Autoria
Wancisco Franco
poeta e proseletrista
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Isabel Furini
 

Só um sábio pode vislumbrar a própria cegueira. Gostei do poema. Muito intuitivo.
Amigo, lembro que estarei ausente do site.

Isabel Furini · Curitiba, PR 27/2/2009 19:16
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Rangel Castilho
 

Salve, Wancisco!

Aqui no pantanal,
longe das purezas poéticas,
também vou cavalgando meus versos
num pacadá de dar pancada em imortal...

Muito belo escrito ou mal escrito muito belo.

Se é que me entendes.

Abraço Pantaneiro.

Rangel Castilho · Anastácio, MS 27/2/2009 22:48
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raphaelreys
 

e sob o estrupitar da cavalgadura nasce o poema!

raphaelreys · Montes Claros, MG 28/2/2009 06:35
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Pedro Monteiro
 

Amigo Wancisco.

Cavalgas com precisão
Usando termo perfeito
Em formato de soneto,
E de elegante jeito
Prende nossa atenção
Deixando grande emoção
E o leitor satisfeito.

Abraços

Pedro Monteiro · São Paulo, SP 28/2/2009 13:14
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Cláudia Campello
 

O f... (desculpe a expressao) é quando a gente empaca, né?
não é o seu caso.........cavalga legal e me faz divagar.

"Que me faz cego de rimas e traços
A vislumbrarem minha própria cegueira"

nossa ! isso é lindoooooooooo
(vc enxerga com alma, poeta, alma)

bjsssssssssssssss;)

Cláudia Campello · Várzea Grande, MT 1/3/2009 09:49
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Raiblue
 

Pôxa,Wan,que beleza de metáfora do ato de escrever..realmente,é no meio de uma cegueira mágica, que as palavras vão nascendo e nos conduzindo,meio sem saber pra onde, nem elas nem nós sabemos,
mas vamos indo... e muitas vezes nós,cavaleiros da palavra, impomos um ritmo acelerado, através de excessos de sílabas poéticas, que terminam por diminuir a beleza da cavalgada....

Muito bom mesmo,Wan!!!!vc é genial!
Parabéns,querido!

bluebeijinhos
Bluee

Raiblue · Salvador, BA 1/3/2009 11:01
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samuca santos
 

wan, falho mas não tardo...
sem brincadeiras, tenho um travo enorme com a dita dura da métrica, da forma, do conceito, enfim, do soneto. mas no seu caso deixei de lado e procurei viajar no texto e...
muito bom, viajei!

samuca santos · Olinda, PE 1/3/2009 16:12
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HUUUMMM... sobre o meu próprio fazer poético (não vou usar aspas, não sou tão modesto assim) tenho uma quadrinha ordinária e com "pobremas" de métrica também:
Com versos pobres, (que importa!)
novas trovas vou compondo...
de "pé quebrado", mão torta,
quero é continuar trovando.


O admirado amigo RAPHAEL REYS nem imagina que a cavalgadura citada por êle... é esse "repórter que vos fala". O soneto está muito interessante, curioso, bem acabado -- apesar das ONZE SÍLABAS do verso 8, A VISLUMBRAR(em) MINHA PRÓPRIA CEGUEIRA -- e com um humor ferino muito inteligente, embora minha "inhorança" não me deixou entender o que faz UM CHUVEIRO dentro de um enredo campestre (ou coisa que o valha), embora o tema seja metafórico, com certeza.

Lembro-me que, em meus primeiros dias nesse belo recanto literário chamado OverM, apareceu um DOIDO pretendendo ser a palmatória do Mundo, no que se refere aos poemas alheios, é claro. Fui um dos que o combateu imediatamente... como não pretendo seguir pelo mesmo caminho estúpido, vai aqui meu sincero incentivo para que nosso amigo poeta WANCISCO FRANCO verseje a seu bel-prazer e que me convide para lê-lo, sempre que me fôr possivel. Sem esse "chicote certeiro", por favor!

"NATO" AZEVEDO · Ananindeua, PA 1/3/2009 16:16
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O NOVO POETA.(W.Marques).
 

Sílabas coxas conduzem-me os passos
Em meio a vagas de vaga poeira
Que me faz cego de rimas e traços
A vislumbrarem minha própria cegueira


versos lindos, muito bom amigo.votado com prazer.

O NOVO POETA.(W.Marques). · Franca, SP 1/3/2009 16:26
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Ivan Cezar
 

Lembra do personagem de antigo programa de humor:
"GUENTA SIM , GUENTA ...."

Ivan Cezar · São Sepé, RS 1/3/2009 16:55
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Wellington Coelho
 

Cavalgaste bem nas vagas, escrevendo nelas um belo poema.
Votado

Wellington Coelho · Belo Horizonte, MG 1/3/2009 18:30
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Cintia Thome
 

Bela poesia
Cavalgar frente a cegueira. Gostei muito. Parabens

Cintia Thome · São Paulo, SP 1/3/2009 18:52
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Mirtes Carvalho
 

Wancisco Franco amigo
Achei um "barato" seu poema. Fiquei imaginando um quadro com os versos cavalgando o poeta. Caramba!
Você é genial!
Parabéns e beijos Mirtes Carvalho

Mirtes Carvalho · Rio de Janeiro, RJ 1/3/2009 18:52
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azuirfilho
 

wancisco franco · São Paulo (SP)
ASSIM O CAVALO NÃO “GUENTA”!

Uma Experiéncia Incrível.
Uma leitura que dá uma sensação de dificuldades que aumentam seguidamente e que vai virar uma carga insuportável.
Bem descrito que até nos afeta na preocupacáo do limite do suportar.

...Sílabas coxas conduzem-me os passos
Em meio a vagas de vaga poeira
Que me faz cego de rimas e traços
A vislumbrarem minha própria cegueira...


Parabéns.
Abracáo Amigo.

azuirfilho · Campinas, SP 1/3/2009 18:56
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LAURO WINCK
 

Parabéns. Votado
um abraço.

LAURO WINCK · Rio Pardo, RS 1/3/2009 19:09
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José Cycero
 

Um poema sui generis eu acho. Bom demais, inteligente e ritmado, denso e gostoso de se ler. Um clássico galope literário... poético. Parabéns amigo. Voto como se galopa o corcel nos pampas. Valeuu

José Cycero · Aurora, CE 1/3/2009 19:54
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Vinícius Motta
 

Muito bopm seu trabalho, partindo de uma crítica para fazer uma outra crítica sobre os rigores da forma. E o melhor: de maneira de humorada.
Voto sim, para lá de merecido.

Vinícius Motta · Rio de Janeiro, RJ 1/3/2009 19:55
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arnaldo cavalle
 

sonetos, quem não ja fez? é bom fazer principalmente em dias de hoje e os poetas esquecee ate de lê-los parabéns gostei muito votado

arnaldo cavalle · Jaboatão dos Guararapes, PE 1/3/2009 20:41
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Luiz Cabelo
 

Belíssimo soneto, do mais alto refinamento, parabéns Wancisco!

Luiz Cabelo · Porto Alegre, RS 1/3/2009 20:50
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ayruman
 

"Guenta" sim. Sempre podemos mais do que imaginamos.
Luze Paz. jbconrado.

ayruman · Cuiabá, MT 1/3/2009 20:53
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À GALOPE... NO "CHUVEIRO"!
(dedicado ao poeta Wancisco Franco)

A Vida é poesia, rio diverso
de um rio dessa Terra, bem profundo.
Feita de dor, prazer, de canto e verso,
de coisas deste nosso... e de outro Mundo.

Nem tudo se compreende no Universo
e, em pensares vãos, eu me aprofundo
a "cavalgar" soneto, olhar disperso,
montado em alazão chucro e rotundo.

Se não souber montar, qualquer "chuveiro" (1)
caindo sobre si, cavalgadura,
pode espantar a paca, no potreiro.

No Pantanal, Pará, Rio de Janeiro...
soneto escrito sem desenvoltura
pode afogar cavalo e cavaleiro.
"NATO" AZEVEDO

OBS.: 1) "chuveiro" -- neologismo popular
para aguaceiro, tromba d'água, chuvarada.
2) Informo aos beletristas de plantão que...
o RIO do verso inicial deveria ser "contado"
como dissílabo, como em rua, lua, trio, etc.

"NATO" AZEVEDO · Ananindeua, PA 1/3/2009 21:01
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Andre Luiz Mazzaropi
 

wancisco
Muito Bom
Sucesso

Andre Luiz Mazzaropi

Andre Luiz Mazzaropi · Taubaté, SP 1/3/2009 22:02
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José Carlos Brandão
 

Gosto de brincar com o soneto e com as cavalgadas. Poesia, afinal, é isso: essas brincadeiras/lutas com a palavra. Gostei, portanto, da sua atitude diante da criação. Parabéns.
Abraços.

José Carlos Brandão · Bauru, SP 1/3/2009 22:08
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Vilorblue
 

Poeta Wancisco.
Muitas vezes a beleza da poesia esta no subliminar.
Isso você consegue.
Parabéns.

Vilorblue · Colombo, PR 1/3/2009 22:13
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Fatima Merigue de Mendonça
 

pARABÉNS lindo demais, com beijos e votos

Fatima Merigue de Mendonça · Itu, SP 1/3/2009 22:13
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Carlos Mota
 

poeta, empresta teu cavalo!
quero galopar em contrário
à rima, e lá de riba encenar
os meus atos a dar de coices
nesses poetas novos que de
tão velhos caducam os fins.
aliás, some-se 7

Carlos Mota · Goiânia, GO 1/3/2009 23:01
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Anderson Frasão
 

Metalinguagem pura meu amigo Franco; vc é abençoado por demias quer seja pelo estudo que pelo lirismo.

Abraços, amei os galopes!

Anderson Frasão · Canhotinho, PE 1/3/2009 23:23
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alcanu
 

Guenta, mano, ele guenta !
Um beijo !

alcanu · São Paulo, SP 2/3/2009 00:41
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  Gorete
 

Depois de tudo que foi dito so me resta deixar, votos e bjosss, muitosss bjsss!

Gorete · Ipatinga, MG 2/3/2009 02:10
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Bruno Resende Ramos
 

Muito bom. Parabéns!

Bruno Resende Ramos · Viçosa, MG 2/3/2009 02:25
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Claudia Almeida
 

Claudia Almeida · Niterói, RJ 2/3/2009 08:39
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raphaelreys
 

Meus votos e meu abraço!

raphaelreys · Montes Claros, MG 2/3/2009 08:42
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Mari Tiscate
 

Passei por aqui pra dizer que cavalguei! E, sim, essa é minha praia também (para ler e apreciar muito!)
Abraços e parabéns

Mari Tiscate · Rio de Janeiro, RJ 2/3/2009 09:28
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Gilbson Alencar
 

Pulsante e galopante, uns versos agalopados e já votados!! Parabens!

Gilbson Alencar · Brasília, DF 2/3/2009 10:01
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André Calazans
 

Que maravilha de metalinguagem ! Sensacional, parabéns, Franco !

André Calazans · Rio de Janeiro, RJ 2/3/2009 10:14
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solares
 

que seus galopes sejam cada vez mais desafiadores.continue sonetando pois é sábio na arte.
beijos

solares · São Paulo, SP 2/3/2009 12:30
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N.Lym
 

Graaaande soneto, Wancisco!! Parabéns, amigo!

N.Lym · Fortaleza, CE 2/3/2009 13:42
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Falcão S.R
 

Wancisco ,

Muito bom!

Votado!

Abs

Falcão S.R · Rio de Janeiro, RJ 2/3/2009 14:20
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camuccelli
 

E não aguenta (aguenta não tem mais trema) mesmo.

camuccelli · Rio de Janeiro, RJ 2/3/2009 17:14
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Andre Pessego
 

Todo soneto é bonito, é audaz ou saudoso, por isto se reveste
de melhor beleza porque toca a cada um que o lê. É como se fosse feito para cada leitor,
abraço
andre.

Andre Pessego · São Paulo, SP 2/3/2009 21:28
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Chico Piancó
 

Coisa fina Wancisco, parabéns!

Chico Piancó · Fortaleza, CE 3/3/2009 10:36
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wel alves
 

è isso, coisa fina!

wel alves · Linhares, ES 3/3/2009 15:34
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TÂNIA MARA CAMARGO
 

Sensacional. Voltei das férias e votei, bjs

TÂNIA MARA CAMARGO · Jundiaí, SP 3/3/2009 17:14
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Cláudia Campello
 

bjsssssssssssssss;) seguindo seu blog tbm.

Cláudia Campello · Várzea Grande, MT 4/3/2009 17:30
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Angela Lara
 

Versos descalços cavalgam-me o trote
Por sob a sela de cada soneto
Cada poema cansado do toque
De notas livres ou velhos livretos

Sílabas coxas conduzem-me os passos
Em meio a vagas de vaga poeira
Que me faz cego de rimas e traços
A vislumbrarem minha própria cegueira

E se inda assim ponho-me a galopar
Num pacadá-pacadá-pacadá
Eis que derrubo o fugaz cavaleiro

Que me impondo um chicote certeiro
Escorre sob o vapor de um chuveiro
A me afogar me afogar me afogar

Eita soneto bonito.
Eu, particularmente, adoro esta forma de escrita. Parabéns!
Lido e votadíssimo!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Abraços poéticos.

Angela Lara · Porto Alegre, RS 5/3/2009 17:30
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marcia fernanda
 


com atraso, mas vim
votado

marcia fernanda · Porto Alegre, RS 8/3/2009 23:51
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wel alves
 

Grandioso, lendo de novo!!

wel alves · Linhares, ES 10/3/2009 22:00
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