Barco
Assiste ao barco da vida,
À deriva da sensatez
Cruzando oceanos de mágoa
( destinos traçados ao nasceres...)
A nau,
Desfaz-se em nãos
Ancora no lado esquerdo do peito
Onde há sangue venoso e medo
Perde-se contra a maré,
No iceberg da fé
Escola de tempestades
(ondas invadem o convés...)
Lugar perdido entre o ir e o
Já foi tarde!
(margem)
Tô aqui rindo...quem já não pensou, "JÁ FOI TARDE " !
Bela poesia !
Muito bonito.
À deriva dos sentimentos e do medo, contra toda a sensatez, os sentimentos.
beijos
E vim velejando por mares nunca navegados....Será que vim tarde?
Votei.
Votado e devidamente "gostado".
Um abraço.
Naufrago que somos, nadamos em mares estranhos para os velejadores. Nadamos contra a maré, de fato. Mas sempre vemos no horizonte o brilho laranja do pôr do sol.
Abraços amigo poeta.
Lindíssimo, Marcos!
Destinos traçados nas nascentes... É assim, na maioria das vezes não é? Mas há aqueles que se rebelam contra o percurso pré-destinado e traçam suas próprias rotas...
Abraços!
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