Não sou bicho de bando
nem de par
Só bicho solto
Sem matilha
Sem rastro
Uns dias acontece
Encontro encanto com gente que me ouve
E falo aos borbotões
Trocamos música
Toques
Sensações
Dançamos “aos tambores de outrora”
Roda macia de gente tranqüila
Passeamos do passado ao futuro sem pudor
De tudo falamos e cogitamos
De manso o sol poente
As flores brancas de sons e perfumes
O filho que se aproxima
A cria que pega seu rumo
Aprumo
Começa mais uma semana...
bonito e tocante...
gostei.
abraços do verde.
também não sou bicho de bando.
sou bandoleiro, e olhe lá.
gostei.
"Que ser estranho eu sou, que tenho dó de prisioneiro, que sofro quando um bicho é preso, que me vejo quando é bicho solto" somos os dois, pelo visto, bichos soltos. Legal teu poema, mas muito intimista, não?
A. Wagner Oliveira · Cuiabá, MT 31/10/2006 13:37
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