Objeto inseparável da mulher, virou quase expressão denotativa do que contém tudo, do que está cheio até a borda ou, até mesmo, pejorativamente, desordem.
Manifestam-se de todos os tamanhos, formas e cores, dependendo do lugar e as horas que serão passadas fora do lar, assim como da roupa que a acompanhará.
Eles não nos entendem!
E o kit básico de sobrevivência externa? O batom, o pente, o celular, o perfuminho, documentos, as chaves, lista do mercado, prendedor de cabelo, espelho, caneta, caderninho de anotações, guarda-chuva, lixa de unha e outras coisinhas mais de acordo com a ocasião. Afinal, é melhor se prevenir!
E se surgir uma festinha no fim do dia e a casa estiver longe, necessário se faz acrescentar uns acessórios para diferenciar o traje diurno do noturno.
Temos que estar sempre prontas para a guerra.
Para eles basta o bolso e o celular. Nada contra a síntese masculina de apetrechos. Saibam que no jeito mulher de ser está toda a graça, a criatividade, a não repetição, a não padronização, o prazer de se enfeitar, de colorir a vida. Mesmo que não notem a diferença.
hehehe ... bolsa de mulher é uma coisa ... muito bom texto...
"..Saibam que no jeito mulher de ser está toda a graça.. "
E não é, amiga.
Obrigada pelo comentário.
Edna,
Beleza de tema! Contudo, ledo engano. Existe o conceito "bolsa de homem', sabia? De vez em quando a moda da 'bolsa de homem' volta. É de onde vem a história do 'cinto das mil utilidades do Batmam, penso eu. Dá matéria também.
Posso falar de cadeira. No meu caso, sempre que uso tem:
Agenda do ano passado que eu uso para rascunhar textos (além das contas etc). Ferramentas (as mais estranhas, tipo chave de fenda, tesoura, alicate. baterias, pilhas, afinador eletrônico (vai que surge um show a noite e eu tenho que afinar um violão), desodorante, garrafinha de algum álcool estimulante, (antigamente), cigarros soltos, estraçalhados (outrora), novalgina (e algum outro remedinho (hoje em dia), cartões de visita de estranhos, lápis, canetas (a maioria sem carga), enfim, coisas do arco da velha, tudo muito útil e necessário. Não rola acessórios de vaidade (pelo menos no meu caso) mas esta talvez, seja a única diferença essencial.
Gostei.
Abs,
Spirito, engraçadíssimo o seu comentário. Estou chorando de tanto rir. Esta bolsa dá uma matéria e tanto. Forte concorrente para o Guiness Book.
Obrigada,
Abraços
As ferramentas do poder, na bolsa...
Agradecido, José
Ah! São tantas histórias da minha relação com as minhas bolsas porque geralmente compro um dos maiores modelos que encontro e ela só vive estufada/bagunçada de tão cheia, mas parece que tudo é eternamente indispensável e que a bolsa é como uma companheira inseparável até para se ir 'a padaria da esquina.
Nossa! E a hora de passar pelo detector de metais dos bancos, hein? Dá vontade de sentar ao chão e chorar antes de começar a procurar objetos que possam bloquear a passagem...
Viram só?
A bolsa da Criss prova que os conceitos 'bolsa de mulher e 'bolsa de homem', são idênticos.
Abs,
Isto aqui está ficando ótimo.
Apple, eu já fui usuária de "casa ambulante", até que decidi de uma vez por toda romper com o fardo e decidi comprar bolsas pequenas. A minha antiga relação com bolsas daria um conto. Certa vez, em uma excursão de locomotiva pela Mata Atlântica (não encontrei o link!!!), para não chegar atrasada no encontro, reboquei a minha bolsa com tudo. No trem havia uma gincana. Era surpresa para todos. O Guia pedia por objetos que normalmente ninguém leva em excursão. Sabe o que aconteceu? O meu grupo ganhou. "Por sorte", eu tinha praticamente tudo, até uma meia calça que havia comprado na véspera e ainda estava lá. Foi uma gozação só.
Spirito, não provoque, heim! (rsrs) ainda assim, 'bolsa de mulher' ainda tem um quê de utilidade, relacionadas às "n" atividades reais desempenhadas.
Abraços
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