E foi me apagando
Borrão de giz-carvão,
Parecia nanquim.. Lembrava tinta;
Mas, encheu-me de lágrimas
Tempestade sobre mim.
Não fui entalhada, Esculpida,
Somente encarcerada no resto das partículas
Da borracha branca que manchou.
Solta sobre a superfície,
Espalmada, a fim de evitar que eu pousasse.
Soprada,
Retirada,
descartada,
Apenas marcada
Sobre uma textura...Sem amor.
- Ei..Um momento só!
Mas.. Não teve jeito.
Me apagou.
- Até quando feia, tua imagem é bela;
até quando má, tua inteligência é fera. um abraço, andre
Obs> naõ esqueci de que lhe devo uma história, não um "caso'
Patricia, votado. Abçs.
Benny Franklin · Belém, PA 10/7/2007 06:26oi...aqui e admirando a imgem que se desfaz dando forma a poesia... tocante. Abraços.
analuizadapenha · Natal, RN 10/7/2007 07:33
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