Históricamente os filmes de princesas nas vertentes eurocentricas tem influenciado o imaginário infantil, com representações de um tipo de modelo feminino. Este vídeo é uma reflexão desta hegemônia, na tentativa de fomentar a exibição de outras formas de cultura e etnia como o próprio filme Kirikuo e a feiticeira Karabá.
Oi Cláudia, gostei da montagem e do tema. Fiquei interessada no seu trabalho. Pesquiso a aplicação e o uso do cinema e vídeo na educação e c trata aqui de uma questão muito importante que é a representação do feminino no cinema infantil. Como é esse seu trabalho? Poderia falar mais sobre ele?
abraços
olá Ilhandarilha
primeiro obrigada por vc me avisar sobre o erro fiz uma revisão eu nõ estava conseguindo colocar o vídeo na pagina e depois esqueci de dar uma revisão.
então, eu tenho me desafiado a tentar fazer alguns esaios de filmes para debates com as professoras de onde eu dou aula de ed. física escolar, aqui no rio e particularmente tenho percebido o quanto é dificil ter representações de mulheres , rainhas, princesas, de igual exposição visual como por exemplo o filme da branca de neve que atravessa os tempos. Tenho procurado bastante em minhas aulas contar histórias da cultura afro para equilibrar,mas cinima vídeo quase não tem vc sabe de mais algum filme? como este do Kirikuo.
bjs e obrigado claudia
Filmes que que podem contribuir para questões de gênero e de raça tem muitos. Mas, infelizmente, a produção infantil tem se preocupado pouco com isso. Tem alguns curtas nacionais bem interessantes. Você conhece o site Porta Curtas e o Curta na Escola? Lá tem coisas ótimas que podem levantar discussões muito interessantes.
Uma coisa que procuro fazer é exatamente usar filmes que utilizam o estereótipo de mulher para, junto com as crianças, desconstruir esse estereótipo.
Sobre a questão de raça, participei de uma coletânea organizada pela Professora Edileuza Penha de Souza - que pesquisa exatamente a questão a afetividade da mulher negra no cinema - na qual cada autor falava de um filme específico, apontando alguns caminhos para a utilização do filme como gancho para a discussão da negritude. Meus artigo foi sobre o filme do Fernando Meirelles e da Kátia Lund, Domésticas, que trata ao mesmo tempo do feminino e do negro na sociedade. Se quiser saber mais sobre o livro - Negritude, Cinema e Educação - vai lá no meu artigo, que está aqui no overmundo.
Gostaria muito de ver sua experiência com esse trabalho que realiza descrita por aqui.
Abraços
sim conheço o porta curtas , gostaria de conhecer sua coletãnea, vou dar uma olhada no seu artigo. estou trabalhando com imagens de afrobrasileriras na ed. infantil.
tenho uma experiencia que grande parte das crianças deste lugar de onde atuo tem dificuldades e limitações de se verem como afrobrasilieras. Todo tempo na escola a criançada ouve contos de historicas erocentricos. acho que relamente é preciso dar visibilidade a outras cultruas. preparar um curriculo mas multicultrual, pois na teória se fala bastante em inclusão mas na prática pouco se vê.
vou dar uma olhada no seu artigo bjs clau
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