Por entre
Pombos brancos e bombas de defeito imoral
Cato as migalhas de cada dia
Nas ruínas do amanhã
Represado em reprises sensacionais
Enquanto escuto
O silêncio de tudo me dizer coisas
Que o temor das vozes apenas suspeita
Por entre
Pombos brancos e bombas de defeito imoral
Cato as migalhas de cada dia
Nas ruínas do amanhã
Represado em reprises sensacionais
Enquanto escuto
O silêncio de tudo me dizer coisas
Que o temor das vozes apenas suspeita
O Inferno e o Céu. São pólos extremos de uma só Realidade. Ao ser humano cabe o direito de escolha.
Sou grato. jbconrado
Tantas vozes e nada que é dito faz sentido.
Essa é a nossa realidade, eterna hora de brevidade.
Parabéns pelo poema.
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