a dor que a alma sente
ao perceber-se só
(ao vagar sozinha
exilada nas geleiras árticas)
nem se compara
à sensação que dá
uma xícara amarga e fria
de café
nos fins das tardes
chuvosas, escuras e baldias:
estremece a espinha,
contrai e contorce;
espanta qualquer sono --
lenitivo e fuga
pras dores da alma...
puxa! que honrra!
estremece a espinha,
contrai e contorce;
espanta qualquer sono --
lenitivo e fuga
pras dores da alma...
(tá lindo, lindo. essa parte então...captou bem a coisa do ser, sentir ou estar só)
brilhante, parabéns querido!
beijão na alma.
fran
galera, delete o r..valeu!
Francinne Amarante · Brasília, DF 17/2/2007 01:10
Muito obrigado por seu comentário, Fran!
Muito bom você ter gostado!
Abração!
muito bom, carlos!!!
você se superou!!!
abraço,
Obrigado, mestre Marcos!!!
Carlos ETC · Salvador, BA 18/2/2007 20:51Não sei se pelo momento das imagens, mas me identifiquei completamente.
Camafunga · Pelotas, RS 19/2/2007 11:13
Belo poema! Parabéns...
Pedro Vianna · Belém, PA 19/2/2007 18:38
Que bom, Camafunga!
Obrigado!
Caf'e 'e uma 'otimo tema. Parab'ens.
* Desculpem, notebook com problemas na acentuacao.
Fico feliz com sua presença nas minhas colaborações, Ana!
Muito obrigado!
Abraço
http://interludios.blogspot.com
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