Era uma tarde fria de inverno. A neblina álgida limava cada trecho dos olhos, deixando uma nuvem alvadia de indecisões. Pra lá ou pra cá? Ela não tinha respostas e o mapa, este ela não enxergava. Parou um instante após uma longa descida. Tratava-se de rua deserta, as pessoas não trocavam olhares, todos de cabeça baixa como que investigando o chão. Sim. Para ela apenas o chão parecia verossímil. Não sabia o que estava a fazer naquele lugar com aquele tempo. Bem que seu sogro a prevenira. Mas ela era teimosa.Queria porque queria aproveitar o seu derradeiro dia naquela estância de águas tépidas. (...)
“ Ainda que sangrem meus calos, não calo. “
Reflexões da ética, solidariedade e pobreza.
Parece o Brasil engavetado nos poderes públicos..
Muito interessante, parabéns, Marcos André!!
mais uma vez, obrigado pelo icentivo, rangel.
abs.
Gostei muito. Aguardo outras prosas.
E obrigado pelo comentário
obrigado, fernando. já têm outras prosas minhas publicadas no banco de cultura, se quiser ler algumas...
abs.
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