...de árvores retorcidas
de alma negra com corvos
Com fonte noturna
Chão tramado de cinzas
À eterna espera do Sol.
Sem carinhos...como me iluminarei?
Na solidão soledade
Na solidão errei.
Era uma alegria alada,
Não foi hoje mas será amanhã,
Há de ter alguma saída
Raio de luar no teu olhar
As noites álacres do amor
O luar o crepúsculo o amor...que se foi!
Na solidão soledade
Na solidão errei.
Na solidão achei-me.
O mau-agouro chegou. Estoura
No coração revoltado
O gargalhar do demônio da lua,
Não tive uma noite! Uma ilusão eu tive!
Ternuras que não me destes
Beijos que não me esperastes
Ombros de amigos infiéis
Mas uma flor apanhei.
Na solidão soledade
Na solidão errei
Na solidão achei-me
Talvez me alegrarei.
(Poema de Rogério Silvério de Farias)
"Ternuras que não me destes
Beijos que não me esperastes
Ombros de amigos infiéis
Mas uma flor apanhei."
Fiquei emocionada, Roger. Que lindo!
Bjs
Rogerio,
as vezes a vida é uma eterna espera de ternuras que nunca chegam e sóis que não aquecem.
bjs
Opa!!! Belíssimo viu!!
bjss
E o vento não levou porque nem estou tão magra assim...kkkk
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