I
Yo canto el dolor
desde el exilio
tejendo un collar
de muchas historias
y diferentes etnias
II
Em cada parto
y canción de partida,
a la Madre-Tierra pido refugio
al Hermano-Sol más energia
y a la Luna-Hermana
pido permiso (poético)
a fin de calentar tambores
y tecer un collar
de muchas historias
y diferentes etnias.
III
Las piedras de mi collar
son historia y memória
del flujo del espírito
de montañas y riachos
de lagos y cordilleras
de hermanos y hermanas
en los desiertos de la ciudad
o en el seno de las florestas.
IV
Son las piedras de mi collar
y los colores de mis guias:
amarillo
rojo
branco
y negro
de Norte a Sur
de Este a Oeste
de Ameríndia o Latinoamérica
povos excluidos.
V
Yo tengo un collar
de muchas historias
y diferentes etnias.
Se no lo reconocem, paciência.
Nosotros habemos de continuar
gritando
la angustia acumulada
hace más de 500 años.
VI
Y se nos largaren al viento?
Yo no temeré,
nosotros no temeremos.
Si! Antes del exílio
nuestro Hermano-Viento
conduce nuestras alas
al sagrado circulo
donde el amalgama del saber
de viejos y niños
hace eco en los suenos
de los excluidos.
VII
Yo tengo un collar
de muchas historias
y diferentes etnias.
Na mesa-redonda intitulada “Em um mundo formado por Palavras e Deusas”, declamei “Canción peregrina”, de minha autoria. Isto aconteceu no V Encontro de Escritores e Artistas Indígenas, realizado entre 26 e 28/05/2008, no MAM - Rio de Janeiro. O objetivo do Encontro foi organizar uma leitura sobre a importância dos povos indígenas no contexto brasileiro.
Estou sem palavras... Yo tengo un collar... Nosostros tambien lo tenemos, del muchas colores e dolores... Graça, estupendo, com seus versos nos traz a reflexão de tanta peça que compõe a nossa estória, de vida individual e coletiva...E escrever em espanhol nos faz refletir um "cadinho" mais...Perfeito, em conteúdo e formato. Aguardo a votação para fazer jus a tão nobre obra. bjos.
Cristiano Melo · Brasília, DF 5/6/2008 11:31Graça, a nação Indígena, sem dúvida esteve muito bem representada por você, batalhadora incansável por suas justas reivindicações. Parabéns! Abraços
Falcão S.R · Rio de Janeiro, RJ 5/6/2008 11:46Cristiano, muita grata por suas observações;cada vez mais preciosas. Bjos.
graça grauna · Recife, PE 5/6/2008 12:26Falcão: o encontro indígena foi um dos mais bonitos. Foram muitas as reivindicações e não fraltou poesia. Bjos.
graça grauna · Recife, PE 5/6/2008 12:28Qué rico tu collar querida!1Cariño!!Besos e besos.
nina araújo · Rio de Janeiro, RJ 5/6/2008 12:46Nina, minha flor carioca: obrigada pela leitura, pelo carinho. Bjos.
graça grauna · Recife, PE 5/6/2008 13:03
bacana, Graça. A relação de parentesco com os fenômenos naturais me remeteu ao totemismo - assunto que foi tema de um trabalho meu no mestrado. Também lembra Francisco de Assis, padroeiro dos doces "insanos" que se relacionam tão proximamente com os processos naturais. Parabéns.
Você lançou um livro? Eu queria lançar um com alguns dos poemas que publiquei no overmundo. Você conhece algum editor que se interessaria?
bjs
Querido Diego: bom demais falar com quem admira os "doces insanos". Imagino que o seu estudode mestrado deve ser muito bonito. Obrigada, de coração, pelo carinho e pela leitura. Bjoabraçares, Graça Graúna
graça grauna · Recife, PE 5/6/2008 13:38Diego, acho muito boa a idéia de você publicar seus poemas editados no overmundo. Tenho livros publicados sim, o mais recente: Tear da Palavrava, publicado em Belo Horizonte pela Editora Tania Diniz. Posso passar o e-mail dela. Grata pela visita.
graça grauna · Recife, PE 5/6/2008 13:40
É verdade, talvez em nem um canto da terra haja um colar com tantas histórias de tantas etnias como no Brasil.
beijos,
andre.
Precisamos cuidar deste colar tão rico e colorido, tão forte e ao mesmo tempo tão frágil...
Muito lindo teu trabalho voltado aos povos indígenas.
Abraços
Bem sabes tecer um colar de muitas histórias minha cara Graça! De repente pensei ter ouvido Mercedes cantando, ou foram os meus pensamentos que divagaram no seu canto!
raphaelreys · Montes Claros, MG 5/6/2008 18:13
Graça, difícil tecer esse colar que contém tantas histórias, tantas cores, tantas dores e também alegrias. Um trabalho delicado, exaustivo, mas de uma beleza ímpar.
Beijos.
Muito interessante, parabens!
victorvapf · Belo Horizonte, MG 5/6/2008 18:17
Oie!!! É lindo flor!! Só assim praticava mais meu espanhol.
É maravilhoso seu texto, gostoso de ler. Beijossssssssss
O lamento. O grito dos oprimidos... A insensatez dos opressores...
Mas o mundo lá fora ( dos opressores), continua devorando tudo... Até quando?
jbconrado
Meu querido André, sua observação deixa meu coração alegre. Obrigada por sua presença.Bjos.
graça grauna · Recife, PE 5/6/2008 18:56Nydia, minha linda: nunca esquecerei suas palavras. Vamos cuidar, sim, desse colar. Bjinhos.
graça grauna · Recife, PE 5/6/2008 18:58
graça grauna · Jaboatão dos Guararapes (PE) ·
Canción Peregrina
Muito Bonito Grande |Colaboração transbordante de Humanidade.
.....Son las piedras de mi collar
y los colores de mis guias:
amarillo
rojo
branco
y negro
de Norte a Sur
de Este a Oeste
de Ameríndia o Latinoamérica
povos excluidos.
Valeu Amiga.
Orgulho da nossa gente.
Parabéns pela Beleza.
Muito maravilhoso.
Graúna querida,
Passo e deixo meu carinho
em teu belo canto/lamento.
Retorno dia 19 normalmente.
Beijos,
Regina
Rapha, tu me fez chorar ao lembrar de Mecerdes Sosa. Estive com ela o mês passado em Brasilia-DF. Um espetáculo belíssimo. Chorei tanto no show que ainda não consegui botar o papel os meus sentimentos. Muito obrigada por suas palavras. Te gosto muito, viu?
graça grauna · Recife, PE 5/6/2008 19:03Sonia, minha amiga: obrigada pela atenção, pelo carinho. Vamos juntas tecer essas histórias.. Bjos.
graça grauna · Recife, PE 5/6/2008 19:37Ilia, minha flor. Gratíssima pela atenção. Bjos.
graça grauna · Recife, PE 5/6/2008 19:39oh, Ayruman...lembra daquela canção interpretada pela Gal.."é preciso estar atento e forte"... vamos seguindo, na resistencia, na resistencia. Grata pelo carinho. Bjos.
graça grauna · Recife, PE 5/6/2008 19:41Azuir, meu querido: meu coração é que fica transbordando de alegria com os seus comentários. Bjos.
graça grauna · Recife, PE 5/6/2008 19:48Regina-pieta-Lyra: quanta honra poder contar com a sua doce presença, em meio a tantos fazeres. Volte logo. Bjos.
graça grauna · Recife, PE 5/6/2008 19:50
Yo tengo un collar
de muchas historias
y diferentes etnias.
Só há uma palavra: Lindo!
Que coisa mais linda,Graça!!
O teu ...o meu...o nosso colar!!
Um espetáculo...queria te ouvir recitar...e quiçá cantar...pois é poesia e é canção da própria natureza..
."Si! Antes del exílio
nuestro Hermano-Viento
conduce nuestras alas
al sagrado circulo
donde el amalgama del saber
de viejos y niños
hace eco en los suenos
de los excluidos."
Belíssimos versos....uma canção que emociona e liberta!!
Parabéns,minha linda Graça!
Beijinhos bluealados....no infinito do teu coração...
Blue
Emocionante demais.
Em minha primeira leitura, confesso que não pude falar.
Fiquei muda diante da construção deste colar cujas pedras são o saber de todos, de todas as etnias, de todos os anos e sofrer sem fim e abandono. De tanta morte em vida.
Apesar de tudo, é um colar poderosamente belo dos que resistem.
Minhas reverências!
beijos
Saramar: já fico esperando que o teu nome apareça entre os meus especialissimos leitores. Fico feliz com a sua visita pra tornar o nosso colar mais resistente. Bjos de luz.
graça grauna · Recife, PE 5/6/2008 23:24Hideraldo, meu querido poeta pernambucano. Gosto demais da tua presença. Gratíssima pela leitura do colar. Bjos.
graça grauna · Recife, PE 5/6/2008 23:26Raiblue, minha poetamiga de nome encantado e das imagens poéticas do azul. Aqui em Recife tem um poeta que ficou conhecido pelo azul que perpassa seus poemas - o Carlos Pena Filho. Agora quando leio o Pena Filho me lembro de você, blue, Raiblue. Sabia que naquele colar tem uma continha azul? É um colar de todos nós, sim, filhos e filhas da mistura desse brasilzão sofredor, desse brasil que é também brincalhão. Bjos de luz e obrigada pelo carinho.
graça grauna · Recife, PE 5/6/2008 23:31
Corrigindo:
Regina-poeta-Lyra: quanta honra poder contar....
Muito bonito seu poema, Graça. Muito sugestivo. Empolga, emociona.
Abraços.
José Carlos Brandão: fico feliz que tenha gostado e votado. Um grande abraço e obrigada pelo carinho.
graça grauna · Recife, PE 6/6/2008 08:50
Yo tengo un collar
de muchas historias
y diferentes etnias.
Este canto também está dentro de mim e de muitos de nós. Há tantas vozes que clamam e ecoam no nosso sangue...
Lindo minha querida, lindo!
besitos
Cherry: fico feliz que este canto esteja dentro de você também. Obrigada pela leitura. Paz e bem.
graça grauna · Recife, PE 6/6/2008 12:13
"Eu tenho tantos irmãos que não os posso contar,
no vale na montanha, no pampa e no mar...
E uma irmã muito formosa que se chama liberdad..."
Quando li teu poema me lembrei disso. Como o encontro nos torna encontravéis. Como ir nos faz andantes e como é espetacular e surpreendente a liberdade de deixar e permitir que o outro seja espetacular e surpreendente. Que nossas teias, sejam como teu poema, não apenas para contar passado, mas para costurar novos futuros.
Com Carinho,
Sander
Grauninha querida, desculpe-me pelo atraso. Chego atrasado, mas chego. Que beleza de canção. Mandei pra vc. ontem, não sei se recebeu, um poema também em homenagem à Mãe-terra. Vou tomar a liberdade transgressora de colocar aqui, já que postei recentemente uma SELEÇÃO DE SONETOS, que aliás, espera sua preciosíssima visita com opiniões e críticas, e por isso, estou impedido até entrar em votação.
Beijo grande e solidário sempre
CORDEL OITAVADO
PARA MAMA-PACHA
Aníbal Beça ©
Mama Pacha Pacha Mama
Mãe antiga mãe trovão
Mãe da barriga da cobra
Mãe de toda criação.
Como filhos a manobra
De cuidar e amar a Mama
Será sempre obrigação
Se não a vida soçobra.
Mama Pacha como filho
Da desamada Amazônia
Vou do inferno ao paraíso
Por conta de muita insônia
Da ‘cobiça’ em estribilho
Já nasci de sobreaviso
Pra não virarmos ‘colônia’
De poderosos gatilhos.
A ganância não tem pátria
Disso nós todos sabemos
Daí vai-se degradando
A terra toda ao extremo
Na prática do desmando
Muitos entoam essa ária
Afogando rios sem remos
Nossa floresta queimando.
Mama natureza Pacha
Teus filhos Waferinaipe
(Netos da vovó do mundo)
Velam os Walimanai
(novos que chegam fecundos)
Na causa que não se agacha
Nem à cruz e arcabuz mais
Nem filhos de dentro imundos.
Vou sem rima e sem gaiola
Assinar esse cordel
Na firma dos filhos próprios
Que não precisam papel
Muito menos de cartórios
Nem do tal Tio de cartola
Pra cuidar do nosso céu
Nosso chão e território:
waimiri-atroari
Baniwa, baré, tukano
Tariana, kubeo, tuyuca
Pataxó, pira-tapuya
Macuxi, matis, tikunas
Wakawayo, mayoruna
Ianomâmi, taurepang
Marubo, parintintin
Mura, sateré-mawé
Kulina, kotiria, hupda
Dessana, jamamadis
Patamona, arapaso
Karapanã, siriano
Canamari, warekana
Tenharim, apurinã
Aikanã, amanayé
Arara, ashaninka
Witoto, waiwai, xeréu
Paumari, arawá
Parkatejê, Hixkaryana
Munduruku, karajá
Kaxinawá, katukina
Karipuna, Waiãpi
Bororo, Nambikwara
Guajajara, Apaniekra
Urueu-Uau-Uau, suruí
Ingarikó, Yekwana
Maku, miranha, matsé
Yawanawá, poianawa
Waiãpi, palikur
Diarroi, Zuruahã
Enawenê-Nawê, xavante
Meu querido Sander: quando li teu comentário senti um arrepio de contentamento. É isso, meu irmão, acho que os andantes, os loucos, os excluídos, os poeta, os solitários....se reconhecem. Amo mesmo a poesia de Violeta Parra, Victor Jara, Mercedes Sosa, José MArti e todos que amam a liberdade. Bjos de luz. Obrigada mesmo.
graça grauna · Recife, PE 6/6/2008 14:04oh, meu querido Bessa: lembra o que S. Pedro disse pra Irene preta, aquela que estava sempre de bom humor? Está em M.Bndeira: "entra, Irene, vc não precisa pedir licença". Então, meu Bessa, você não precisa pedir desculpa nenhuma de atraso. Que atraso? Vi seu belíssimo cantar para Pacha Mama e estava esperando só um tempinhopra respirar de tantas andanças. Cheguei do Rio, antes de ontem; onde, lá no MAM, fui dar uma palestra no V Encontro de Escritores Indígenas. Foi lindo demais. vejo o seu poema e tudo que me fica é uma vontade enorme de sair pelas praças e dizer teu poema em alta voz, apesar do meu tiquinho de voz. Falo bem baixinho e tenho penas dos meus alunus que fazem muito esforço pra me ouvir. Pois bem, teu poema é uma grande declaração de amor aos povos indígenas, filhos e filhas da Mãe Natureza. Adiro você, Bessoa. Tenho uma profunda admiração por tua poesia. Bjos de luz, meu querido irmão das letras amazônicas. Paz em Nhande Rú. Grauninha
graça grauna · Recife, PE 6/6/2008 14:13oh, meu querido Bessa: lembra o que S. Pedro disse pra Irene preta, aquela que estava sempre de bom humor? Está em M.Bndeira: "entra, Irene, vc não precisa pedir licença". Então, meu Bessa, você não precisa pedir desculpa nenhuma de atraso. Que atraso? Vi seu belíssimo cantar para Pacha Mama e estava esperando só um tempinhopra respirar de tantas andanças. Cheguei do Rio, antes de ontem; onde, lá no MAM, fui dar uma palestra no V Encontro de Escritores Indígenas. Foi lindo demais. vejo o seu poema e tudo que me fica é uma vontade enorme de sair pelas praças e dizer teu poema em alta voz, apesar do meu tiquinho de voz. Falo bem baixinho e tenho penas dos meus alunus que fazem muito esforço pra me ouvir. Pois bem, teu poema é uma grande declaração de amor aos povos indígenas, filhos e filhas da Mãe Natureza. Admiro você, Bessoa. Tenho uma profunda admiração por tua poesia. Bjos de luz, meu querido irmão das letras amazônicas. Paz em Nhande Rú. Grauninha
graça grauna · Recife, PE 6/6/2008 14:13oh, meu querido Bessa: lembra o que S. Pedro disse pra Irene preta, aquela que estava sempre de bom humor? Está em M.Bndeira: "entra, Irene, vc não precisa pedir licença". Então, meu Bessa, você não precisa pedir desculpa nenhuma de atraso. Que atraso? Vi seu belíssimo cantar para Pacha Mama e estava esperando só um tempinhopra respirar de tantas andanças. Cheguei do Rio, antes de ontem; onde, lá no MAM, fui dar uma palestra no V Encontro de Escritores Indígenas. Foi lindo demais. vejo o seu poema e tudo que me fica é uma vontade enorme de sair pelas praças e dizer teu poema em alta voz, apesar do meu tiquinho de voz. Falo bem baixinho e tenho penas dos meus alunus que fazem muito esforço pra me ouvir. Pois bem, teu poema é uma grande declaração de amor aos povos indígenas, filhos e filhas da Mãe Natureza. Admiro você, Bessa. Tenho uma profunda admiração por tua poesia. Bjos de luz, meu querido irmão das letras amazônicas. Paz em Nhande Rú. Grauninha
graça grauna · Recife, PE 6/6/2008 14:14gente, por favor, desculpa o atropelo aí do recado repetido. Problemas no meu computador.
graça grauna · Recife, PE 6/6/2008 14:17
Este teu canto é muito lindo minha querida amiga Graça. Um canto que entre outras coisas, fala da angustia deste povo tão sofrido e injustiçado, amiga. Meus sinceros aplausos e beijos.
Carlos Magno.
Carlos, meu grande Carlos: é tão bom ver você aqui, transmitindo sua energia, seu sorriso. Obrigada pelos aplausos. Bjos.
graça grauna · Recife, PE 6/6/2008 22:29Graça, Sublime a sua cação Peregrina. Parabéns! Voltarei para votar. Bjssss
Doroni Hilgenberg · Manaus, AM 7/6/2008 09:31vo(l)tado com carinho. bjos.
Cristiano Melo · Brasília, DF 7/6/2008 10:26
a consciência de um povo
nascerá da sua compreensão
e de achar seu lugar no mundo.
Um abraço
meu voto
EG
Passo e deixo votos e carinho.
clara arruda · Rio de Janeiro, RJ 7/6/2008 10:36Voltei... deixar meus votos e desejar que esta linda canção se torne universal Bjsssss
Doroni Hilgenberg · Manaus, AM 7/6/2008 13:55Doroni, querida: sublime também é a sua presença. Volte sempre. Bjos e obrigada.
graça grauna · Recife, PE 7/6/2008 16:10...eita menino atencioso e carinhoso, esse Criatiano. Bjos, meu querido e obrigada pelo voto.
graça grauna · Recife, PE 7/6/2008 16:11EdimoGinot: é isso mesmo meu querido amigo, nosso lugar no mundo depende da nossa luta. Gratíssima pela leitura. Paz em Nhande Rú.
graça grauna · Recife, PE 7/6/2008 16:14Clara, claríssima, obrigada pela chegança, pela atenção, pelo carinho. Dê notícias. Te gosto muito,viu? Paz em Nhande Rú.
graça grauna · Recife, PE 7/6/2008 16:16
Graçamiga,
Está lindo o poema: místico, fraterno, sonoro, cromático e sinestésico.
Besos, mi hermana,
Graúna,
que lindo colar poético teceste, amiga. Parabéns, pelo texto e por tua luta...
bjs de betha.
Graçça minha linda
Um praze imenso publicar seu belo texto!
Beijos e ótimo fim de semana
graça grauna · Jaboatão dos Guararapes (PE) ·
Canción Peregrina
Com todo carinho votando a Sua Canção Peregrina,
que agora passou a ser Também.
a Nossa Canção Peregrina.
Maior orgulho de Vottar.
....Em cada parto
y canción de partida,
a la Madre-Tierra pido refugio.....
Parabéns Amiga
Um Show de Amor.
Abração Amigo
Marcicilio, poetamigo: que ALEGRIA, encontrá-lo nessas paragens. Obrigada pela leitura, pela atenção, pelo voto, pelo carinhos. Bjos de luz.
graça grauna · Recife, PE 7/6/2008 20:24Homeninopoeta, menino-homem-poeta: muito bom você por aqui. Gracias pela leitura. Besitos, si.
graça grauna · Recife, PE 7/6/2008 20:28
Graça,
"A angustia de nos outros precisa ser ouvida" Está na hora de ser ouvida. Será ouvida. As sociedades do Mundo estão na encruzilhada,
e nós outros, nas nossas crenças e destituídos de outro pratica que não a de ensinar, seremos ouvidos, sim.........
abraços andre
Betha, minha linda: obrigada pelo carinho e se eu enfrento a luta é por que tenho amigos assim, iguais a você. Bjos de luz.
graça grauna · Recife, PE 7/6/2008 21:07Ailuj, minha linda. Bom demais contar com o seu voto e o seu carinho.Bjos.
graça grauna · Recife, PE 7/6/2008 21:08meu amigo irmão Azuir: cada vez que você aparece meu coração pula de felicidade. Bjos de luz, meu querido poeta. Obrigada pela leitura.
graça grauna · Recife, PE 7/6/2008 21:11
Graça minha querida amiga,
Voto e bjs
André, meu querido: é uma angustia feroz e sei muito bem que podes sentir o que eu sinto por varias razões: por nossa alma nordestina e de poetas meio perdidos nas metrópoles, não bastasse a raiz indígena. Mas se estás por perto, suportarei as angustias acumuladas há mais de 500 anos. Acredite nisso. Paz em Nhande Rú e em Padim Ciço também, oxente!!!!
graça grauna · Recife, PE 7/6/2008 21:15Falcão, meu amor: bejos de luz pra você também. Obrigada pelo voto.
graça grauna · Recife, PE 7/6/2008 21:16
Pegando Carona aqui com a Graça
Aos chegantes.,
O Guilherme Faria está com um escrito de e sobre cordel, bem
interessante. Está no Banco. Melhor ver no Perfil do Guilherme.
Ele é de SP/Capital.
obrigado
andre.
Fique à vontade, meu querido André. Passei um monte de recadinho solicitando aos amigos leitura do cordel do nosso Guilherme. Conte sempre comigo.Bjos.
graça grauna · Recife, PE 7/6/2008 21:49
Oie!
Vim deixar minha marca.
Beijos anjo.
Ilia, minha linda: sua marca é ímpar.Obrigada pelo voto. Bjinhos.
graça grauna · Recife, PE 7/6/2008 22:11
Minha linda e querida Graça...votadíssimo,querida...vc sempre perfumando tudo por aqui...natureza pura e infinita!!!
Grande beijo azul na alma...
Raiblue
p.s. Tem um continho novo lá...te convido a ler...tá?
Obrigada,Raiblue.....bom sinal a sua aparição neste domingo. Grata pela leitura. Vou ver o seu conto, sim. Aguarde.Bjos.
graça grauna · Recife, PE 8/6/2008 12:26Meu amigo Victor, que alegria contar com a sua presença. Obrigada pelo voto. Bjos.
graça grauna · Recife, PE 8/6/2008 18:57
Querida amiga,
Que coisa maravilhosa esse poema. Pena que não pude assistir à sua palestra, pois tenho certeza do sucesso que obteve e, sem dúvida do assunto abordado por você.
"Yo tengo un collar
de muchas historias
y diferentes etnias.
Se no lo reconocem, paciência.
Nosotros habemos de continuar
gritando
la angustia acumulada
hace más de 500 años."
Esse clamor tem que ser ouvido...
Bjs
Saavedra, meu querido: fiz esta canção pensando no respeito ao aoutro e na liberdade que devemos cultivar. Fico feliz que tenha gostado. Obrigada pelo carinho. Bjos.
graça grauna · Recife, PE 10/6/2008 04:07
Grauninha,
"a fin de calentar tambores
y tecer un collar
de muchas historias
y diferentes etnias."
...sempre bom te ler,bjs.
Grauninha,
"a fin de calentar tambores
y tecer un collar
de muchas historias
y diferentes etnias."
...sempre bom tecer,bjs.
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