A tarde dá sinais de ocaso
na linha do horizonte
uma solitária jangada
persegue a crista das ondas
como se quisesse arar
os latifúndios do mar.
Num céu de nuvens gris
gaivotas em vôos pandos
bicam a superfície das águas
(em beijos lestos)
se despedindo da lida do dia
enquanto para os lados do Meirelles
últimos raios de sol
tingem de ouro maduro
a enseada do Mucuripe.
para Graça Grauna, intelectual da melhor cêpa
Julio
Que belo poema
gaivotas beijando o mar...
O mar tingido de prata
e o sol banhando de ouro a anseada.
pura maravilha que a natureza nos oferece.
bjs
Belíssimo, tomado por uma tranquilidade de crepúsculo, com versos inspirados, lindos como o por do sol, a começar no título.
Certamente, à altura da grande poeta Graça Graúna.
beijos
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