Liberta-me
Deixa-me voar
Para terras distantes
Sobre campos verdes
Árvores e montanhas
Sobrevoar
Flores e fontes
Florestas...
Deixa-me voltar
Para o meu lar
Pois esse canto
Que entôo
Apenas disfarça
A minha dor
De viver
Na minha mente
Tenho cravado
Uma trilha
Púrpura e cinza
Que nunca segui
Sou ave rara
Esperando pelo dia
Em que possa
Novamente
Abrir as asas
E voar
Em direção ao
Meu instinto
Me dê essa chance
Deixa-me apenas
Dormir no meu galho
E acordar
Pela manhã
E cantar para
A alvorada
Acordar o Sol
Sem cercas
Que me cerquem
Sem portas
Que me tranquem
Cantar para a alvorada / acordar o Sol / sem cercas que me cerquem / sem portas que me tranquem
Liberdade... É uma canção do Vôo definitivo.
Um bom domingo
A finalização é bem bonita!
Gostei das imagens. São bem ricas...
O ritmo poderia ser bem cadenciado
- obvio, respeito a licença que lhe cabe!
No é-terno,
Que bom receber sua visita.
Grande abraço
E adorei teu poema pois assim é a liberdade que sonhamos...
É um lindo cantar para o amanhecer. Beijoss.
Ilia Noronha Poesia · Manaus, AM 5/3/2012 23:56Para comentar é preciso estar logado no site. Faça primeiro seu login ou registre-se no Overmundo, e adicione seus comentários em seguida.
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