Um momento em que tentava rememorar o momento que esperei por toda a vida... Mas de tão enormes as revelações, não foi possÃvel lembrar de tudo... O importante é lembrar de como se anda!
Canto de um Vale que não me lembro mais
No passear, no cantar do homem e do bambu
não ando, flutuo nos fluÃdos sons de meu peito
as dores não existem mais
as dúvidas começam a ser expurgadas
não vou além
não tenho como
me falta desapego
me perco novamente em pensamentos que já tinham me sido tirados
mas não me faltam mãos para me guiar novamente
e quando consigo lembrar como é que faço para controlar meus braços,
minhas mãos, meus dedos,
sobe o som de uma unidade,
quase uma microfonia no começo da transição,
no final quase um acorde, quase pois não tem três ou quatro ou mais notas,
mas nele estão todas as notas, todo o centro, tocando somente por vontade
sem respiração, sem ar, não preciso mais dele.
Pelo menos não precisei...
Esteban, estou ouvindo aqui e li a descrição. Me cai bem o som. Sobe bem. Tem algo de espiritual, quem sabe pela entrega na feitura. É isso aÃ. Abraço.
Felipe Obrer · Florianópolis, SC 11/10/2008 16:13
Obrigado Felipe!!! Suas sugestões foram acatadas!!! E quanto à espiritualidade... A feitura, a recordação e até mesmo a linguagem musical estão totalmente conectados a essa questão!!!!
Abração!!!
Foi além sim. Esse vale sonoro chama eternidades efêmeras;)
Compulsão Diária · São Paulo, SP 13/10/2008 14:11
Meu querido,ouvir uma flauta é como estar no céu.
Parabéns!
Super...amo flauta....meu pai tocava, era lindo, recordações...
Cintia Thome · São Paulo, SP 14/10/2008 18:26Para comentar é preciso estar logado no site. Faça primeiro seu login ou registre-se no Overmundo, e adicione seus comentários em seguida.
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