em jornada inerte
permanência solitária
sem sul sem norte,
mas pés descalços
se morrer assim,
sem medo
que dêem meus restos
(não aos ratos do deserto)
a ilustres homens
abstratos, abjetos
como eu, submersos
dor, descrença, irritação e, acima de tudo, resistêcia - sintomas de quem não se adaptou ao relógio na porta da fábrica e nem se transformou em gerente do sistema.
vingancinha particular: antagônico à evolução histórica e, tanto ludista, casuÃsmo daquele que decide voltar à s cavernas.
espero que gostem.
meu imenso abraço,
fábio camacho
janeiro/2009
Giostei. É forte e propõe destemor.
Ivette G M
Concordo com nossa amiga Ivette!
Poema impactante! Natureza avessa ás convenções, espÃrito Indõmito! Volto...
Bjs...
gostei desse poema gostoso de ler, parabéns.votado.
O NOVO POETA.(W.Marques). · Franca, SP 9/1/2009 10:05
Marques, Graça, Gorete e Ivette,
grato pela vista e votos; meu grande abraço à vocês.
fábio camacho
Oi Fábio!
Tudo bem!
A liberdade de expressão
em palavras objetivas e avessas
ao sistema imposto pela conceituada
sociedade utópica.
Pensamentos fortes e profundos.
Votei tudo de bom!
Dalila
e olha que vc explicou!!!
bjs♥;;
Parabéns Fábio, você escreve lindamente!
Pena me dá de pessoas, como a do comentário acima, que ainda querem tirar um sarro da cara de poetas, achando pura "brincadeira" pessoas expressarem sentimentos na grande rede, pena muita pena!
Brigado Monalisa - tadinha, ela não é muito esperta.
Fábio Camacho · Osasco, SP 21/9/2009 18:09Para comentar é preciso estar logado no site. Faça primeiro seu login ou registre-se no Overmundo, e adicione seus comentários em seguida.
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