CARTA À MONA
Os cruzamentos, as encruzilhadas
as passadas de nosso caminhar
acompanham frenéticamente
o balanço da brisa, a dança do mar
elas vão e voltam
em constante descompasso
sem respeitar os limites do tempo
amalgamadas a elas, passam as pessoas
por diferentes sentidos, objetivos, motivos
nunca como fantasmas, transpondo as entranhas
mas deixando marcas espalhadas
marcas racionais, temporais, saudosistas
que as vezes não deixam crédito
para entendermos seu rumo, seu porque
apenas conhecemos estas marcas
sentimos seus encantos e suas dores
que moram desenhados, na imaginação
pessoas então, sempre marcantes
unicamente presentes
maravilhosamente inesquecíveis
destinadas a serem conhecidas
amorosamente e exclusivamente como
eternas amigas.
Parabéns Jõao Rafael!.
Muito bonito o teu poema...
Agenor
João Rafael,
Muito bonito!
Um aBRAÇO, Marluce
Bleza de texto, Rafael. Parabéns.
Carlos Magno.
Desculpem a demora, estava ausente este fim de semana, mas muito obrigado a todos..
Simpatia: É uma homenagem a uma amiga, este era um apelido (que nem eu mesmo usei, mas caiu bem neste poema!)
Livinha: Você merece um tantão!!
Marluce: Muito obrigado pelo elogio!
Carlos: Obrigado pela sua participação, muito valiosa aqui!!!
Ah... ficou muito bacana.
zepereiranoticias.blogspot.com · Belo Horizonte, MG 4/6/2007 10:14
Muito bom, João Rafael. Agradabilíssimo de se ler e refletir. Um abraço!
Remisson Aniceto · São Paulo, SP 2/8/2007 15:19Para comentar é preciso estar logado no site. Faça primeiro seu login ou registre-se no Overmundo, e adicione seus comentários em seguida.
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