Lendo Fernando Pessoa, sempre relendo com aguçados sentidos
Alberto Caeiro e deixando o rebanho dos pensamentos seguir as
nuvens... A natureza no quintal mostra a grandiosidade nos
recortes dos dias e das noites. Vou captando, sentindo os
incêndios do sol de julho na paisagem ressequida e exuberante do
cerrado. É na secura que o cerrado explode em cores, uma festa
para os olhos e os sentidos. Deixo a vista correr no silêncio de céu
e terra. E vou fixando rebanhos moventes no fluir do dia. Aqui, um
cartão postal do céu do Planalto Central na moldura da sucupira
rosa. Fico de olho, com o coração na mão, para o dia seguinte da
cobertura tenra das folhas novas, o dia do milagre do verde
voltando, sem chuva.
Bela imagem.
Momento divinal que penso que foi clicado na Amazônia...Rs.
Valeu. Abçs.
Cida.
Para quem tem o umbigo enterrado nas terras quentes aqui da nossa Amazônia, como eu e meu amigo Benny aí em cima, nada como ver o sol no esplendor da alvorada ou na tristeza do crepúsculo. O Planalto Central fica te devendo um muito obrigado.
Abraços
Noélio
Lindo, Cida! Ainda tive a honra de fechar o placar!
O céu do Cerrado é vermelho, inesquecível!
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