A névoa cobre a visão. Uma cortina entre o sol e as sombras. Um espaço perdido... Talvez uma zona desmilitarizada que encontra o arco observador da vida e que interfere e abona a sincronia do destino...
Cruzamo-nos no desmilitarizado caos, num único momento entre a estrela e a alma. Saboreamos a embriaguez e nos despedimos na simplicidade dos olhares; nas gentilezas dos passos...
Assim, no broto do turbilhão tem um sol que aquece as manhãs e emudece as dores. Foi no atalho entre a marcha e a palavra que encontrei o calor que aquece minha alma...
há tanto calor neste lindo poema, afastando as sombras, calando as dores, aquecendo a alma...
Assim são versos, como o sol na manhã.
beijos
Oi Saramar!
Há muito calor em minha alma. Alma de louco... rss
Beijos
É um refúgio de lindas palavras que emudecem os sentidos mais humanos.. Turbilhão de coisa calma.. de um sentir pleno e plenificador... de um breve e constante calor de fazer lembrar a vida.
Patricia Moreira · Vitória da Conquista, BA 2/9/2007 14:30
Oi Patricia!
Vejo que você entende muito bem da alma...
Um beijo agradecido.
José, o calor da sua alma percebe-se nos seus versos.
Sua alma de louco é morada da poesia e da beleza.
Sou sua admiradora desde sempre, você sabe.
beijos
Eu preciso deste atalho mestre. Seria a luz que tanto procuro, um abraço.
Higor Assis · São Paulo, SP 4/9/2007 12:16
E esse momento entre a estrela e a alma?Lindo!!!
Abraços.
Belissimo texto amigo José. Meus sinceros aplusos e abraços.
Carlos Magno.
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