Sob a sombra majestosa,
Uma árvore
Inocente...
Céu e Terra
Se enamoram...
E o véu da noite
Acoita.
E a densa atmosfera
Oculta.
E a mão do vento
Assusta.
Quando a solitude
Açoita...
Noturnos
Se entrelaçam
Vultos...
Solidários
Na desgraça.
Restos
Da luz
Que havia...
Rastros
Que o breu
Apaga...
Cúmplices,
Duas feridas
Se completam.
parabéns!! belíssimo poema.
abraços,
Obrigado, Marcos.
Seu comentário me deixa muito feliz.
Um grande abraço.
Beleza pura de poema arretado de gostoso. Meus aplausos.
Carlos Magno.
Êita, Carlos, obrigado pelo entusiasmo.
Verônica Almeida · Nossa Senhora da Glória, SE 13/5/2007 10:40
Êita, Carlos e Verônica, obrigado digo eu!
Valeu a força!
Um grande abraço.
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