Creio que nunca entendi
Embora comungue de tua saliva,
Com a alma caminhe por todo o teu corpo
Embora te sinta por dentro
E, às vezes, te sinta pulsando,
Não tenho as chaves de ti.
A porta tens. A chave, acenda a luz!... Belos versos!
Agradecido, José!
Muito bom. O servo não é maior que o Senhor. Basta Nele viver e ser instrumento do amor. Parabens Jorge. Abç do J.
Jotaoliveiraa · Brasília, DF 22/3/2007 21:10
Novamente obrigado, J.
Gentil.
Abraço.
Às vezes a comunhão transcende o segredo das chaves...
Gostei muito.
Legal, Regina.
Seja bem-vinda.
Obrigado.
Realmente, Regina, a comunhão transcende o segredo das chaves.
Que bom que gostou.
é sempre assim... alguns acham que têm a chave, por algum tempo... mas é ilusão!
Belos versos!
Sábias palavras, Roberta.
Obrigado pelo comentário.
Um abraço.
Gostei bastante. Embora algo saia do ritmo ali no meio. Comungue quase rebate em caminhe. Melhor dizendo: a primeira e a última frase são muito fortes pra o meio do poema. ;)
Compulsão Diária · São Paulo, SP 7/6/2008 16:17
Olá, "Compulsão Diária", obrigado pela observação crítica.
Na verdade, o ritmo começa a mudar já no segundo verso, que se torna mais longo que o anterior. No terceiro, mais longo ainda, tinha a pretensão de dar à expressão "caminhe por todo o teu corpo" um quê a mais, como se o caminhar fosse, de certa forma, centímetro a centímetro.
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