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Chico Louco

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Circus do Suannes · São Paulo, SP
10/2/2009 · 101 · 15
 

Chico Louco era o singular apelido do magistrado, nome que dispensa maiores explicações, sendo famosa na comarca a motocicleta com que Sua Excelência cruzava as ruas da cidade, passando vezes e vezes diante do quartel local, sempre em alta velocidade, para ser homenageado com os cumprimentos do soldado de plantão na fronteira guarita, o qual lhe batia sonora continência, juntando estrondosamente os dois cascos tal como lhe determinava o RDE, a cada vez que isso se dava. E ele que não o fizesse! Se não for eu, a quem ele irá saudar para justificar o soldo recebido? dizia Sua Excelência.

Estando a acumular comarcas no período de férias, visitava-as a bordo de sua Harley Davidson devidamente equipado como convém a quem se dispõe a tal aventura que insta não dar azo às Parcas para não abrir vaga na carreira precipitadamente para gáudio de seus queridos colegas, como também dizia Sua Excelência e punha aquele belo capacete que parecia ter saído da falecida cabeça de algum soldado ariano do III Reich. E havia advogados que aceitavam carona no incômodo veículo, olha a temeridade! como o doutor fulano, que, no entanto, não conseguiu chegar a seu destino porque, respeitoso em demasia, furtou-se de circundar a cintura de Sua Excelência com os necessários braços que manteve ao vento até que numa curva, vencida com franco exibicionismo por parte do piloto, Sua Senhoria estatelou-se no asfalto, fato singular e inesperável de que Sua Excelência só tomou conhecimento quando, ao estacionar sua possante máquina na garagem do fórum do seu destino, deu pela ausência do causídico. Ingrato! Nem despedir se despediu! obtemperou Sua Excelência.

Em sua comarca, como em muitas mais, a sexta-feira era destinada a trabalhos burocráticos, forma eufêmica de dizer que o juiz não aparece no fórum, em nome da chamada semana inglesa ou das inúmeras sentenças em atraso que insta por em dia e como fazê-lo tendo de atender partes e advogados? E foi precisamente numa sexta-feira que o doutor sicrano, titular do conhecido escritório de advocacia sicrano e associados, sendo estes inúmeros, mais os não associados também inúmeros e os inúmeros estagiários e inúmeras estagiárias, ditos solicitadores acadêmicos naquele tempo, desceu de um táxi aéreo no aeródromo local, que ele não era homem de vencer distâncias de automóvel, mesmo porque a despesa seria lançada na conta do augusto cliente, sendo que o fato de o próprio titular do escritório e não algum dos inúmeros associados ou dos inúmeros advogados não associados ou ainda algum dos inúmeros estagiários, ditos então solicitadores acadêmicos, não o terem feito já era indicação da magnitude da causa e do poderio econômico do cliente.

Chegado ao fórum, o ilustre advogado, desses de chamar desembargador de você, ali não encontrou vivalma para espanto seu que supôs haver chegado ao local em dia de feriado municipal, o que logo foi desmentido pelo porteiro que lhe explicou que Sua Excelência estava fora em correição. Mas cuida-se de medida extrema urgente e inadiável que insta seja submetida a Sua Excelência de imediato, sem tardança alguma, diz o advogado. A correição é no cartório da dona Geny, diz o porteiro com seriedade. E onde fica esse cartório senão no fórum como os demais? Esse fica num local mais retirado, como esclareceu então o porteiro, o senhor tem de pegar um táxi e ele lhe conduz até lá, sugeriu ele a errar a flexão do objeto direto como se indireto ele fosse.

E o nosso advogado que chama desembargador de você foi até o centro da cidadezinha onde perguntou: quem saberá levar-me ao cartório de dona Geny e todos eles disseram qualquer um de nós e ele escolheu o carro mais confortável e com ar condicionado sem atentar para isso de primeiro aquele, eu estou pagando eu escolho, e o carro mais confortável levou-o por estrada de terra até um local onde se avistava um sobrado situado no alto de uma pequena elevação ricamente gramada, com uma discreta rampa que levava até à porta principal do edifício, rampa essa cercada de flores que me pareciam ser petúnias não tenho muita certeza, talvez alamandas.

E ele agora tira do bolso direito interno do bem cortado paletó a carteira de couro alemão e procura ali umas notas para pagar o taxista, que lhe estende a palma da mão direita, deixe-se disso, é por conta da casa. Por conta da casa? Isso mesmo, tenha uma boa tarde e aproveite.

E o advogado com a pasta de couro também alemão debaixo do braço cruza o belo portal do sobrado e é atendido por uma bela moça que lhe diz em que posso servi-lo? Dona Geny por gentileza! Quem deseja? Diga que é o doutor sicrano, advogado em São Paulo, que tem uma petição para despachar em regime de urgência com o meritíssimo. Um momento, um momento, diz ela e se põe a subir a escada de mármore que havia à esquerda, com corrimão vazado que permitia ao importante advogado apreciar as belas pernas da moça, o que para ele não era muita novidade porque em seu escritório para serem admitidas como estagiárias as moças deviam de.

Pode subir, doutor, pode subir. A voz feminina vinha lá de cima e não pertencia à moça que o atendera e ele agora está a subir a mesma escada, sem mostrar suas feias pernas porque o terno de tropical inglês impede a exibição delas, para sorte de eventuais espectadores, e logo ele está lá em cima, sendo atendido por uma senhora um tanto gordita cabelos louros penteados com laquê, colares e mais colares de falsas pérolas a cobrir-lhe o gordo pescoço, sendo que a falsidade das pérolas foi o juízo que ele fez, além de um decote que se poderia chamar de generoso, não mais do que isso, o que lhe trouxe à mente a velha anedota da mulher peituda com decote vasto onde homenageava em um broche o quadro célebre do Leonardo da Vinci, ali reproduzido em miniatura. Ao que ela lhe perguntou ao homem que não lhe retirava os fixos olhos dos peitos: o senhor está admirando a Ceia do Senhor? E ele: Não, estou é admirando os seios da senhora!

Acompanhe-me, doutor, acompanhe-me. E eles seguem pelo corredor acarpetado com uns desenhos de flores que se repetem a cada passo que eles dão até uma porta lá no fundo, em que ela bate duas vezes com dois dedos dobrados, com delicadeza, entre entre, e agora a mulher abre a porta em que havia batido delicadamente por duas vezes com os dedos dobrados e faz um sinal solene ao advogado que trata desembargador de você, indicando-lhe que entre, o que ele faz e ela fecha a porta sem entrar.

O advogado agora está com o chapéu de autêntico panamá na sua mão direita dele, pasta de couro alemão em baixo do braço esquerdo também dele, a olhar curioso as paredes daquela sala onde faunos e sereias dançam alegremente, ele não imagina como sereia poder dançar sem ter pernas, mas é isso que as pinturas sugerem, sendo que as pinturas parecem ter sido feitas por algum artista local, coisa que não se confundiria jamais com as pinturas das paredes da Igreja do Santíssimo Sacramento, no Vaticano, para citar apenas uma, que ele visitou naquele Ano Santo, como representante da Ordem dos Advogados, ele que é congregado mariano e membro da Sacrossanta Ordem dos Templários, partícipe desde remotos anos da anual festa dedicada a Santo Ivo, com direito de publicação da conferência então feita, dita homilia, no boletim da AASP, em folhas destacadamente azuis, e que jamais havia suposto entrar em uma sala tão insólita como aquela, sendo insólita a palavra de que ele se utilizou quando, em reunião ordinária, narrou a seus inúmeros associados aquela incrível aventura de que fora protagonista.

E a petição, foi despachada ou não foi? Calma, calma, uma coisa por vez, dirá ele aos colegas de escritório, fazendo uma pausa para tomar um gole da água que o aguarda ao lado, em copo de cristal da Boêmia onde quer que seja isso e lhe pergunta aos colegas são servidos? E uns dizem sim e outros dizem não e a maioria fica silente esperando o resto da história.

Pois não, doutor, foi a voz que ele ouviu, o que muito o encabulou pois, a falar verdade, não havia reparado que havia um homem naquela incrível sala. Um homem inteiramente nu, se permitido for imaginar, pois da cintura para baixo ele estava protegido por uma alvíssima espuma de sabonete Phebo, se não me falha o olfato, já que se encontrava o tal homem sentado dentro de uma banheira, mais exatamente um arremedo de um nipônico ofurô, tendo na boca um charuto certamente vindo de Havana se não lhe falham as narinas profissionais do doutor sicrano, ele mesmo um fumeur de bons charutos, o que ele faz no clube destinado especificamente a isso, fiquem os senhores sabendo! e aquele olor que lhe era muito familiar, pois charuto não tem cheiro mas olor, como ele disse aos colegas que se divertiram muito com a tirada, não fosse ele o chefe deles todos, e o homem do charuto na boca diz novamente pois não pois não.

Quer dizer que o senhor? Doutor, estamos perdendo tempo, diz o homem nu enquanto enxuga as mãos em uma toalha felpuda branca branca como a fumaça do charuto, e logo lhe diz o senhor tem uma caneta aí doutor, que a minha ficou no paletó. Pois não, pois não, diz o doutor sicrano tirando sua caneta preta do bolso do paletó e entregando-a ao homem sentado dentro do ofurô, que repara que ela tem uma estrela branca nos fundos externos da tampa, e com a outra mão o homem do charuto pega a petição e, com incrível perícia, escreve ali mesmo jota conclusos com urgência dia tal do mês tal e ano tal e assina com aquela assinatura escandalosa que ocupa quase meia página, ressalvado o exagero, e devolve a caneta, que olha demoradamente antes de entregar com a petição ao advogado que viera da capital e que agora vai pedir à secretária da dona Geny que lhe chame um táxi por obséquio, que o vai levar de volta ao fórum, onde ele protocolarizará, como dizem os pernósticos, aquela petição, se fosse para receber um despacho desses qualquer estagiário poderia ter vindo, resmunga ele que depois irá com o mesmo táxi até o aeródromo onde o aguarda o aviãozinho Bandeirante que o levará de volta à capital, onde, dentro de alguns dias, ele encontrará os amigos desembargadores no reservado restaurante do Jockey Clube, quando começará a conversa dizendo vocês não sabem o que me ocorreu nesse fim de semana!

Sobre a obra

O texto acima foi extraído do livro Menas Verdades (Causos Forenses ou Quase), ainda inédito. Consta que o nosso personagem aposentou-se como Juiz de Menores na comarca da Capital. The right man in the right place.

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azuirfilho
 

Circus do Suannes · São Paulo (SP
Chico Louco

Com seu texto de exemplar perfeição, a medida em que vamos nos extasiando na leitura, com a linda imagem do extraordinário Castelo, que adquiriu tanta popularidade nos últimos dias, somos induzidos a construir diversas alternativas sobre novas situacóes incríveis, que deveráo acontecer a todos instantes consequente do que já acinteceu até agora, que já é impressionante demais e que náo vai ficar por isso só.
O Castelo esta lá imponente pronto para participar de tudo que é possível e impossível como saido de um Livro de contos de Fadas, uma vez que oficialmente náo existe, náo esta no nome de ninguém e náo paga imposto nenhum,
Impressionante.
Um texto que nos prepara para o que há de vir.
Parabéns.
Abração Amigo

azuirfilho · Campinas, SP 8/2/2009 18:03
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Circus do Suannes
 

Caro amigo Azuir.
Coloquei na apresentação do meu mais recente livro, Justiça & Caos, esta frase do Eduardo Galeano:
"Si el mundo está, como ahora está, patas arriba, ¿no habría que darle vuelta, para que pueda pararse sobre sus pies?"

Circus do Suannes · São Paulo, SP 9/2/2009 09:30
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Lila Su
 

Deve ter sido promovido para a Capital, por merecimento. Deve ter se aposentado com o salário integral.Como dizia De Gaule........Beijos. Lila Su

Lila Su · São Paulo, SP 9/2/2009 11:06
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raphaelreys
 

Uma narrativa digna de caminhos dos que lidam com o chamado "poder". É daí para mais longe o cotidiano. Tive um juiz meu amigo que rodávamos as noites dos anos 70. Vou aproveitar e escrever os " causos"! dele. Tem coisa do arco da velha! Esse seu dá um filme meu caro Suannes! Parabés! Vou colar aqui um meu para potencializar o clima:





O VELORIO DO DESEMBARGADOR


O bacharel já era a terceira geração de desembargadores, na família. O seu pai e o seu avô também o foram; isto he dava status social elevado, alem da perpetuação do nome da estirpe.
Residia à rua Sete de Setembro, no centro da cidade de Teresina, Capital do Estado do Piauí num casarão centenário, onde moraram os seus ancestrais.
Era pessoa bastante conhecida, tanto nos meios forenses, como em sociedade. Como era solteirão, tinha todo o tempo do mundo, para cultivar os amigos, ligados à profissão, os quais fluíam à sua casa, quase que diariamente.
A cena que se via, no final da tarde, eram carros negros, limusines, advogados, autoridades do poder judiciário. Às vezes, era tanta gente, que a policia tinha que fechar a Rua Sete de Setembro, no cruzamento com a Avenida José dos Santos e Silva, e colocar um policial para cuidar do trânsito.
O ponto alto da casa era a sua adega, sempre lotado de importados. Os comes eram feitos pela Cícera, a negra velha que era a governanta e exercia ascendência sobre ele. Na verdade era a única pessoa que o monitorava.
Ela era a sua mãe, falecida ainda jovem, exercia o papel da sua esposa faltante, e ele tinha uma verdadeira adoração pela mesma O outro personagem que fazia parte da casa era o Damião, um policial militar aposentado, também solteirão, que era o seu motorista e morava no barracão, nos fundos.
Como fora criado e vivera em ambiente de sociedade, fórum, tribunais, não cultivara relacionamento com os vizinhos imediatos, os quais, na verdade, ele nem os cumprimentava.
Era um dândi, sempre bem vestido, com ternos feitos com tecido importado, personagem obrigatório nos acontecimentos de alta sociedade e, nas horas vagas, escrevia e declamava poemas eróticos.
Dele, sempre se contavam histórias exóticas, de ambiente jurídico, de vida noturna, de porres homéricos e de alta sociedade.
No dia do fato, acordara com uma forte ressaca. Cícera preocupada fez chás, ministrou medicamentos e o obrigou a permanecer na cama. Na hora do almoço, foi chamá-lo para a sopa de verduras, e o encontrou rígido e sem respiração. Chamou rapidamente um medico próximo, tendo o mesmo constatado o óbito.
Prepararam o velório numa sala ao lado da entrada. Foi então decretado feriado para os organismos judiciários e, às l6: 00 hora várias ruas em volta da sua casa já estavam isoladas, para o fluxo de autoridades de todos os escalões. Era o festival dos ternos escuros.
Os íntimos foram chegando para o velório e, como vingança, apossaram-se da rica adega, já que era a única parte da casa onde ele sempre ditava condições severas. Cícera não se opôs, pois queria ficar livre daquele fardo etílico.
Logo o coro foi engrossado por funcionários do poder público e advogados militantes na capital. As dependências da casa, assim como os passeios e a rua em frente fervilhavam como em um festival.
O corpo do de cujus permanecia sozinho na sala solitária, sem que nenhum amigo estivesse a velá-lo. Preocuparam-se em formar rodinhas, contando os seus causos, tomando os seus importados envelhecidos e comendo gostosos tira-gostos.
O nosso desembargador, na verdade havia sofrido um ataque de catalepsia, estava, pois hibernado. E às 17; 00 hora, acordando do incidente e, vendo-se num caixão, presumiu ter sido alvo de uma brincadeira de mau gosto por parte dos amigos.
Ao escutar o vozeio e o barulho dos copos tilintando, levantou devagar e, vestido de terno escuro, como todos os presentes, chegou perto da primeira rodinha tentando entender o que estava acontecendo. Como ninguém lhe deu atenção, por tê-lo como mais um de terno escuro, irritou-se, e, à grande voz, solicitou a presença do responsável pela invasão da adega.
Foi um Deus nos acuda! Uma enorme correria, rua afora! Atraída pelo barulho, Cícera, ao vê-lo em pé no jardim, lhe disse: Doutor, até depois de morto o senhor me dá trabalho.
Passados oito anos do incidente, ele veio a falecer de causas naturais, entretanto, desta vez, a notícia foi recebida com reservas por todos, que presumiram ser uma brincadeira macabra.




raphaelreys · Montes Claros, MG 9/2/2009 14:57
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Circus do Suannes
 

Caro Raphael.
Excelente o teu relato, que enriquece o meu.

Circus do Suannes · São Paulo, SP 9/2/2009 16:07
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Eldo Meira
 

Esse causo do juiz que despachava numa banheira em casa de zona do meretrício eu já havia lido num CIRCUS. É muito interessante e creio que existiu e ainda existem muitos desses personagens. Me veio a recordação de um juiz que gostava muito de lidar com armas, e costumava municiar uma pistola apontada para os pés do oficial de justiça, quando esse ia a sua presença para solicitar algum despacho, o oficial comentava muito indignado com aquela atitude do juiz, mas juiz é juiz e o oficial embora temeroso, não podia desviar sua presença quando o dever lhe impunha ir ter junto ao magistrado. Esse mesmo juiz fazia parte de uma associação na Comarca de tiro ao alvo e alguém menos avisado teve a audácia de propor uma ação contra a tal associação a fim de reclamar da mesma, pois estava localizada em uma área pública (no parque Municipal) e representava perigo a terceiros que por lá circulavam. Mas, depois da estória do Raphael, não vejo maior emoção do que a do desembargador ressuscitar em pleno velório. Parabéns ao Mestre e ao Raphael.

Eldo Meira · Carazinho, RS 10/2/2009 11:29
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Veet
 

votado !!!! Sempre um grande prazer.

Veet · Internacional , WW 10/2/2009 16:35
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victorvapf
 

victorvapf · Belo Horizonte, MG 10/2/2009 17:02
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Ivan Cezar
 

Pelo menos o cara tinha bom gosto: Harley Davidson ...

Ivan Cezar · São Sepé, RS 10/2/2009 17:03
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raphaelreys
 

Meus votos e meus abraços!

raphaelreys · Montes Claros, MG 10/2/2009 18:09
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joe_brazuca
 

tem que fuzilar em praça pública, as 20 horas, transmitido pela "redegrobo", antes da novela...

por muuuuito menos, o nosso Tiradentes foi enforcado e esquartejado....

bem lembrado, Lila su...de Gaule : "este não é uma país sério"...

jamais será...

joe_brazuca · São Paulo, SP 10/2/2009 18:45
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wancisco franco
 

Texto enxuto, harmonioso, crítico e muito bem humorado.
Votos e parabéns pelas tiradas.

wancisco franco · São Paulo, SP 10/2/2009 20:47
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Cintia Thome
 

Cara de pau...assim temos muitos e a vida
está mais que pra lá de comedia...

Cintia Thome · São Paulo, SP 10/2/2009 22:13
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Claudia Almeida
 

Suannes,

Esse ocupa espaço territorial,espacial e geografico, uma construção velho mundo, jogo minhas tranças,rs,bjs.

Claudia Almeida · Niterói, RJ 10/2/2009 22:28
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Lila Su
 

Os dois contos me fazem lembrar ALVARÁ DE SOLTURA, MEU AMOR, de autoria de Bóris Trindade( maravilhoso contador de história de Recife. Se algum overmano souber por onde ele anda, me avise, pf.) Mano, votado. Lila Su

Lila Su · São Paulo, SP 11/2/2009 22:13
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