CIDADE
Adormeço em tua geografia,
Iluminar-te os sonhos,
É mais do que te proponho,
(deixar-te-ei inerte, e à revelia)
Nos teus próprios laços,
Do que ontem já foste,
Como a própria noite,
Chagas, cores, traços
Isolo-te no espaço,
Só então refaço os meus próprios mapas
O amanhecer dos passos
Largos, como e quando posso,
Lentos, como a bênção d´alma
Fartos, como o extenuar dos corpos...
Olá, Marcos, seu texto está todo em caixa alta por liberdade artística ou porque deve ser lido GRITANDO ASSIM MESMO? ;)
Mi [de Camila] Cortielha · Belo Horizonte, MG 6/1/2007 02:28
é liberdade artítica, ou gosto mesmo, eu prefiro em caixa alta mas muitos já me disseram que fica ruim para leitura. já alterei a letra.
obrigado pelo comentário tão pertinente.
mas você não disse se gostou do texto??
abraço,
Então, Marcos, falta em mim a sensibilidade para entender poesia, porque eu não entendo nadica de nada... :(
Mi [de Camila] Cortielha · Belo Horizonte, MG 6/1/2007 13:17
obrigado pela sinceridade. talvez tenha ficado um pouco hermética demais... leia outras minhas... talvez prefira outras...
valeu!!
abs.
Lindo, Marcos. É Recife?
Ilhandarilha · Vitória, ES 9/1/2007 13:19
é uma cidade qualquer, possivelmente eu pensava em Recife enquanto escrevia...mas pode adotar...
forte abraço,
Deu pra sentir aquele ar úmido da manhã recém chegada... ainda com o gosto de noite na boca...
Adorei!
Abraços!
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